quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Mulheres na luta!



UMA DEMOCRACIA NÃO RELEGA MULHERES AO SEGUNDO PLANO
Sempre que há uma crise como esta que vivemos, quem mais sofre são os pobres, as crianças, as mulheres. E um regime que exclui mais da metade da população da sua representação política não é uma autêntica democracia. E isso tem consequências não só para as mulheres, mas para a sociedade como um todo. As mulheres têm direitos específicos, condições objetivas que precisam ser consideradas na definição das políticas públicas. E se houvesse mais mulheres decidindo sobre o projeto do pais, com certeza essa realidade não seria relegada ao último plano.
As mulheres são mais de 50% da sociedade brasileira mas ainda estão sub-representadas nos espaços de poder. A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP) afirma que uma sociedade verdadeiramente democrática não pode excluir mais da metade de sua população das representações políticas. De acordo com ela, essa baixa representação apenas acentua as desigualdades e a perda de garantias dos direitos humanos e sociais. Para Erundina, é urgente uma reforma política que corrija essa distorção e garanta espaço para as mulheres e minorias nas tomadas de decisão.

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