quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Eleições 2016: O quadro atual rumo a prefeitura






O quadro eleitoral para prefeito de Marabá começa a ficar definido: O PSOL foi o primeiro partido a fazer convenção e registrar candidatura, tendo o professor Rigler Aragão e o advogado Elho Araújo como candidato a prefeito e vice. Os psolistas tem uma ampla estratégia para fazer o debate do programa de governo e mostrar que é necessário ter uma alternativa em Marabá.
O deputado estadual Tião Miranda (PTB) ex-prefeito já confirmou a sua candidatura, e traz a tira a colo o pouco conhecido delegado da Polícia Federal Toni Cunha (REDE). Nesta rede são há uma tentativa de pesca de parte dos dirigentes do sindicato da educação (SINTEPP). No entanto, o líder sindical Wendel Bezerra (REDE) acaba de lança sua pré candidatura a prefeito em disputa na convenção para evitar a homologação de Toni Cunha como vice de Tião. Dentro da REDE o grupo mais ligado ao líder sindical não concorda com a indicação de Toni e quer preservar os princípios.
Por outro lado, com muitas dificuldades o ex-deputado estadual João Salame Neto e quase ex-prefeito, neste momento afastado pela justiça e sem “poder da caneta.” Dos quinze partidos que tinha em maio de 2016, pode se resumir a cinco, o seu principal aliado o PT atualmente é o tido como adversário na pessoa do vice-prefeito e prefeito interino Luiz Carlos Pies, que tomou gosto em exercitar a caneta de prefeito. O vice do nome do grupo apoiado por Salame pode ser o médico Manoel Veloso (DEM) filho ex-prefeito Dr. Veloso. A famosa terceira via é liderada pelo médico Jorge Bichara (PV), que já conseguiu a adesão do PDT, PTN, PSDC e PMN e com previsão de novas adesões para o dia 5 na convenção.
A mais esperada é a do empresário Zé Fera (PR) que tem a sombra da folha do ex-prefeito Maurino Magalhães. O Zé tem se aproximado do PT, mais com grande possibilidade de se unir aos verdes.

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