terça-feira, 11 de abril de 2017

Barbalho na lista de Fachin


Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), Relações Exteriores Blairo Maggi (PP), Agricultura, Pecuária e Abastecimento Bruno Araújo (PSDB), Cidades Eliseu Padilha (PMDB), Casa Civil Gilberto Kassab (PSD), Ciência, Tecnologia, Ino... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/04/11/lava-jato-fachin-abre-inquerito-contra-ministros-senadores-e-deputados-diz-jornal.htm?cmpid=copiaecola

A lista de Fachin

O ministro Fachin abre inquérito para investigar 9 ministros do Temer, 29 senadores, 42 deputados federais e 3 governadores. Nomes fortes do PMDB, como Eliseu Padilha, Romero Jucá e Renan Calheiros, e do PSDB, como Aécio Neves, José Serra e Aloysio Nunes, agora são investigados no Supremo Tribunal Federal.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Sicredi Centro Norte atinge o resultado de 308 milhões em 2016

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§  Resultado líquido da instituição financeira cooperativa cresceu 7% de 2015 para 2016.
§  Ativos totalizam R$ 7,4 bilhões, incremento de 4,2% na comparação com o ano anterior
§  Volume de depósitos totais fechou com elevação 21,9%; carteira fecha com R$ 3,9 bilhões
§  Patrimônio líquido soma R$ 1,8 bilhão no final de dezembro de 2016, alta de 20% em 12 meses

O Sicredi Centro Norte alcançou crescimento de 7% em seus resultados no ano de 2016 em comparação ao ano anterior, foram R$308 milhões contra R$289 milhões em 2015. Com atuação nos Estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e agora Acre, o Sicredi registrou ainda um aumento nos depósitos totais de 21% em 2016, que chegou a R$3,9 bilhões, ante R$3,2 bi do ano anterior.
 
Sua atuação com os créditos direcionados, consolidam o bom momento da instituição financeira cooperativa: a oferta de BNDES saltou de R$952 milhões para R$1,2 bilhão em 2016, expansão de 26%; o FCO Rural e Empresarial (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) obteve um aumento de mais de 90%. No ano passado, os valores oferecidos chegaram a R$151 milhões contra R$79 milhões em 2015. Os créditos de Pronaf disponíveis também cresceram 38% e atingiram o montante de R$422 milhões, diante dos R$305 milhões de 2015.
 
“Estamos fazendo gestão constante junto ao Ministério da Agricultura, Banco do Brasil e governo do Estado para ter acesso a mais recursos do FCO. Este ano há disponíveis R$10 bilhões, em recursos para Centro Oeste, mas apenas 10% deste montante é direcionado as instituições parceiras, valor muito baixo. Temos capacidade para atender e ofertar muito mais. Pra se ter uma idéia, ano passado o Banco do Brasil (agente publico financeiro) deixou de emprestar mais de R$2 bi em FCO,  número significativo, que deixou de ser aplicado”, informou o presidente do Sicredi Centro Norte, João Spenthof.
 
CONTRATAÇÕES - Na contramão da economia, em que o desemprego ganhou patamares bem elevados, o sistema contratou na região Centro Norte do país, em torno de 760 pessoas, o que totalizou mais de 2,6 mil colaboradores. O Sicredi, por mais um ano foi considerado uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.
 
“Priorizamos o atendimento especial no dia a dia, há  sempre vários gerentes disponíveis para redução de tempo de espera pelo cooperado. Por isso nosso investimento em pessoas”, afirmou presidente.
 
TAMANHO - A capilaridade da instituição justifica crescimento: O Sicredi reúne 164 pontos de atendimento em Mato Grosso, Pará e Rondônia. E mais: em de 17 municípios mato-grossenses, o Sicredi é a única instituição financeira presente.

Em Mato Grosso, o Sicredi se aproxima dos 28 anos de atuação, com um quadro social composto por 363 mil associados. Seu patrimônio líquido registrou em 2016 o volume de R$ 1,8 bilhão, um crescimento de 20% em relação ao ano anterior, em que o montante era R$1,5 bi.

   SICREDI NO BRASIL
O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados e atuação em 20 estados brasileiros – registrou em 2016 crescimento de 36,1% e alcançou o resultado líquido recorde de R$ 1,96 bilhão. Deste total, R$ 452,7 milhões foram pagos via juros ao capital social dos associados. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) foi de 20,4%, aumento de 0.9 p.p. em relação a 2015. Os dados do combinado de 2016 incluem os números da Central Norte Nordeste, filiada ao Sicredi em março de 2016.
 
Os ativos totais apresentaram crescimento de 25,5%, na comparação com o ano anterior, totalizando                             R$ 65,9 bilhões. O patrimônio líquido registrou expansão de 33,6%, somando R$ 10,8 bilhões, em dezembro de 2016. O Índice de Basileia Aglutinado (análise gerencial que compara o patrimônio de referência de todas as entidades do Sistema com os riscos de suas atividades) foi de 24,2%, no final de 2016, indicando confortável situação patrimonial.
 
Em 2016, os depósitos totais fecharam com volume de R$ 42,9 bilhões, refletindo a ampliação da liquidez do Sicredi. Destaque para o crescimento dos depósitos de poupança, que obteve um incremento anual de 33,8%, totalizando R$ 6,9 bilhões. Esse aumento ocorreu em cenário adverso, no qual a caderneta de poupança no sistema financeiro terminou 2016 com captação líquida negativa de R$ 40,1 bilhões. A atuação regional contribuiu para a manutenção do ritmo de crescimento nas captações. 
 
De acordo com o CFO do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares, 2016 apresentou diversos obstáculos para as empresas devido à instabilidade político-econômica. Porém, o Sicredi manteve sua performance e crescimento, expandiu sua atuação nacional com a filiação da Central Sicredi Norte Nordeste e superou os números do ano anterior. “O foco constante no associado mantido pelas nossas Cooperativas de Crédito e a manutenção de indicadores financeiros robustos, baseados em cenários de médio e longo prazo, nos permitiram concluir o ano de 2016 com resultados positivos”, afirma Tavares.
 
A carteira de crédito somou R$ 36,2 bilhões em dezembro de 2016, ampliação de 18,3% em 12 meses, apresentando desempenho positivo em todos os segmentos. Do valor total do ano passado, R$ 20,2 bilhões foram destinados para o crédito geral, enquanto R$ 16 bilhões foram alocados no crédito rural e direcionados.  
 
O crescimento da carteira de crédito contrasta com o movimento registrado no mercado nacional, que reduziu sua carteira em 3,5%. Mais uma vez, a relação direta com as regiões colaborou para esse desempenho. Contribuiu ainda o uso de novas ferramentas de suporte à decisão: hoje, 40% das operações já contam com limite pré-aprovado e 78% das operações de crédito pessoal são feitas via canais como internet, mobile e caixas eletrônicos. Além de favorecer o crescimento, o uso intensivo de tecnologia reduz custo e melhora riscos.
 
A manutenção da qualidade da decisão de crédito garantiu a estabilidade do indicador de inadimplência (índice Over 90) do Sicredi, mesmo diante do cenário econômico desfavorável, em 2,4%, contra uma média de 3,7% do mercado. “Melhoramos a gestão do crédito, aumentando a qualificação na concessão, fortalecendo o acompanhamento das condições financeiras do associado, além de aprimorarmos a cobrança e a recuperação de crédito. Reforçamos nossa proximidade com os associados e o entendimento das suas necessidades, visando a concessão do crédito de forma responsável. A robustez da gestão financeira do Sicredi permitiu, mesmo em um ano desafiador, crescer a carteira de crédito e ampliar a liquidez. No final de 2016, 43,5% dos ativos eram ativos líquidos (títulos públicos)”, salienta o CFO.
 
As receitas de serviços somaram R$ 1,3 bilhão, alta de 15,9% em 12 meses, impulsionada principalmente pelas receitas advindas de serviços bancários (R$ 552,4 milhões), de seguros (R$ 207,8 milhões), de cartões (R$ 160,9 milhões) e de cobrança (R$ 160,3 milhões).
 
Em seguros, foi registrado mais de R$ 1 bilhão em faturamento, crescimento de 11%, enquanto o mercado cresceu em média 4%. O Sicredi superou a marca de 2,7 milhões de seguros vigentes e de mais R$ 445 milhões indenizados, com destaque para as operações rurais e agrícolas, com a inclusão de novas companhias seguradoras em equipamentos, benfeitorias rurais e grãos. Atualmente, os produtos de vida e ramos elementares são operados com 11 das melhores seguradoras do País.
O Sicredi disponibiliza aos associados 13 variantes de cartões, das principais bandeiras do mercado, além de possuir parcerias com as empresas Rede e GetNet. Em 2016, foram implementadas melhorias na operação por meio da revisão de processos e desenvolvimento de novos produtos e serviços, que resultaram em um crescimento de 43,8% na receita. Em consórcio, o Sicredi avançou no volume da carteira, aumentando o tíquete e conquistando um crescimento de 22% ano, totalizando uma carteira de R$ 9,4 bilhões em créditos administrados e 165 mil cotas ativas (10% de crescimento).
 
No ano passado, o Sicredi inaugurou 126 agências, incluindo uma na Avenida Paulista. Elas já trazem a nova marca, desenvolvida pela Interbrand Brasil, e lançada para reforçar o posicionamento de instituição financeira cooperativa. Em 2016, incluindo as novas agências e as filiadas à Central Sicredi Norte e Nordeste, houve um incremento de 9% nos pontos de atendimento, em relação ao ano anterior, totalizando mais de 1.500.
 
O crescimento do Sicredi vem sendo suportado por ações que focam no ganho de eficiência. Nos últimos anos, tais resultados foram maiores que os observados no mercado. Vários processos vêm sendo intensamente automatizados, como é o caso dos avanços nos sistemas de suporte de crédito.
Segundo Tavares, o conjunto de ações que justifica o resultado é fruto de uma clara orientação estratégica em 2016. “As Cooperativas de Crédito filiadas ao Sicredi definiram seu planejamento para o quinquênio 2016/2020, que orienta as ações de todo o Sistema. Em resumo, os excelentes indicadores financeiros são reflexo de um processo robusto de gestão e claro foco estratégico e da atuação próxima das regiões em que estão inseridas as Cooperativas de Crédito”, finaliza o CFO.
 
 Cenário 2017
Para 2017, o Sicredi espera uma estabilização na atividade econômica. O consumo das famílias e o investimento ainda seguirão lentos ao longo do ano, mas devem ser estimulados gradualmente pela queda da taxa de juros.  A economia deverá receber surpresas positivas em decorrência da perspectiva de safra recorde e do saque do FGTS (potencial de adicionar R$ 41,0 bilhões na economia). Neste contexto, o Sicredi manterá o crescimento estabelecido no seu planejamento estratégico. Estão previstas 84 novas agências, ampliando a atuação para mais 45 municípios, além dos 1.171 onde já está presente. O processo de integração operacional das Cooperativas de Crédito da Central Sicredi Norte Nordeste seguirá durante o ano e será concluído em 2018. A instituição financeira cooperativa também prevê um incremento de 18,9% nos ativos, 11,9% em crédito total e 5,5% no número de associados.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros.  Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  
 *Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

NOTA À IMPRENSA: Repúdio a SAMARCO




Pesquisadores, entidades e atingidos pelo rompimento da barragem de rejeitos em Mariana, MG, Brasil, repudiam tratamento dado às vítimas pela SAMARCO/VALE/BHP-BILITON.

Nesta terça, dia 04 de abril de 2017 foi entregue ao Ministério Público Federal um ofício com 371 assinaturas - dentre elas 85 pessoas atingidas, 120 organizações nacionais, 22 organizações internacionais e mais de 150 apoiadores (professores, doutores e pesquisadores nacionais e estrangeiros) - para expressar o seu repúdio às tentativas da Samarco/Vale/BHP de assumir o pleno controle da reparação dos danos causados pela maior catástrofe socioambiental do Brasil.
Os signatários do ofício temem que as empresas responsáveis pelo desastre tentem diminuir os custos das reparações devidas, prejudicando ainda mais aqueles que perderam parentes, moradias, plantações, animais, fontes de subsistência, além dos modos de vida. Por essa razão, reivindicam que as propostas feitas pelo Grupo de Trabalho que assessorou o Ministério Público na elaboração do Termo de Referência para o Eixo Socioeconômico das reparações sejam incorporadas pela Força Tarefa e garantidas em juízo.
As empresas Samarco, Vale e BHP contestam tal iniciativa e a validade do Grupo de Trabalho, assim como os esforços de instauração de um processo transparente e verdadeiramente participativo sobre as decisões relativas à avaliação dos danos. Em função disso, segue a referida nota:

BHP BILLITON, VALE E SAMARCO agem para impedir a reparação justa dos danos causados pelo desastre criminoso do Rio Doce, Brasil
O controle das rés sobre o processo de reparações coloca o Estado brasileiro em Xeque
No dia 05/11/2015, a barragem de Fundão de propriedade da mineradora Samarco (Vale e BHP Billiton) se rompeu despejando sobre o Rio Doce cerca de 50 milhões de metros cúbicos de resíduos minerários, provocando um dos maiores desastres ambientais da mineração em todo o mundo. Passados quase 17 meses, a tragédia é agravada pela postura violadora das empresas que boicotam a construção de instrumentos participativos para a reparação dos danos causados pelo desastre.
Em 16/03/2017, um acordo prévio (Termo de Ajustamento Preliminar) entre Ministério Público e as empresas responsáveis foi parcialmente homologado em juízo, selando as tratativas para a realização de um diagnóstico socioambiental sobre os efeitos do desastre. Contudo, não houve acordo sobre as organizações que fariam esse diagnóstico, assim como a assistência aos atingidos. Entidades e movimentos sociais contestaram a nomeação da INTEGRATIO Mediação Social e Sustentabilidade para tais importantes ações junto às comunidades. A empresa presta consultorias regulares às companhias causadoras do desastre, sendo economicamente vinculada às mesmas. Visando à construção de diagnósticos participativos, pautados pela autonomia e independência do corpo técnico com relação às empresas, o Ministério Público conduziu um amplo processo de consultas a experts independentes - pesquisadores de universidades públicas internacionalmente reconhecidos e com ampla trajetória nas áreas socioambiental e de direitos humanos, representantes de movimentos e organizações sociais -, formando um Grupo de Trabalho que colaborou na elaboração de um termo de referência para a realização de audiências públicas e avaliação dos danos socioeconômicos.
As empresas Samarco, Vale e BHP contestam tal iniciativa e a validade do Grupo de Trabalho, assim como os esforços de instauração de um processo transparente e verdadeiramente participativo sobre as decisões relativas à avaliação dos danos. Por meio de ofício emitido em 31/03/2017, as empresas destacam que “a participação de entidades do terceiro setor e do GT [...] deve ser meramente orientativa”, procurando, assim, desempoderar e deslegitimar esse instrumento criado pelo MP, portanto, o próprio órgão. Ademais, as empresas rés compreendem a exigência de autonomia, confiança e credibilidade dos peritos junto às vítimas como um “claro preconceito econômico”, porque impede a contratação de consultorias a elas vinculadas.
Samarco, Vale e BHP atuam, desta forma, de modo a cercear não só a participação dos atingidos na construção das decisões que têm por objeto suas próprias vidas, mas defendem uma condução supostamente “técnica” de todo o processo sob seu domínio, contestando o controle social realizado pelas próprias vítimas e pela sociedade civil. Trata-se da mais absurda inversão de papéis em que as rés ditam as regras, buscando a redução máxima dos custos das reparações e a forma pela qual desejam ser tratadas pelo Estado brasileiro! Repudiamos veementemente essa postura cerceadora das empresas e denunciamos sua tentativa de monopolizar as condições de definição das reparações e as condições de avaliação dos danos. Faz-se evidente a indisposição das rés quanto ao reconhecimento dos direitos fundamentais das pessoas atingidas, dentre eles, o direito de informação e de participação nos processos decisórios, colocando em xeque a reparação integral, plena e justa às vítimas. É inadmissível que o Estado brasileiro se coloque como refém das empresas rés, pactuando, assim, com a continuidade das graves violações de direitos humanos e da Constituição Brasileira em Mariana e toda a extensão da Bacia do Rio Doce.
Pela construção de processos reparadores às vítimas sem qualquer interferência das empresas rés do desastre criminoso na Bacia do Rio Doce, Brasil!

04 de abril de 2017

Assinam esta nota:

Atingidas e atingidos
1.      Adriana Manoel Vicente – Atingida do ES
2.      Agnis Dias Britto – Atingida da Vila
3.      Alessandrei Ramos Reis – Atingido do ES
4.      Alexandre Mattos Correias – Atingido de Sahy
5.      Aline Maria Trindade Gomes - Atingida de Barra Longa
6.      Ananias Motta Lopes – Atingido do ES
7.      Andrei R. Riso – Atingido do ES
8.      Anezila Correa dos Anjos – Atingida de Sahy
9.      Antônia Almeida de Souza – Atingida do ES
10.  Antônio Corrêa Pereira – Atingido do ES
11.  Belicio Manoel Vicente – Atingido do ES
12.  Beline da Rosa Francisco – Atingido de Vila
13.  Carolina dos Santos – Atingida do ES
14.  Daniele Clemente – Atingida do ES
15.  Dileuza Martins Del Caro – Atingida de Vila
16.  Djalcieli Ribeiro dos Santos – Atingida de Vila
17.  Edinor Correa dos Santos – Atingido do ES
18.  Edson Matos Conceição – Atingido de Itaparica
19.  Elaine de Melo Etrusco Carneiro - Atingida de Barra Longa
20.  Eliane Balke - Atingida Norte da Foz do Rio Doce
21.  Elias Felinto – Atingido do ES
22.  Elias Garcia Lyrio – Atingido do ES
23.  Eni Vicente – Atingida do ES
24.  Flávio M Ferreira de Freitas - Atingido de Barra Longa
25.  Flávio Martins – Atingido do ES
26.  Francis Ramos dos Reis Rodrigues – Atingido do ES
27.  Gilda Maria Cardoso Machado - Atingida de Barra Longa
28.  Gislene Pereira Reis – Atingida de Sahy
29.  Hildete dos Santos Lyrio – Atingida do ES
30.  Iara Souza Almeida – Atingida de Vila
31.  Ilma Albergaria - Atingida de Barra Longa
32.  Iovani Marinho Moreira - Atingido de Barra Longa
33.  Iris Ferreira Lanna - Atingida de Barra Longa
34.  Ivanilda da C. Reis – Atingida do ES
35.  Jakson Ferreira Guimaraes – Atingido de Barra
36.  Jandira Pereira Colquine – Atingida de Sahy
37.  Joana dos Santos Lima – Atingida do ES
38.  João Silveira Netto – Atingido do ES
39.  Jóeci B. Santos Lopes Miranda – Atingida de Barra
40.  José Eduardo Coelho Filho - Atingido de Barra Longa
41.  Josefa dos Santos Pereira – Atingida de Barra
42.  Joselha Maria Lopes de Freitas – Atingida de Vila
43.  Jovany Reis Matias Sahy – Atingido de Aracruz
44.  Juares Antonio Guimaraes – Atingido de Barra Longa
45.  Leidy Dayana Martins de Jesus - Atingida de Barra Longa
46.  Liceliana De Souza Jesus – Atingida de Santa Cruz
47.  Lorena Banhos Cardoso – Atingida de Sahy
48.  Lucimar Muniz - Atingida de Bento Rodrigues
49.  Luziene Elioterio – Atingida de Irajá 1
50.  Marcos Antônio Rosa – Atingido de Mar Azul
51.  Maria Claudia Marins – Atingida de Vila
52.  Maria Correia Firmino – Atingida de Vila
53.  Maria das Graças Marins da Silva – Atingida de Vila
54.  Maria Lucia Ribeiro Contrim – Atingida de Barra
55.  Marino D'Angelo - Atingido de Paracatu
56.  Marlene Felinto da S. – Atingida do ES
57.  Marta Rola Mol - Atingida de Barra Longa
58.  Matilde Nascimento Antunes – Atingida do ES
59.  Mércia Trindade Freitas Paglioto - Atingida de Barra Longa
60.  Moises Gonçalves – Atingido de Barra
61.  Nelza Pereira Rosa – Atingida do ES
62.  Nyander Del Caro – Atingido de Vila
63.  Odete Cassiano Martins - Atingida de Barra Longa
64.  Osvaldo Ribeiro Costa – Atingido do ES
65.  Patricia Rodrigues Reis – Atingida de Barra
66.  Paulo Ferreira – Atingido do ES
67.  Rafael Matos Portela – Atingido do ES
68.  Regilene da Silva – Atingida do ES
69.  Renato Ribeiro Costa – Atingido do ES
70.  Romilda Correa dos Santos – Atingida do ES
71.  Rosicleia Rodrigues Costa dos Reis – Atingida de Barra
72.  Roziane Monte Belo Rocha – Atingida de Barra
73.  Ruth Rodrigues de Oliveira – Atingida de Mar Azul
74.  Sebastião Loreiro dos Santos – Atingido de Irajá 1
75.  Sérgio Fábio do Carmo - Atingido de Barra Longa
76.  Silas dos Reis – Atingido do ES
77.  Simone Maria da Silva - Atingida de Barra Longa
78.  Sirlene Maria de Souza Rocha – Atingida do ES
79.  Sonia Aparecida Martins – Atingida de Sahy
80.  Tamires Vieira Pereira – Atingida de Vila
81.  Thiago Alves da Silva - Atingido de Barra Longa
82.  Valcieli Francisco Ribeiro – Atingida de Vila
83.  Wilson Vieira Santos – Atingido do ES
84.  Yuri Reis Matias – Atingido do ES
85.  Zuleica Ramos dos Reis – Atingida do ES

Apoiadoras e apoiadores no Brasil
1.      Adelia Miglievich - Universidade Federal do Espírito Santo
2.      Ademir Lança
3.      Aderval Costa Filho, Professor Doutor - Universidade Federal de Minas Gerais
4.      Adriano Roberto Pinto
5.      Alan Kenneth Souza Pereira
6.      Alex Philip Resende de Castro
7.      Ana Caroline de Oliveira Sá - Universidade Federal do Espírito Santo
8.      Ana Caroline Oliveira - Universidade Federal do Maranhão
9.      Ana Flávia Quintão - Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais
10.  Ana Fonseca - Pesquisadora doutora do NEPP/ Universidade Estadual de Campinas
11.  Ana Gabriela Chaves Ferreira - Universidade Federal de Minas Gerais
12.  Ana Maria die Niemeyer -  Professora Doutora Colaboradora, Universidade Estadual de Campinas
13.  Ana Tereza Faria - Universidade Federal da Bahia
14.  Andréa Zhouri - Professora Titular, Dept. de Antropologia e Arqueologia, Universidade Federal de Minas Gerais
15.  Antonio Carlos de Souza Lima, Professor Titular, Dept. de Antropologia, Museu Nacional/ UFRJ
16.  Ariane Rodrigues Cabral
17.  Bartolomeu Figueirôa de Medeiros (Frei Tito), Professor Doutor aposentado em Antropologia Sociocultural  - Universidade Federal de Pernambuco
18.  Breno Boos
19.  Bruno Milanez, Professor Doutor, Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica - Universidade Federal de Juiz de Fora
20.  Camila Jácome, Professora do Programa de Antropologia e Arqueologia - Universidade Federal do Oeste do Pará
21.  Camila Pereira Saraiva - IPPUR/UFRJ
22.  Camila Silva Nicácio, Professora Doutora da Faculdade de Direito da UFMG
23.  Carlos Alexandre Barboza Plínio dos Santos, Professor Doutor, Departamento de Antropologia - Universidade de Brasília
24.  Carlos Walter Porto-Gonçalves, Professor Doutor, Coordenador do LEMTO - Laboratório de Estudos de Movimentos Sociais e Territorialidades - e Professor do Departamento de Geografia -Universidade Federal Fluminense
25.  Carolina Portugal Gonçalves da Motta - Fundação João Pinheiro/MG
26.  Celeste Ciccarone, Professor Doutora, Departamento de Ciências Sociais - Universidade Federal do Espírito Santo
27.  Cinthia Creatini da Rocha, Pesquisadora do Núcleo de Estudos e Desenvolvimentos em Conhecimento e Consciência - NEDEC - Universidade Federal de Santa Catarina
28.  Clara Luiza Miranda, Professora associada, Departamento de arquitetura e urbanismo - Universidade Federal do Espírito Santo
29.  Claudia Mayorga, Pró-reitora de extensão da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais
30.  Cláudia Pereira Gonçalves - INCRA
31.  Clóvis Cavalcanti, Professor Doutor, Presidente-Eleito da International Society for Ecological Economics (ISEE) - Universidade Federal de Pernambuco
32.  Cristiana Losekann, Professora Doutora, Departamento de Ciências Sociais - Universidade Federal do Espírito Santo
33.  Deborah Bronz, Professora Doutora, Departamento de Antropologia da UFF - Universidade Federal Fluminense
34.  Delma Pessanha Neves, Professora Doutora aposentada - Departamento de Antropologia- UFF
35.  Denise de Castro Pereira - Professora Doutora e pesquisadora da PUC Minas
36.  Eder Carneiro, Professor Doutor, Coordenador do Núcleo de Investigações em Justiça Ambiental (NINJA) - Universidade Federal de São João Del Rey
37.  Edna Maria Ramos de Castro, Professora Titular, Núcleo de Altos Estudos Amazônicos/NAEA - Universidade Federal do Pará
38.  Edviges M Ioris, Professora Doutora do Departamento de Antropologia da UFSC
39.  Eliane Cantarino O'Dwyer, Professora Titular - Departamento de Antropologia -UFF
40.  Eliane Veras Soares, Professora Doutora, Departamento de Sociologia - Universidade Federal de Pernambuco
41.  Eloisa Brantes Mendes
42.  Eulália Alvarenga
43.  Evelyze Garioli Louzada
44.  Fabrício Monteiro Neves - Universidade de Brasília
45.  Flávia Bernardes - FASE/ES
46.  Flávia Biroli, Professora Doutora do Instituto de Ciência Política - Universidade de Brasília
47.  Flávia Charão Marques, Professora Doutora, Faculdade de Ciências Econômicas, Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
48.  Francine Lelina Rosa de França
49.  Francisco del Moral Hernández - Fatec Jundiaí
50.  Geraldino Alves Ferreira Netto
51.  Gilse Elisa Rodrigues - Universidade Federal do Amazonas
52.  Gisela Pauli Caldas
53.  Gisele Barbosa Ribeiro, Professora Doutora, Departamento de Artes Visuais - Universidade Federal do Espírito Santo
54.  Giselle Megumi Martino Tanaka - ETTERN/IPPUR, Universidade Federal do Rio de Janeiro
55.  Guilherme de Almeida - Escola Estadual Dona Francisca Josina, Minas Gerais
56.  Guilherme F. W. Radomsky, Professor Doutor, Departamento de Sociologia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul
57.  Gustavo Lins Ribeiro, Professor Titular do Departamento de Antropologia - Universidade de Brasília
58.  Heitor Scalambrini Costa - Professor Doutor aposentado, Universidade Federal de Pernambuco
59.  Helena Palmquist - Ministério Público Federal no Pará - Universidade Federal do Pará
60.  Henri Acselrad, Professor Titular - ETTERN/IPPUR/Universidade Federal do Rio de Janeiro.
61.  Henrique de Morais Costa
62.  Henyo Trindade Barretto Filho, Professor Doutor - Departamento de Antropologia- UnB
63.  Horácio Antunes de Sant'Ana Júnior, Professor Doutor, Departamento de Sociologia e Antropologia - Universidade Federal do Maranhão
64.  Isabel Penido de Campos Machado
65.  Isis Maria Cunha Lustosa, Doutora, pesquisadora - Universidade Federal de Goiás
66.  István van Deursen Varga, Professor Doutor, Departamento de Sociologia e Antropologia- Universidade Federal do Maranhão
67.  Jalcione Almeida, Professor Titular, Departamento de Sociologia - Universidade Federal do Rio Grande do Sul
68.  Jeovah Meireles, Professor Doutor do Depto. de Geografia - Universidade Federal do Ceará
69.  João Batista de Almeida Costa, Professor Titular, Departamento de Política e Ciências Sociais - Universidade Estadual de Montes Claros
70.  João Francisco Alves Mendes
71.  Jòeci Benedita dos Santos Lopes Miranda
72.  Jose Francisco Rodrigues - Coordenador do Núcleo Mineiro da Auditoria Cidadã da Dívida
73.  José Inaldo Chaves Jr Professor Doutor da Faculdade de História- Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
74.  Karina Lima
75.  Karine Gonçalves Carneiro, Professora Doutora, Departamento de Arquitetura e Urbanismo - Universidade Federal de Ouro Preto
76.  Kátia Moura Repinaldo
77.  Kelly Primo, advogada
78.  Klemens Augustinus Laschefski, Professor Doutor, Departamento de Geologia - Universidade Federal de Minas Gerais
79.  Larissa Pirchiner de O Vieira - Universidade Federal de Minas Gerais
80.  Lea Correa Pinto, CR MCPA Florestas e Montanhas
81.  Leandro Reis Muniz
82.  Lígia Duque Platero - Universidade Federal do Rio de Janeiro
83.  Lorena Cândido Fleury, Professora Doutora do Departamento de Sociologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
84.  Lucrecia Greco, Doutora em Antropologia - Universidad de Buenos Aires
85.  Lúnia Costa Dias - GESTA - Universidade Federal de Minas Gerais
86.  Magna Nery Manoeli
87.  Marcio Nascimento
88.  Marco Antonio Perruso, Professor Doutor do Departamento de Ciências Sociais - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
89.  Marcos Cristiano Zucarelli - Professor da Universidade FUMEC
90.  Marcus Abílio Gomes Pereira, Professor Doutor do Departamento de Ciência Política - Universidade Federal de Minas Gerais
91.  Maria Cristina Veiga de Assis Lage
92.  Maria Elizabeth Barros de Barros, Professora Titular, Centro de Ciências Humanas e Naturais, Departamento de Psicologia - UFES
93.  Maria Leônia Chaves de Resende, Professor Doutor, Departamento de Ciências Sociais Políticas e Jurídicas,  - Universidade Federal de São João Del-Rei
94.  Maria Rosa Ravelli Abreu - Coletivo Cidade Verde
95.  Marijane Vieira Lisboa, Professora Doutora, Ex-Relatora de Direito Humano ao Meio Ambiente da Plataforma Dhesca
96.  Marilene Ribeiro, pesquisadora junto à University for the Creative Arts/ Farnham, Reino Unido
97.  Maryellen Milena de Lima - Universidade Federal de Minas Gerais
98.  Mauricio Torres, Pesquisador e professor colaborador do PPGRNA - Universidade Federal do Oeste do Pará
99.  Max Vasconcelos Magalhães - GESTA/UFMG
100.          Monique Sanches Marques, Professora Doutora, Departamento de Arquitetura e Urbanismo - Universidade Federal de Ouro Preto
101.          Nádia Fialho, Professora Doutora, Instituto de Ciências Sociais Aplicadas - Universidade Federal do Pará
102.          Natacha Silva Araújo Rena, Professora doutor da Escola de Arquitetura, Universidade Federal de Minas Gerais
103.          Paula Pessoa de Castro Gentil, Integrante do grupo de pesquisa Mineração, Governança, Empreendedorismo e Inovação (PUC Minas)
104.          Paulo André Amaral de Faria
105.          Paulo CH Rodrigues, Doutor, pesquisador - Comissão Nacional de Energia Nuclear em Belo Horizonte
106.          Paulo Magalhães Araújo, Professor Doutor do Departamento de Ciências Sociais - Universidade Federal do Espírito Santo
107.          Raquel Giffoni Pinto, Professora Doutora de Sociologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ/Volta Redonda
108.          Raquel Oliveira Santos Teixeira, Professora Doutora do Departamento de Sociologia - Universidade Federal de Minas Gerais
109.          Rebecca Abers, Professora doutora do Instituto de Ciência Política, Universidade de Brasília
110.          Renata Catarina Costa Maia
111.          Ricardo Alexandre Pereira de Oliveira
112.          Ricardo Verdum - Professor Doutor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
113.          Rita de Cássia Pereira da Costa, Grupo de pesquisa Núcleo de Cartografia do Sul e Sudeste do Pará - Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
114.          Rodolfo Dourado Maia Gomes
115.          Rodrigo Salles Pereira dos Santos, Professor Doutor, Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - Universidade Federal do Rio de Janeiro
116.          Rosa Elizabeth Acevedo Marin - professora doutora da UFPA
117.          Rosane de Seixas Brito Araújo - Universidade Federal do Pará
118.          Rosângela Corrêa, Professora Doutora da Faculdade de Educação - Universidade de Brasília
119.          Samarone Carvalho Marinho, Professor Doutor de Geografia - Universidade Federal do Maranhão
120.          Sandra Helena Ribeiro Cruz, Professora. Doutora, Faculdade de Serviço Social - Universidade Federal do Pará
121.          Sergio Avila Negri, Professor Doutor do Departamento de Direito Privad