quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Eleições 2016: Analisando a conjuntura







 Uma analise do atual quadro político em Marabá

O PT do prefeito interino Luiz Carlos Pies só serve para a coligação do Salame, para garantir nos cargos os fiéis do prefeito cassado nestes 60 dias, com possibilidade de prorrogação pela justiça para até 31 de dezembro de 2016. Mas, as relações estão trincadas, só a benção do ministro Helder Barbalho (PMDB) para unir novamente. O vereador Miguelito (PP) o mais estrategista da Câmara Municipal de Marabá. Desde o prefeito Tião Miranda, para não forçar muito a memória, sempre foi fiel ao prefeito. Miguelito está numa sinuca manter fidelidade a Luiz Carlos (PT) onde tem a secretária de agricultura para seu irmão  ou aos Salames onde o deputado federal Beto Salame é presidente estadual do Partido Progressista (PP). Miguel Gomes Filho para se reeleger tem apelado até para a benção do pastor Sales Batista (Assembleia Deus). Outras indefinições: como fica o camarada Gilson Dias PC do B que comanda a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU). Gilson é um dos fiéis de Salame. Será se "a luta continua". Os comunistas estão costurando coligar na chapa de vereador/a (proporcional) com o Partido dos Trabalhadores (PT). A secretaria de cultura atualmente assumida pelo genro de Júlia Rosa. A líder política fará uma tentativa de transferência para seu filho o sociólogo Toni Rosa que está no PC do B. E a secretaria de obras continua com PMDB? O PROS do vereador Leodato Marques (PROS) vai para onde? O PSB do vereador Alécio Stringari e companhia que tem a secretaria de Meio Ambiente pode retornar para o ninho de Tião Miranda. O nanico PHS vereador Ilker que não tem nenhuma secretaria vai com PT ou Salame? A secretária de turismo Jeânia Santos PT do B a quem manterá a sua pouca fidelidade? Gerson do Badeco (PTN) tá passando a bola para o pai - Paulo Sérgio "Badeco", que vem sonha em retornar ao parlamento.

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