terça-feira, 30 de maio de 2017

Primeiro Mestrado de Parauapebas

No total são disponibilizadas 12 vagas, distribuídas em duas linhas de pesquisa: “Tecnologia de produção e nutrientes animais ruminantes” e “Interface solo-planta-animal”. Podem se inscrever candidatos com formação em Zootecnia e demais áreas das ciências agrárias ou biológicas, ou ainda profissionais de outras áreas de conhecimento, mas que tenham experiência em tecnologia na Produção Animal.

Saiba mais e confira o edital: https://novo.ufra.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1071


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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Petição para baixar salário dos vereadores de Marabá!

Acabei de ler e assinar o abaixo-assinado: «Baixar Salários dos Vereadores de Marabá Pará» no endereço http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR90034

Concordo com este abaixo-assinado e cumpro com o dever de o fazer chegar ao maior número de pessoas.

Caso você concorde, agradeço que assine o abaixo-assinado e que ajudem na sua divulgação através de um email para os seus contatos.

Obrigado.
Renato Teixeira

Esta mensagem foi-lhe enviada por Renato Teixeira (jrtsrenato@gmail.com), através do serviço http://www.peticaopublica.com.br em relação ao Abaixo-Assinadohttp://www.peticaopublica.com.br/?pi=BR90034

“I Simpósio de Estudos Regionais e Agrários do Sul e Sudeste do Pará (SERA SUL)

No próximo mês, dos dias 12 a 16 de junho de 2017 a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) vai promover o “I Simpósio de Estudos Regionais e Agrários do Sul e Sudeste do Pará (SERA SUL) ” que acontecerá nas Unidades I e II, Campus de Marabá.
O objetivo do 1º SERA SUL é abordar temáticas relativas ao âmbito regional, enfocando a relação campo-cidade, as políticas públicas, os conflitos fundiários, o desenvolvimento rural e urbano, dentre outros temas que são tratados no interior do Laboratório de Estudos Regionais e Agrários do Sul e Sudeste do Pará (Lerassp).
Para realizar a inscrição no Simpósio é preciso preencher a ficha de inscrição disponível na página do facebook https://goo.gl/nlVFMi e enviar para o e-mail serasul.lerassp@gmail.com. No fim do evento será emitido certificado, com carga horária de 20h, para os participantes que obtiverem, no mínimo, 75% de participação.
Além dos professores da Unifesspa, o evento conta com a participação de renomados pesquisadores, o Prof. Dr. Júlio César Suzuki da Universidade de São Paulo (USP), Profa. Ma. Kátia Souza Rangel da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e o Prof. Me. Rogério Almeida da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).
O LERASSP
A ideia de criação do laboratório surgiu no projeto Núcleos de Extensão e Desenvolvimento Territorial na Amazônia Oriental(Nedeter), o qual grafou uma ampla participação dos movimentos sociais do campo e da comunidade acadêmica da Unifesspa. Posteriormente, outros projetos foram se somando como o Naec (Consolidação do Núcleo Interdisciplinar de Agroecologia e Educação do Campo: valorização de sementes tradicionais para garantia da soberania alimentar na Amazônia); o Projeto Residência Agrária (Especialização em Educação do campo, Agroecologia e questão Agrária na Amazônia) e o Projeto Rede Dataluta Pará, articulado à Universidade Estadual Paulista (Unesp/Presidente Prudente), que concederam ao espaço do Lerassp um conteúdo interdisciplinar e de constante diálogo com os movimentos sociais.
Durante a programação do Simpósio serão divulgados os resultados desses projetos desenvolvidos no Lerassp. Haverá diálogo com pesquisadores da linha de estudos regionais e agrários de outros laboratórios da Unifesspa e de outras universidades brasileiras e com os atores sociais da região, a exemplo dos diferentes movimentos socioterritoriais existentes no Sul e Sudeste do Pará.

Programação geral do evento: 
Conferência de abertura: Uma leitura geográfica sobre a questão agrária brasileira.
Data: 12 / 06 / 2017
Palestrante: Prof. Dr. Júlio César Suzuki (Geografia – USP)
Mediador: Prof. Me.Rogério Rego Miranda (Geografia – Unifesspa)
Local: Auditório do IGE – Campus II da Unifesspa
Hora: 18h30
Mesa Redonda: Transformações nos espaços de reprodução camponesa: as experiências do Sudeste Paraense e do Sul do Amapá.
Data: 13 / 06 / 2017
Palestrante: Prof. Dr. Maurílio de Abreu Monteiro (PDTSA/Reitor da Unifesspa)
Palestrante: Ma. Etiane Patrícia dos Reis da Silva
Palestrante: Profa. Ma. Kátia Souza Rangel (Geografia – UNIFAP)
Mediador: Prof. Me.Marcos Alexandre Pimentel da Silva (Geografia – Unifesspa)
Local: Auditório do IGE – Campus II da UNIFESSPA
Hora: 18h30
Mesa Redonda: Transformações no espaço agrário do sudeste paraense a partir da dinâmica do agronegócio e da mineração.
Data: 14 / 06 / 2017
Palestrante: Prof. Me. Rogério Almeida (Gestão pública e desenvolvimento regional – UFOPA)
Palestrante: Prof. Me. Fernando Michelotti (Agronomia – Unifesspa)
Palestrante: Charles Trocate (MAM)
Mediador: Francileno da Trindade Batista (Professor do ensino básico de Marabá e colaborador do LERASSP)
Local: Auditório do IGE – Campus II da Unifesspa
Hora: 18h30
Mesa Redonda: Políticas Públicas em Tempos de Desmonte do Desenvolvimento Territorial:as experiências dos Territórios da Cidadania no Sul e Sudeste do Pará.
Data: 15/ 06 / 2017
Palestrante: Prof. Me.Marcos Alexandre Pimentel da Silva (Geografia – Unifesspa)
Palestrante: Esp. Emmanuel Wambergue (FATA)
Palestrante: Prof. Me. Laércio Rocha de Sena (História – Unifesspa/ Campus de Xinguara)
Mediador: AnaMariaMafezolli Leite (Ex-Assessora do Território da Cidadania – Sudeste Paraense).
Local: Auditório do Campus I – UNIFESSPA
Hora: 18h30
Conferência de encerramento: Um pensamento, uma região: a contribuição de Milton Santos para os estudos regionais na Amazônia.
Data: 16 / 06 / 2017
Palestrante: Prof. Dr.Saint Clair Cordeiro da Trindade Júnior
Mediadora: Profa. Ma. Gleice Kelly Gonçalves da Costa (Geografia – Unifesspa)
Local: Auditório do Campus I – Unifesspa
Hora: 18h30

Fonte: Unifesspa - site

quinta-feira, 25 de maio de 2017

PCCR: III Governo Tião ataca trabalhadorescom apoio de vereadores

A imagem pode conter: 21 pessoas, pessoas sorrindo, texto

Posição da FETRAF: Ridícula!

Em decorrência dos episódios de enfrentamento com armas de fogo por parte de alguns elementos que compõe as famílias de acampados da Fazenda Santa Lúcia, no Município de Pau D’arco.
Considerando que as orientações por parte da FETRAF, repassadas aos líderes do acampamento, não foram seguidas pelos mesmos e tão pouco pelos acampados.
A Coordenação da FETRAF vem através deste, manifestar que não estará mais pautando a referida área junto ao INCRA, conforme decisão tomada e comunicada aos acampados no dia 26/04/2017 (quarta feira), conforme decisão tomada em Assembleia geral realizada no município de Marabá - PA.
A FETRAF presa pelo diálogo e pelo o entendimento mútuo por parte do INCRA, Proprietário da área e por parte dos trabalhadores.
Jamais apoiaremos a luta armada!
No nosso entendimento os conflitos agrários na região norte do País já houve muitos derramamentos de sangue, e não queremos pactuar e tão pouco participar de outros episódios que por ventura possa vir a acontecer.
A FETRAF tem a hora de avançar, tem a hora de dialogar, tem a hora de recuar.
Entendemos que o recuo nesse momento é mais inteligente.
Ressaltamos que comunicamos a DECA – Delegacia Especializada em Conflitos Agrários e o INCRA (SR-27) e o INCRA Nacional.
Ressaltamos ainda, que comunicaremos a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Pará e o Delegado Geral da Polícia Civil do Estado.
COORDENAÇÃO DA FETRAF PARÁ"

Policia tucana massacra trabalhadores!

*NOTA CONJUNTA FETAGRI, MST E CPT*



​Imediatamente um dia após a audiência pública realizada na Assembléia Legislativa do Estado do Pará que tratou a respeito da acentuação da violência no campo em território paraense, fomos novamente sacudidos por mais uma chacina de trabalhadores e trabalhadores rurais, desta vez vitimando 10 (dez) pessoas na fazenda Santa Lúcia, situada no município de Pau D'Arco, na região Sul do Pará, durante ação comandada pela Polícia Militar do Pará.
​A chacina de Pau D'arco é mais um triste episódio que evidencia o acirramento da violência no campo, notadamente em face de trabalhadores e trabalhadoras rurais, a parte mais vulnerável dos conflitos envolvendo a posse e uso da terra no Pará. As causas estruturais da acentuação das mortes de camponeses nas áreas rurais paraenses estão associadas à impunidade, à grilagem de terras, à concentração da estrutura fundiária e ao ambiente político-institucional forjado pelo golpe parlamentar-jurídico-midiático de 2016.
​A chegada dos golpistas ao centro do poder no Brasil, oriundos das bancadas do Boi, da Bala e da Bíblia, encorajou politicamente as elites agrárias da Amazônia e as autorizou tacitamente a empregar a violência como o principal meio de apropriação das terras e de extermínio das lideranças camponesas. Por outro lado, o desmantelamento da política de reforma agrária e a aprovação de medidas perversas em favor do grande capital enfemizado sob o nome de "mercado", tais como a MP 759/2016 aprovada ontem pelos golpistas na Câmara dos Deputados, conformam a caótica situação atual de supressão de direitos fundamentais e ataques aos bens comuns. Querem a todo custo transformar a terra de trabalho em terra de negócio, mercantilizando todas as esferas da vida.
​A barbaridade da ação policial deflagrada pela PM paraense em Pau D'arco, sob o pretexto de ter reagido à suposta resistência de famílias que se negavam a cumprir 14 mandados de prisão contra si, revela que o Estado coercitivo anda de braços dados com a morte. Trata-se de uma frágil argumentação desprovida de qualquer fundamento, pois nenhum policial sofreu dano físico, enquanto do outro lado tombaram dez vítimas fatais, dezenas saíram feridos e outros encontram-se desaparecidos. Em outras palavras, trata-se de um crime de Estado, tal qual ocorreu há 21 anos em Eldorado do Carajás, quando 21 trabalhadores foram brutalmente executados.
​Após a ocorrência da chacina, participamos hoje de reunião promovida pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Pará, onde estavam presentes várias instituições públicas e organizações sociais. Na oportunidade pedimos a mais rigorosa apuração dos fatos e punição dos responsáveis, ficando encaminhadas várias medidas, dentre as quais, a abertura de inquérito por parte do Ministério Público estadual, a reinstalação da Comissão Estadual de Mediação de Conflitos Agrários, audiência em caráter de urgência com o Tribunal de Justiça e visita à área de conflito.
​Diante de tantas mortes e de descaso por parte do Estado brasileiro, denunciamos nacional e internacionalmente a atuação autoritária, desproporcional e despreparada da Polícia Militar do Pará diante do conflito de Pau D'Arco. Adotaremos todos os protocolos necessários junto aos organismos internacionais de Direitos Humanos para que apurem a responsabilidade do Estado com a escalada de violência contra trabalhadores e trabalhadoras rurais e os movimentos sociais que os representam.
​Esperamos que as dez novas mortes não sejam naturalizadas apenas como números frios em uma nefasta estatística que não pára de crescer e que infelizmente tende a se intensificar diante de tantas medidas criminosas adotadas pelo governo Temer contra os mais pobres.
​Em um Estado onde apenas 8% de proprietários concentra 69% das terras, onde a grilagem se reinventa a cada dia por meios escusos, onde as grandes corporações do agronegócio se expandem violentamente sobre as terras camponeses, que lidera os casos de trabalho escravo e a lista de maiores desmatadores da Amazônia, a solução passa pela democratização do acesso à terra e o reconhecimento de direitos territoriais historicamente violados.
​Por fim, nós da FETAGRI, do MST e da CPT repudiamos a morte, o derramamento de sangue e a criminalização das pessoas e dos movimentos sociais. Chega de barbárie e impunidade! Reforma Agrária Já! Fora Temer! Diretas Já!
Belém, 25 de maio de 2017.
_Federação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares do Pará - FETAGRI_
_Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra - MST_
_Comissão Pastoral da Terra - CPT_

terça-feira, 23 de maio de 2017

Repúdio ao III Governo Tião

O Forum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas, entidade da sociedade civil que reúne sindicatos, movimentos sociais, cidadãos e cidadãs comprometidos com um país justo, soberano e democrático, vem a público demonstrar seu mais veemente repúdio à violência cometida pela Polícia Militar e Guarda Municipal contra os educadores de Marabá, na manhã desta terça feira, 23 de maio, durante a seção da Câmara de Vereadores que visa alterar o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) da categoria. Os educadores, que em 2016 sofreram durante meses com atrasos de salários, merecem todo nosso apoio e respeito. Não se pode mexer em direito adquirido sem uma profunda discussão com a sociedade. Os educadores, é bom que se diga, jamais se negaram a discutir um Plano de Carreiras que seja economicamente viável e socialmente justo. O que não se pode aceitar é um Projeto feito de modo apressado, sem o devido debate com pais, alunos, técnicos e educadores. A prefeitura municipal de Marabá e a Mesa Diretora da Câmara Municipal, ao invés do diálogo, usaram do aparato repressivo contra aqueles que dedicam toda uma vida para educar nossas filhas e filhos. Exigimos do poder público municipal e da vereança de Marabá a abertura imediata de um amplo processo de debate sobre a remuneração e valorização dos profissionais de educação, além da punição aos envolvidos nas agressões aos educadores do nosso município. Chega de repressão! Nenhum direito a menos!

Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas de Marabá