segunda-feira, 10 de março de 2014

Justiça Eleitoral proíbe o PMDB, Elcione Barbalho e Helder Barbalho de realizarem caravanas


 Investigação do Ministério Público Eleitoral comprovou que o partido e os pré-candidatos estão fazendo propaganda eleitoral irregular. Foram 39 reuniões convocadas pela internet
A juíza auxiliar Edinéa Oliveira Tavares, do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, concedeu liminar ao Ministério Público Eleitoral proibindo o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), Elcione Barbalho e Helder Barbalho de realizarem encontros públicos que denominam de “Queremos Ouvir o Pará”. Já foram realizados 39 desses encontros desde 25 de setembro de 2013, que a juíza considerou propaganda eleitoral antecipada, já que o início da campanha eleitoral só é permitido a partir do dia 6 de julho próximo.A juíza considerou que o fato das reuniões serem convocadas pelas redes sociais e contarem com a presença de dezenas de pessoas e até políticos não ligados ao PMDB configura violação da legislação eleitoral. Pela lei, encontros, seminários e congressos partidários podem ser realizados antes do início da campanha, mas em ambientes fechados. Os 39 encontros realizados pelo PMDB e pelos pré-candidatos Elcione e Helder Barbalho não se enquadram no que é permitido.O pedido para que os encontros sejam proibidos foi do MP Eleitoral, após investigação em que constatou que os dois pré-candidatos vinham se reunindo com a população de diversos municípios paraenses. Durante a investigação, alguns dos encontros foram gravados em vídeos que demonstram claramente o caráter de comício das reuniões. “Os eventos tem como finalidade a divulgação da pretensa candidatura de Helder Barbalho”, sustentou o MP Eleitoral.
Além da presença de grande número de pessoas não filiadas ao PMDB, políticos de outros partidos, como Carlos Bordalo e Beto Faro, do Partido dos Trabalhadores (PT), também estavam presentes aos encontros. “Os representados vêm se utilizando dos encontros como comícios, praticando verdadeira propaganda antecipada”, disse o MP à Justiça Eleitoral.
Em caso de descumprimento da ordem judicial, cada candidato e o partido deverão pagar multas de R$ 5 mil reais por comício.
Ministério Público Federal no Pará
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2 comentários:

Anônimo disse...

Caro Riba, a bem da verdade, o clâ oligarco parauara Barbalho, há muito desencandeou uma campanha de "interiorização" da imagem de Hélder, filho de Jáder(PMDB), e cacique-mor do partido no estado. Arrendamento de veículo de comunicação(jornal), implantação de Radios AM/FM em municípios da região, corroboram a assertiva. E, infelizmente, com o apoio do PT, embora algumas correntes dos vermelhos queiram candidato proprio ao governo estadual, veremos e votaremos(menos eu) para o candidato citado, viabilizando assim, mais uma vez,o retorno de uma família ao governo do estado. Em 15.04.14, Marabá-PA

Anônimo disse...

Esse retorno dessa família com o apoio do João Salame e do PT é uma afronta ao povo de Marabá que anseia pela emancipação desse município,sabemos que a família Barbalho é contra essa divisão e que jamais vai lutar para tal concretização.Agora vamos pensar povo de Marabá,se o João Salame que se intitulava de defensor da separação,porque está se aliando aos contra a separação.Realmente em política boi voa e jacaré toca guitarra.Esse Helder agora até em culto das igrejas evangélicas ele está presente.No jornal anunciou que vai até Brasília solicitar verbas para enchente de Marabá,isso é piada,pois sabemos que existem verbas exclusivas para as enchentes na Amazônia,basta que as prefeituras façam a solicitação e não é pouco essa verba.Vamos abrir nossos olhos ou vamos nadar e morrer no seco.Dina guerrilheira.