sábado, 13 de fevereiro de 2016

Nota sobre a greve

Caros servidores de apoio,
Não é verdade que essa greve é uma iniciativa apenas dos Professores. É verdade que a adesão tem sido maior por parte dos profissionais do magistério! Fui informado que em algumas escolas, vocês estão sendo assediados e forçados a ficar na escola cumprindo horário. As pessoas que fazem isso não querem assumir a responsabilidade pela escola, pois a greve é um direito legítimo de todos vocês. Deixem que a Semed cuide das escolas. Merendeiras, serventes, agentes de portaria e auxiliares de secretaria vocês também são oprimidos e precisam dos resultados dessa greve.
Esclarecendo a PAUTA:
1. PCCR Unificado: Uma luta árdua travada pelo Sintepp em todo o estado do Pará. O objetivo é assegurar reconhecimento e valorização a todos os servidores de apoio. Neste caso, lutamos pelo PCCR unificado apenas para incluir nossos servidores de apoio, pois os Profissionais do Magistério já estão contemplados. Leiam a carta compromisso do João Salame e vejam que essa foi uma promessa dele;
2. Garantia da GTI de 70%: Conseguimos essa pauta em 2015, no entanto o Governo acabou criando dificuldades e não enviou projeto para a Câmara Municipal para aprovar a GTI de 70% para o dobra turno dos nossos servidores de apoio. O que é bem estranho, pois com essa vantagem o município passaria a economizar na contratação de servidores de apoio. Mas isso só mostra que o interesse do Secretário de Educação é continuar contratando para manter os fiéis cabos eleitorais;
3. Vale alimentação: Uma das principais conquistas de nossa Gestão a frente do Sintepp. Hoje o vale alimentação tem sido uma das principais fontes de renda de todos os nossos servidores de apoio. Garantir o seu reajuste e sua manutenção é uma questão de sobrevivência para todos nós. Lembrando que o Governo também quer atacar esse direito;
4. Gratificação de Apoio Semed: Como vocês bem sabe, sempre fomos acusados de não conseguir nada para os servidores de apoio. Em 2012 essa história mudou, pois conquistamos essa gratificação no percentual de 10% não apenas para as serventes, como era esperado e reivindicado por alguns, mas para todos os servidores de apoio.
Se você está disposto a abrir mão de tudo isso e não avançar em nada na sua vida profissional, então tudo bem, você pode ficar trabalhando normalmente como se nada estivesse acontecendo. Pode ficar na Escola aceitando a todas as desculpas esfarrapadas criadas por pessoas que nunca ajudaram a forjar a nossa luta. Usando de todas as desculpas para não ir a guerra. O seu povo, o seu verdadeiro aliado está nas ruas!
Marabá-PA, 13 de fevereiro de 2016.
Wendel Bezerra
Coordenador Geral
Sintepp Marabá

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