terça-feira, 31 de março de 2015

AS CONTRIBUIÇÕES DA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA PARA A GESTÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO DO CAMPO


Damião Solidade dos Santos[1]
Nesta Roda de Conversa que tem como tema: “o Campo e a Gestão Escolar”, colocamos na pauta a socialização da experiência Escola Família Agrícola (EFA) de Marabá, que dialogará com outras ações: a Escola Crescendo na Prática vinculada ao Movimento dos/as Trabalhadores/as Rurais Sem Terra (MST), a Escola Nacional de Formação da Contag (ENFOC) coordenada no estado pela Federação dos/as Trabalhadores/as na Agricultura do Estado do Pará (FETAGRI), a Escola Municipal Boa Esperança do Burgo e a Casa Familiar Rural (CFR) de Tucuruí, esta última também se baseia na Pedagogia da Alternância.
Vamos, então contar a história, sem mentir. É importante esclarecer, que atuamos como Diretor na EFA de 1996 a 2004 e na Escola Municipal Carlos Marighella (Assentamento 26 de Março/MST). E mais recentemente na implantação EFA “Prof. Jean Hébette” (2013 – 2014).
A Escola Família Agrícola EFA “Prof. Jean Hébette” é uma Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) integrada a Rede Ensino da Secretaria Municipal de Educação de Marabá (SEMED), vinculada a Diretoria da Educação do Campo, tendo à frente o professor Wesley Nascimento. Filiada União Nacional das Escolas Famílias Agrícolas (UNEFAB). Iniciou seu funcionamento no dia 19 de maio de 2014, em outro espaço e num novo contexto histórico, tendo como lema: “Escolas Famílias Agrícolas esta ideia não pode morrer!” e na crença “é possível produzir conhecimentos e alimentos”.


[1]Educador com atuação na Escola Família Agrícola Prof. Jean Hébette (EFA) e na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (EMATER-PARÁ), Marabá - PA. dsolidade@bol.com.br

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