terça-feira, 28 de junho de 2016

SALAME NA GELADEIRA

Deu no CORREIO

Já se vão 55 dias desde que o prefeito João Salame Neto foi afastado preventivamente pela Justiça em Marabá pelo não pagamento do Ipasemar (Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Marabá). Em seguida, ele recorreu ao Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PA) e seu pedido de liminar para voltar imediatamente ao cargo foi parar nas mãos da desembargadora Gleide Pereira de Moura.
Depois de analisar o caso durante alguns dias, ela pediu que o Ministério Público Estadual se manifestasse em relação à denúncia que havia feito. Entre idas e vindas dos documentos – entre Belém e Marabá – passaram-se mais de 30 dias.
Todavia, depois de receber a documentação assinada pelos promotores de Justiça Júlio César Costa, Mayanna Queiroz e Josélia Leontina de Barros, na semana passada, a desembargadora Gleide Moura emitiu nesta segunda-feira, 27, uma decisão em que se julgou suspeita nos autos do Agravo de Instrumento impetrado pelo prefeito afastado, João Salame Neto, que pede a revisão da liminar do juízo marabaense que o afastou do cargo e declarou a indisponibilidade de seus bens por suposto ato de improbidade administrativa.
A desembargadora argumentou em sua decisão estar sendo pressionada e ameaçada de representação na Corregedoria de Justiça. Leia abaixo a íntegra da decisão de Gleide Pereira de Moura: “Após receber os presentes autos, verifiquei que a controvérsia em tela possui alto teor indagativo e diante da nova sistemática processual que estabeleceu o modelo Cooperativo do Magistrado com as partes, estabelecendo, inclusive o chamado dever de informação, insculpido no art.10 do CPC, entendi ser prudente a formação do contraditório, antes mesmo de analisar o efeito do recurso pretendido pelo Agravante.

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