domingo, 1 de janeiro de 2017

Os desafios do novo prefeito de Marabá!







Embora o ex-prefeito negue que a cidade esteja em uma situação de calamidade, o novo prefeito que assume hoje terá grandes desafios pela frente, o primeiro é colocar em cheque a Carta do prefeito, com dados de quem presidiu a comissão de transição, e já conhece boa parte dos problemas, onde realmente está a sangria que causa os efeitos desastrosos para ser superados.

É importante que Tony Cunha (REDE) coloque de forma clara e conteste o documento apresentado pelo ex-prefeito João Salame (PMDB), para que a sociedade tenha conhecimento de que o que está escrito não bate com as informações repassadas no processo de transição. E no caso contrário, também reafirmar o que diz a carta, no sentido de corrigir o que precisa ser feito para que o pessimismo do marabaense não continue se alastrando. Desafios como esses, precisam ser colocados em prática para que o sonho dos cidadãos e cidadãs desta terra não acumule em desespero.



Abaixo Carta do Ex-prefeito João Salame (PMDB)

MARABÁ NÃO ESTÁ EM SITUAÇÃO CALAMITOSA

Embora não tenhamos conseguido cumprir tudo o que prometemos em nossa campanha para Prefeito de Marabá, o município não está na situação de penúria econômica, como se propagada. E por que não conseguimos?
As respostas a essa pergunta já foram amplamente divulgadas, mas, não nos custa repeti-las: crise financeira nacional, crise política, queda brusca de arrecadação, diminuição dos repasses da União, indiferença do Governo do Estado e uma dívida gigantesca herdada da administração anterior.
Quando iniciamos a gestão, em 2013, encontramos uma conta R$ 75.672.959,89 referentes a vários setores. Todas foram saneadas pelo atual governo. Não tivéssemos assumido esse encargo e honrado esses pagamentos, sobretudo com servidores, estaríamos deixando a Prefeitura sem dívidas, com as contas enxutas.
Tudo isso nos deixa profundamente frustrados, tudo isso nos faz repensar também sobre que outros caminhos poderíamos ter tomado para contornar essas dificuldades. Mas, obstinados em fazer o melhor pela cidade, optamos por enfrentar as adversidades e seguir em frente, como havíamos planejado.
Mesmo assim, estamos deixando o 13º salário e a Folha de Pagamento de Novembro quitadas, assim como a maioria dos fornecedores pagos.
Em três anos, nossa gestão fez mais de 400 obras na cidade e na zona rural, em todos os setores da Administração Municipal. Só a título de ilustração, quando assumimos não havia um mamógrafo sequer em Marabá, neste final de administração estamos deixando três mamógrafos.
Além disso, construímos três grandes Unidades Básicas de Saúde – Laranjeiras, Liberdade e Morada Nova – e reformamos e equipamos as demais; encontramos o Centro Cirúrgico do Hospital Municipal fechado e deixamos reformado e funcionando, assim como promovemos importantes melhorias no Hospital Materno Infantil.
Criamos também uma ala psicossocial no HMM para acolher pessoas com perturbação mental, assim como encontramos 11 médicos no Atendimento Básico e quadriplicamos esse número elevando para 44 profissionais. O mesmo acontecendo com as equipes de Saúde da Família, cujo número saltou de três para 36 em plena operação.
No setor de infraestrutura fizemos mais de 80 km de drenagem e 196 km de asfalto: 170 ruas foram pavimentadas e 106, recapeadas. Além de 3.500 km de vicinais em perfeito estado de trafegabilidade e 540 pontes de concreto.
Estamos deixando recursos garantidos em contas da Caixa Econômica Federal para a conclusão de grandes programas de saneamento e pavimentação nos Bairros São Félix e Morada Nova; Belo Horizonte e Novo Horizonte; e Nova Marabá, que detém um pacote no valor de R$ 41 milhões cuja execução está a cargo da Construtora Sivana.
No campo da Cultura o governo está deixando recursos de R$ 13 milhões, com contrato já assinado com a empresa Construções e Serviços da Amazônia (CSA), para a construção de um Cine Teatro com capacidade para 403 lugares; e um Complexo Cultural na Folha 16, com prazo de execução de sete meses.
Na Educação foram 24 escolas inauguradas, modernizadas e equipadas com laboratório de informática e Internet, mais de 500 salas climatizadas e cinco modernas creches inauguradas, quase o dobro das três construídas em 100 anos.
Nos dois últimos meses, encerramos nosso governo inaugurando 30 obras de qualidade na Educação, na Saúde, nos Esportes, na Infraestrutura, no Urbanismo e em outros setores.
E mais: pautamos o nosso governo, do início ao fim, pelo diálogo com as lideranças comunitárias, associações e sindicatos.
Ou seja, diante da situação em que se encontra o resto do Brasil, Marabá está longe de se encontrar em situação calamitosa. Crise, dificuldade, estão enfrentado Estados poderosos, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que já decretaram calamidade financeira e estão submetendo seus servidores a receberem seus vencimentos parcelados em até nove vezes.
De nossa parte, desejamos que Marabá pacifique-se, que o próximo governo não enfrente a oposição virulenta que enfrentamos por parte de uma minoria que não enxerga se não os próprios interesses.
Estamos dispostos a colaborar para que ocorra o entendimento e a próxima gestão possa enfrentar os desafios e dar continuidade ao arrojado projeto que priorizou as áreas de periferia, privilegiando as pessoas mais necessitadas de atenção do Poder Público.
Lamentamos a renuncia do prefeito eleito, um quadro preparado, filho da cidade, mas compreendemos as suas limitações humanas. No entanto reiteramos: a cidade está longe de se encontrar em situação calamitosa.

JOÃO SALAME NETO – PREFEITO MUNICIPAL
MARABÁ NÃO ESTÁ EM SITUAÇÃO CALAMITOSA
Embora não tenhamos conseguido cumprir tudo o que prometemos em nossa campanha para Prefeito de Marabá, o município não está na situação de penúria econômica, como se propagada. E por que não conseguimos?
As respostas a essa pergunta já foram amplamente divulgadas, mas, não nos custa repeti-las: crise financeira nacional, crise política, queda brusca de arrecadação, diminuição dos repasses da União, indiferença do Governo do Estado e uma dívida gigantesca herdada da administração anterior.
Quando iniciamos a gestão, em 2013, encontramos uma conta R$ 75.672.959,89 referentes a vários setores. Todas foram saneadas pelo atual governo. Não tivéssemos assumido esse encargo e honrado esses pagamentos, sobretudo com servidores, estaríamos deixando a Prefeitura sem dívidas, com as contas enxutas.
Tudo isso nos deixa profundamente frustrados, tudo isso nos faz repensar também sobre que outros caminhos poderíamos ter tomado para contornar essas dificuldades. Mas, obstinados em fazer o melhor pela cidade, optamos por enfrentar as adversidades e seguir em frente, como havíamos planejado.
Mesmo assim, estamos deixando o 13º salário e a Folha de Pagamento de Novembro quitadas, assim como a maioria dos fornecedores pagos.
Em três anos, nossa gestão fez mais de 400 obras na cidade e na zona rural, em todos os setores da Administração Municipal. Só a título de ilustração, quando assumimos não havia um mamógrafo sequer em Marabá, neste final de administração estamos deixando três mamógrafos.
Além disso, construímos três grandes Unidades Básicas de Saúde – Laranjeiras, Liberdade e Morada Nova – e reformamos e equipamos as demais; encontramos o Centro Cirúrgico do Hospital Municipal fechado e deixamos reformado e funcionando, assim como promovemos importantes melhorias no Hospital Materno Infantil.
Criamos também uma ala psicossocial no HMM para acolher pessoas com perturbação mental, assim como encontramos 11 médicos no Atendimento Básico e quadriplicamos esse número elevando para 44 profissionais. O mesmo acontecendo com as equipes de Saúde da Família, cujo número saltou de três para 36 em plena operação.
No setor de infraestrutura fizemos mais de 80 km de drenagem e 196 km de asfalto: 170 ruas foram pavimentadas e 106, recapeadas. Além de 3.500 km de vicinais em perfeito estado de trafegabilidade e 540 pontes de concreto.
Estamos deixando recursos garantidos em contas da Caixa Econômica Federal para a conclusão de grandes programas de saneamento e pavimentação nos Bairros São Félix e Morada Nova; Belo Horizonte e Novo Horizonte; e Nova Marabá, que detém um pacote no valor de R$ 41 milhões cuja execução está a cargo da Construtora Sivana.
No campo da Cultura o governo está deixando recursos de R$ 13 milhões, com contrato já assinado com a empresa Construções e Serviços da Amazônia (CSA), para a construção de um Cine Teatro com capacidade para 403 lugares; e um Complexo Cultural na Folha 16, com prazo de execução de sete meses.
Na Educação foram 24 escolas inauguradas, modernizadas e equipadas com laboratório de informática e Internet, mais de 500 salas climatizadas e cinco modernas creches inauguradas, quase o dobro das três construídas em 100 anos.
Nos dois últimos meses, encerramos nosso governo inaugurando 30 obras de qualidade na Educação, na Saúde, nos Esportes, na Infraestrutura, no Urbanismo e em outros setores.
E mais: pautamos o nosso governo, do início ao fim, pelo diálogo com as lideranças comunitárias, associações e sindicatos.
Ou seja, diante da situação em que se encontra o resto do Brasil, Marabá está longe de se encontrar em situação calamitosa. Crise, dificuldade, estão enfrentado Estados poderosos, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que já decretaram calamidade financeira e estão submetendo seus servidores a receberem seus vencimentos parcelados em até nove vezes.
De nossa parte, desejamos que Marabá pacifique-se, que o próximo governo não enfrente a oposição virulenta que enfrentamos por parte de uma minoria que não enxerga se não os próprios interesses.
Estamos dispostos a colaborar para que ocorra o entendimento e a próxima gestão possa enfrentar os desafios e dar continuidade ao arrojado projeto que priorizou as áreas de periferia, privilegiando as pessoas mais necessitadas de atenção do Poder Público.
Lamentamos a renuncia do prefeito eleito, um quadro preparado, filho da cidade, mas compreendemos as suas limitações humanas. No entanto reiteramos: a cidade está longe de se encontrar em situação calamitosa.
JOÃO SALAME NETO – PREFEITO MUNICIPAL
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MARABÁ NÃO ESTÁ EM SITUAÇÃO CALAMITOSA
Embora não tenhamos conseguido cumprir tudo o que prometemos em nossa campanha para Prefeito de Marabá, o município não está na situação de penúria econômica, como se propagada. E por que não conseguimos?
As respostas a essa pergunta já foram amplamente divulgadas, mas, não nos custa repeti-las: crise financeira nacional, crise política, queda brusca de arrecadação, diminuição dos repasses da União, indiferença do Governo do Estado e uma dívida gigantesca herdada da administração anterior.
Quando iniciamos a gestão, em 2013, encontramos uma conta R$ 75.672.959,89 referentes a vários setores. Todas foram saneadas pelo atual governo. Não tivéssemos assumido esse encargo e honrado esses pagamentos, sobretudo com servidores, estaríamos deixando a Prefeitura sem dívidas, com as contas enxutas.
Tudo isso nos deixa profundamente frustrados, tudo isso nos faz repensar também sobre que outros caminhos poderíamos ter tomado para contornar essas dificuldades. Mas, obstinados em fazer o melhor pela cidade, optamos por enfrentar as adversidades e seguir em frente, como havíamos planejado.
Mesmo assim, estamos deixando o 13º salário e a Folha de Pagamento de Novembro quitadas, assim como a maioria dos fornecedores pagos.
Em três anos, nossa gestão fez mais de 400 obras na cidade e na zona rural, em todos os setores da Administração Municipal. Só a título de ilustração, quando assumimos não havia um mamógrafo sequer em Marabá, neste final de administração estamos deixando três mamógrafos.
Além disso, construímos três grandes Unidades Básicas de Saúde – Laranjeiras, Liberdade e Morada Nova – e reformamos e equipamos as demais; encontramos o Centro Cirúrgico do Hospital Municipal fechado e deixamos reformado e funcionando, assim como promovemos importantes melhorias no Hospital Materno Infantil.
Criamos também uma ala psicossocial no HMM para acolher pessoas com perturbação mental, assim como encontramos 11 médicos no Atendimento Básico e quadriplicamos esse número elevando para 44 profissionais. O mesmo acontecendo com as equipes de Saúde da Família, cujo número saltou de três para 36 em plena operação.
No setor de infraestrutura fizemos mais de 80 km de drenagem e 196 km de asfalto: 170 ruas foram pavimentadas e 106, recapeadas. Além de 3.500 km de vicinais em perfeito estado de trafegabilidade e 540 pontes de concreto.
Estamos deixando recursos garantidos em contas da Caixa Econômica Federal para a conclusão de grandes programas de saneamento e pavimentação nos Bairros São Félix e Morada Nova; Belo Horizonte e Novo Horizonte; e Nova Marabá, que detém um pacote no valor de R$ 41 milhões cuja execução está a cargo da Construtora Sivana.
No campo da Cultura o governo está deixando recursos de R$ 13 milhões, com contrato já assinado com a empresa Construções e Serviços da Amazônia (CSA), para a construção de um Cine Teatro com capacidade para 403 lugares; e um Complexo Cultural na Folha 16, com prazo de execução de sete meses.
Na Educação foram 24 escolas inauguradas, modernizadas e equipadas com laboratório de informática e Internet, mais de 500 salas climatizadas e cinco modernas creches inauguradas, quase o dobro das três construídas em 100 anos.
Nos dois últimos meses, encerramos nosso governo inaugurando 30 obras de qualidade na Educação, na Saúde, nos Esportes, na Infraestrutura, no Urbanismo e em outros setores.
E mais: pautamos o nosso governo, do início ao fim, pelo diálogo com as lideranças comunitárias, associações e sindicatos.
Ou seja, diante da situação em que se encontra o resto do Brasil, Marabá está longe de se encontrar em situação calamitosa. Crise, dificuldade, estão enfrentado Estados poderosos, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que já decretaram calamidade financeira e estão submetendo seus servidores a receberem seus vencimentos parcelados em até nove vezes.
De nossa parte, desejamos que Marabá pacifique-se, que o próximo governo não enfrente a oposição virulenta que enfrentamos por parte de uma minoria que não enxerga se não os próprios interesses.
Estamos dispostos a colaborar para que ocorra o entendimento e a próxima gestão possa enfrentar os desafios e dar continuidade ao arrojado projeto que priorizou as áreas de periferia, privilegiando as pessoas mais necessitadas de atenção do Poder Público.
Lamentamos a renuncia do prefeito eleito, um quadro preparado, filho da cidade, mas compreendemos as suas limitações humanas. No entanto reiteramos: a cidade está longe de se encontrar em situação calamitosa.
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Embora não tenhamos conseguido cumprir tudo o que prometemos em nossa campanha para Prefeito de Marabá, o município não está na situação de penúria econômica, como se propagada. E por que não conseguimos?
As respostas a essa pergunta já foram amplamente divulgadas, mas, não nos custa repeti-las: crise financeira nacional, crise política, queda brusca de arrecadação, diminuição dos repasses da União, indiferença do Governo do Estado e uma dívida gigantesca herdada da administração anterior.
Quando iniciamos a gestão, em 2013, encontramos uma conta R$ 75.672.959,89 referentes a vários setores. Todas foram saneadas pelo atual governo. Não tivéssemos assumido esse encargo e honrado esses pagamentos, sobretudo com servidores, estaríamos deixando a Prefeitura sem dívidas, com as contas enxutas.
Tudo isso nos deixa profundamente frustrados, tudo isso nos faz repensar também sobre que outros caminhos poderíamos ter tomado para contornar essas dificuldades. Mas, obstinados em fazer o melhor pela cidade, optamos por enfrentar as adversidades e seguir em frente, como havíamos planejado.
Mesmo assim, estamos deixando o 13º salário e a Folha de Pagamento de Novembro quitadas, assim como a maioria dos fornecedores pagos.
Em três anos, nossa gestão fez mais de 400 obras na cidade e na zona rural, em todos os setores da Administração Municipal. Só a título de ilustração, quando assumimos não havia um mamógrafo sequer em Marabá, neste final de administração estamos deixando três mamógrafos.
Além disso, construímos três grandes Unidades Básicas de Saúde – Laranjeiras, Liberdade e Morada Nova – e reformamos e equipamos as demais; encontramos o Centro Cirúrgico do Hospital Municipal fechado e deixamos reformado e funcionando, assim como promovemos importantes melhorias no Hospital Materno Infantil.
Criamos também uma ala psicossocial no HMM para acolher pessoas com perturbação mental, assim como encontramos 11 médicos no Atendimento Básico e quadriplicamos esse número elevando para 44 profissionais. O mesmo acontecendo com as equipes de Saúde da Família, cujo número saltou de três para 36 em plena operação.
No setor de infraestrutura fizemos mais de 80 km de drenagem e 196 km de asfalto: 170 ruas foram pavimentadas e 106, recapeadas. Além de 3.500 km de vicinais em perfeito estado de trafegabilidade e 540 pontes de concreto.
Estamos deixando recursos garantidos em contas da Caixa Econômica Federal para a conclusão de grandes programas de saneamento e pavimentação nos Bairros São Félix e Morada Nova; Belo Horizonte e Novo Horizonte; e Nova Marabá, que detém um pacote no valor de R$ 41 milhões cuja execução está a cargo da Construtora Sivana.
No campo da Cultura o governo está deixando recursos de R$ 13 milhões, com contrato já assinado com a empresa Construções e Serviços da Amazônia (CSA), para a construção de um Cine Teatro com capacidade para 403 lugares; e um Complexo Cultural na Folha 16, com prazo de execução de sete meses.
Na Educação foram 24 escolas inauguradas, modernizadas e equipadas com laboratório de informática e Internet, mais de 500 salas climatizadas e cinco modernas creches inauguradas, quase o dobro das três construídas em 100 anos.
Nos dois últimos meses, encerramos nosso governo inaugurando 30 obras de qualidade na Educação, na Saúde, nos Esportes, na Infraestrutura, no Urbanismo e em outros setores.
E mais: pautamos o nosso governo, do início ao fim, pelo diálogo com as lideranças comunitárias, associações e sindicatos.
Ou seja, diante da situação em que se encontra o resto do Brasil, Marabá está longe de se encontrar em situação calamitosa. Crise, dificuldade, estão enfrentado Estados poderosos, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que já decretaram calamidade financeira e estão submetendo seus servidores a receberem seus vencimentos parcelados em até nove vezes.
De nossa parte, desejamos que Marabá pacifique-se, que o próximo governo não enfrente a oposição virulenta que enfrentamos por parte de uma minoria que não enxerga se não os próprios interesses.
Estamos dispostos a colaborar para que ocorra o entendimento e a próxima gestão possa enfrentar os desafios e dar continuidade ao arrojado projeto que priorizou as áreas de periferia, privilegiando as pessoas mais necessitadas de atenção do Poder Público.
Lamentamos a renuncia do prefeito eleito, um quadro preparado, filho da cidade, mas compreendemos as suas limitações humanas. No entanto reiteramos: a cidade está longe de se encontrar em situação calamitosa.
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Fonte: Imagem retirada do Blog do Bacana

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