terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A hipocrisia charlista!


Somos todos Baga? Ataque mata duas mil pessoas na Nigéria

Enquanto todos os olhos se voltam comovidos para a França por conta dos ataques de radicais islâmicos, na Nigéria, segundo aponta a Anistia Internacional, o ataque ocorrido na quinta-feira (8), pelo grupo Boko Haram matou duas mil pessoas, principalmente mulheres e crianças, na cidade de Baga e centenas de corpos continuam espalhados.


O grupos radical islâmico Boko Haram tem cometido uma série de atentados na Nigéria O grupos radical islâmico Boko Haram tem cometido uma série de atentados na Nigéria
De acordo com fontes da Anisitia, o ataque foi o mais letal da história do grupo, O Porta-voz do governo nigeriano, Mike Omeri, afirmou que os atiradores têm como objetivo recuperar o controle de Baga, na fronteira com o Chade, onde os insurgentes tomaram uma base militar no dia 3 de janeiro e atacaram novamente na quarta-feira (7).

"As forças de segurança têm respondido rapidamente e utilizado recursos significativos, além de realizar ataques aéreos contra os militantes", afirmou Omeri em um comunicado.

De acordo com o chefe do distrito, Baba Abba Hassan, a maioria das vítimas são crianças, mulheres e idosos que não conseguiram fugir quando os insurgentes invadiram Baga, disparando granadas e fuzilando os habitantes.

"A carnificina humana perpetrada pelos terroristas do Boko Haram em Baga foi enorme", disse à agência Associated Press, Muhammad Abba Gava, que é porta-voz de um grupo de civis que luta contra a Boko Haram. "Ninguém conseguiu prestar assistência aos corpos, e até mesmo os gravemente feridos já devem ter morrido agora", acrescentou.

Antes do ataque desta semana, o dia mais sangrento aconteceu em 14 de março do ano passado em Maiduguri, onde soldados atiraram em prisioneiros desarmados num ataque ao quartel militar da cidade.

As ações do grupos radicais já dura cinco anos e matou mais de 10 mil pessoas apenas em 2014. Mais de um milhão de pessoas estão deslocadas, dentro da Nigéria, e centenas de milhares fugiram pelas fronteiras com Chade e Camarões (Fonte:Vermelho.org.br)

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