domingo, 31 de março de 2013

SEJA BEM VINDO

Hino de Marabá

http://youtu.be/ihPjbUTgMvM

Hino de Marabá

Marabá nossa história: 100 anos de emancipação!


NO CENTENÁRIO DA EMANCIPAÇÃO POLITICA E TERRITORIAL
Enchente de 80 - Cine Marrocos

Imagem1 Arquivo FCCC e Imagem 2 (Mostra Enchente de 80: 30 anos depois - Blog Contraponto & Reflexão, março de 2010

NO CENTENÁRIO DA EMANCIPAÇÃO POLITICA E TERRITORIAL
Enchente de 80 - Cine Marrocos

Imagem1 Arquivo FCCC e Imagem 2 (Mostra Enchente de 80: 30 anos depois - Blog Contraponto & Reflexão, março de 2010)
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NO CENTENÁRIO DA EMANCIPAÇÃO POLITICA E TERRITORIAL
Enchente de 80

Arquivo FCCC e Imagem 2 (Mostra Enchente de 80: 30 anos depois - Blog contraponto & Reflexão, março de 2010)

O CENTENÁRIO DA EMANCIPAÇÃO POLITICA E TERRITORIAL
Quadros históricos retrata um pouco da história

 
 
 
 

 
 
 
 
NO CENTENÁRIO DA EMANCIPAÇÃO POLITICA E TERRITORIAL
Igreja de São Félix do Valois - alterada no tempo dos homens

NO CENTENÁRIO DA EMANCIPAÇÃO POLITICA E TERRITORIAL
A movimentação do 7 de setembro da Getúlio e Antônio que sempre arrastou multidões!
Arquivos da Emef José Mendonça Vergolino - onde em 1982 fiz minha alfabetização

NO CENTENÁRIO DA EMANCIPAÇÃO POLITICA E TERRITORIAL
A movimentação do 7 de setembro da Getúlio e Antônio que sempre arrastou multidões!

Revivendo Os Brasas Seis

OS BRASAS...seis ".HOJE na Praça São Félix Valois apartir das 19hs
Show DO CENTENÁRIO desta banda que embalou a juventude de Marabá nas décadas de 70 e 80..
e muitos artistas da terra se apresentam.
Foto

Fonte: Isis Mourão

Justiça decreta prisão de Frei em Minas


Justiça a serviço de quem?

Assista aqui o vídeo que motivou o decreto de prisão de Frei Gilvander.

Eu-apoio-Frei-Gilvander

O juiz do município de Unaí, região Noroeste de Minas Gerais, decretou a prisão do padre Carmelita, assessor da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e militante dos direitos humanos, Frei Gilvander. O motivo para a prisão foi a divulgação de um vídeo produzido pelo Frei que denúncia o envenenamento da população da cidade de Unaí e região pelo abuso de agrotóxicos utilizados na marca “Feijão Unaí”.
No vídeo, depoimento de uma trabalhadora de uma escola municipal de Arinos, cidade vizinha de Unaí, relata que o feijão foi enviado para a merenda escolar e que as cozinheiras não suportaram o mau cheiro e os sinais de veneno contidos no feijão, chegando, inclusive a passar mal. Isso se repetiu várias vezes, chegando ao ponto de até descartar o feijão no lixo.
A cidade de Unaí é a campeã nacional em casos de câncer. Segundo os dados da Comissão Parlamentar da Câmara Federal, em Unaí há 1260 casos de pessoas com câncer por ano. A média mundial não ultrapassa 400 casos anuais para cada 100.000 habitantes. A cidade também é a campeã nacional em produção de feijão e de uso de agrotóxicos, uma verdadeira ameaça a saúde da população.
A prisão de Frei Gilvander se dará caso não retire de circulação o vídeo que faz essa importante denúncia, um verdadeiro ataque à liberdade de expressão e informação. Os diretores do Google e do Youtube estão respondendo a processo pela veiculação do vídeo.
Frei Gilvander é um grande companheiro da luta do povo pobre e por isso desperta o ódio dos poderosos. Em maio, por seu apoio à luta do povo por moradia e denúncia do despejo da Ocupação Eliana Silva e de outras comunidades sofreu dezenas de ameaças de morte (veja na entrevista ao Jornal A Verdade clicando aqui). Mas segue firme na luta contando com cada vez mais apoio das comunidades e das pessoas de luta, justas e honestas.
No dia 25 de outubro, organizações da sociedade civil e movimentos sociais lançaram manifesto contra a criminalização do Frei Gilvander Luís Moreira e o uso abusivo de venenos. Acesse aqui.

Fonte: www.averdade.org.br, por Natália Alves, Belo Horizonte

Revista Fé



Acontece hoje o pré-lançamento da Revista Fé - congregação da AD da Folha 9, ás 19:30







Abaixo comentário do Editor em resposta a um anônimo que fez certas insinuações.


 Boa noite meu amigão anônimo, eu sou Cildo Rodrigues (não preciso me esconder para dar minha opinião), idealizador da Revista Fé, uma publicação voltada ao público evangélico de Marabá. Só para o seu conhecimento essa revista é feita com meu dinheiro mesmo e não com o do povo enganado por sua boa fé como você diz, acho que seria mais fácil encontrar pessoas enganadas sem fé, assim como você. Não sei qual sua experiência com o povo evangélico, mas acho que você poderia ser um tantinho menos julgador e desse uma chance para as pessoas de bem, que têm em seu coração o desejo de levar a palavra de Deus aos que necessitam. Que Deus o abençoe!!!

sexta-feira, 29 de março de 2013

INjustiça

Repórter Brasil denuncia!

 

Juiz ordena invasão policial de área privada no Pará

Uma ação frustrada de despejo de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), ordenada pelo juiz estadual Mauricio Ponte Ferreira de Souza, no município de Igarapé Açu, nordeste do Pará, acabou resultando na invasão das terras de uma agricultora vizinha e a destruição de seu galpão por policiais da tropa de choque do Estado.
Juiz determinou que polícia entrasse em lote vizinho, que é privado e não estava em disputa. Fotos: Jean Brito
Juiz determinou que polícia entrasse em lote vizinho, que é privado e não estava em disputa. Fotos: Jean Brito


A história começou com a ocupação, há cerca de 40 dias, da fazenda Dom Bosco, pertencente à família do fazendeiro Getulio de Carvalho Galvão, no referido município. Tanto a posse quanto a produtividade da fazenda são questionados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e, de acordo com a Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH, que acompanha o caso) e o Ministério Publico, um processo referente à propriedade da área ainda tramita no Instituto de Terras do Pará.
Na última segunda-feira, 26, por ordem do juiz Mauricio de Souza, uma viatura da ROTAM (Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas), uma da COE (Comandos e Operações Especiais), outra da Perícia Criminal, uma do Corpo de Bombeiros e um ônibus com um efetivo da Polícia de Choque foram à fazenda para efetuar a retiradas das famílias de sem-terra, mas quando chegaram ao local a área já havia sido desocupada.
O representante da SDDH, Antônio Pimentel, que também estava no local para acompanhar a ação, relata: “Devido a ação de reintegração marcada para este dia, grande parte dos sem terra saíram do local na noite anterior, com medo de uma ação violenta por parte da polícia, já que a situação na área é de muita tensão e medo”. Do grupo todo, apenas 15 famílias permaneciam por perto, acampadas no lote da agricultora Maria, que, vizinha da fazenda, as tinha acolhido após o abandono, às pressas, da área ocupada.

INjustiça! 2

 

Policiais da Tropa de Choque invadiram e destruíram casa de moradora que acolheu famílias, segundo Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos
Policiais da Tropa de Choque invadiram e destruíram casa de moradora que acolheu famílias, segundo Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos

“Quando a policia chegou lá”, conta Antonio Pimentel, “o delegado, ao ver que as famílias ja tinham saído da fazenda e estavam no lote da dona Maria, disse que faria uma vistoria na Dom Bosco mas que voltaria para destruir o novo ‘acampamento’ na área vizinha. Telefonamos então para o Comando da polícia em Belém, e quando o delegado voltou avisamos que este não permitiria a invasão das terras da agricultora. Então o delegado ligou para o juiz Mauricio, que expediu um novo mandado. Foi aí que invadiram a propriedade da dona Maria e destruíram o galpão onde ela tinha seu fogão a lenha, suas coisinhas de cozinha”.
No mandado, expedido às pressas na mesma manhã do dia 26, o juiz Mauricio autorizou o “desfazimento do acampamento dos invasores, que fica em terreno em frente à área invadida, uma vez que configura ameaça de novas invasões, devendo ser alcançada pela ordem de reintegração, para o fim de evitar que os invasores permaneçam em área contigua à área de litígio” (clique aqui para ler o documento).

INjustiça! 3

 

Irregularidades

 De acordo com os advogados da SDDH, os procedimentos jurídicos do juiz Mauricio de Souza estão marcado por irregularidades. “É um absurdo que um juiz ordene a invasão de uma propriedade privada para destruir infraestruturas na mesma, e despejar pessoas que estavam no local a convite e com permissão da proprietária, sob argumento de ‘ação preventiva’ contra possível suposta ação dos sem terra no futuro”, afirma a advogada Roberta Amanajás. O também advogado Nildon Deleon Silva completa: “Entendemos que o Juiz Mauricio é incompetente para processar e julgar a ação ou determinar qualquer liminar de desapropriação de áreas rurais, pois, por se tratar de conflito agrário, este deve ser processado e julgado na Vara Agrária de Castanhal”. A Repórter Brasil tentou contato com o juiz, que, na véspera do feriado da Semana Santa, não foi encontrado para comentar o caso.
Policiais carregavam armamento pesado durante a operação
Policiais carregavam armamento pesado durante a operação
Os procedimentos do juiz no caso também foram criticados pela promotora de justiça Eliane Moreira, que realizou uma vistoria do caso em 6 de março e solicitou, ao final do processo, a transferência do mesmo da justiça estadual para a federal (clique aqui para ler o relatório completo).  Diante do que considera graves desvio de conduta por parte do juiz, a SDDH afirma que encaminhará uma representação contra Mauricio de Souza ao Conselho Nacional de Justiça, ao Tribunal de Justiça do Estado e ao Ministério Público Agrário.

Marabá: Dos quindangues, caucho e campos naturais




(...) O governador do Pará, Lauro Sodré, deu asilo aos florianistas expulsos de Boa Vista (Tocantinópolis), criando, para eles habitarem, o burgo agrícola do Itacaiúnas. O local preferido - Praia dos Quindangues - é o melhor do Tocantins.
Demora na riba esquerda 11 quilômetros abaixo da foz do Itacaiúnas. O assentamento das ruas é 23 metros acima do nível da água nas maiores enchentes e 38 a 40 metros de altura acima do nível da agua no verão. A taxa da ascensão é 16 por 100. (...) Foi assim que uma catástrofe política povoou o deserto. (CARVALHO, Carlota, 1924 p. 235)
 
É assim, que Carlota Carvalho descreve o surgimento da cidade de Marabá, a partir da constituição de um pequeno vilarejo comandado por Carlos Leitão após ser expulso do então Estado do Goiás.
Apesar de ainda pouco conhecida do grande público brasileiro, o Sertão é uma obra que se coloca entre as mais densas e ricas contribuições à interpretação do Brasil interiorano. A descoberta do caucho e dos campos naturais para pastagem foram sem sombra de duvida importante para o começo da colonização - Não podemos deixar de mencionar que do outro lado do Tocantins já aldeavam por lá os Gavião, vindo também do Maranhão pela forte expulsão das frentes econômicas de produção de arroz que se instalou ali desde meados do séc XVIII.

O "Centenário": o que diz uma cidadã?

Marabá, desses teus 100 anos o que temos para comemorar?
Terra de índio sem terra, de gente sem moradia e sem terra, de oligarquias permanentes, de grileiros profissionais, de coronéis autoritários, de políticos latifundiários, lugar de gente sofrida, lutadora e honesta.

"Marabá-la", rica pelos contrastes sociais, conhecida nacionalmente pela violência, pelo saqueamento de suas riquezas naturais, pelo caos na saúde, na educação, pelos conflitos sociais, pela corrupção, pela falta de políticas públicas, pela sua ilusão de emacipação, pela violência contra mulher, contra os homossexuais, contra criança, contra os jovens.
...
Marabá, governada não pelo povo, e sim por uma classe dominante que se instalou aqui se tornando rica e soberana pela apropriação e espoliação de suas terras de forma violenta e opressora.

Marabá, dominada e manipulada pelas grandes cooporações instaladas que lucram milhões extorquindo e explorando a classe trabalhadora de forma cruél, desvalorizando, a sua cultura, contaminando seus rios, e iludindo a sua gente com a ideologia de desenvolvimento econômico com oportunidades pra todos.

Marabá, conhecida mundialmente como “Tigre da Amazônia”, devido ao seu potencial econômico também estampa os grandes noticiários se destacando entre as cinco cidades do país com pior transmição em internet, tratamento de lixo, saneamento e mortalidade infantil, além de ser a pior em criminalidade.

É isso que temos que comemorar nesses 100 anos de desenvolvimento primitivo??

Onde a lógica do seu desenvolvimento está voltado para poucos...
Com essas especificidades e práticas usurpadora teremos um "futuro histórico minha adorada Marabá"?

Ah, Marabá, como filha da terra lamento e me indiguino por tantas insjustiças feita contra te, e contra teus filhos, mas desejo que à parti desses 100 anos que tú se torne mais autônoma, mais forte, mais bonita e vigorosa, mais justa e igualitária, mais emancipada, mais esclarecida, mais rica de pessoas conscientes, mais segura para se viver, mais cheia de oportunidades para teu povo, mais aculturada, menos usurpada, menos manipulada pelo teus governantes, menos dominadas pela classe dominante.

Que tú sejas mais valorizadas pelo teu povo e pelos os imigrantes que aqui pisão para ganhar seus sustentos que eles te respeite e te valorize como terra de índios, de cabloco, de ribeirinhos, de garimpeiros, de operários, e te recolheça como uma cidade que tem um povo que pensa e que luta por dias melhores.

-----------------------------
Celma Campelo Silva.
Filha de Marabá, nascida e criada nessa cidade, trabalhadora, Técnica em Segurança do trabalho, militante social, ativista, estudante universitária do curso de Ciências, sociais da UFPA, bolsista e futura socióloga, cientista social e educadora na luta e na construção por uma Marabá melhor pra se viver.

Hino de Marabá

Hino de Marabá

http://youtu.be/ihPjbUTgMvM

Hino de Marabá

Poema que originou o nome da cidade

Nossa Marabá centenária briosamente maranhense: Gonçalves Dias, Chico Coelho e tantos ouros que por aqui trilharam caminhos e ajudaram a construir este pedaço de chão na Amazônia.
 
 
MARABÁ

Eu vivo sozinha, ninguém me procura!
Acaso feitura
Não sou de Tupá!
... Se algum dentre os homens de mim não se esconde:
— "Tu és", me responde,
"Tu és Marabá!"

— Meus olhos são garços, são cor das safiras,
— Têm luz das estrelas, têm meigo brilhar;
— Imitam as nuvens de um céu anilado,
— As cores imitam das vagas do mar!

Se algum dos guerreiros não foge a meus passos:
"Teus olhos são garços",
Responde anojado, "mas és Marabá:
"Quero antes uns olhos bem pretos, luzentes,
"Uns olhos fulgentes,
"Bem pretos, retintos, não cor d'anajá!"

— É alvo meu rosto da alvura dos lírios,
— Da cor das areias batidas do mar;
— As aves mais brancas, as conchas mais puras
— Não têm mais alvura, não têm mais brilhar.

Se ainda me escuta meus agros delírios:
— "És alva de lírios",
Sorrindo responde, "mas és Marabá:
"Quero antes um rosto de jambo corado,
"Um rosto crestado
"Do sol do deserto, não flor de cajá."

— Meu colo de leve se encurva engraçado,
— Como hástea pendente do cáctus em flor;
— Mimosa, indolente, resvalo no prado,
— Como um soluçado suspiro de amor! —

"Eu amo a estatura flexível, ligeira,
Qual duma palmeira",
Então me respondem; "tu és Marabá:
"Quero antes o colo da ema orgulhosa,
Que pisa vaidosa,
"Que as flóreas campinas governa, onde está."

— Meus loiros cabelos em ondas se anelam,
— O oiro mais puro não tem seu fulgor;
— As brisas nos bosques de os ver se enamoram
— De os ver tão formosos como um beija-flor!

Mas eles respondem: "Teus longos cabelos,
"São loiros, são belos,
"Mas são anelados; tu és Marabá:
"Quero antes cabelos, bem lisos, corridos,
"Cabelos compridos,
"Não cor d'oiro fino, nem cor d'anajá,"

————

E as doces palavras que eu tinha cá dentro
A quem nas direi?
O ramo d'acácia na fronte de um homem
Jamais cingirei:

Jamais um guerreiro da minha arazóia
Me desprenderá:
Eu vivo sozinha, chorando mesquinha,
Que sou Marabá!


IMAGEM: CASA EM QUE GONÇALVES DIAS PASSOU SUA INFÂNCIA EM CAXIAS (MA)
Ver mais
MARABÁ

Eu vivo sozinha, ninguém me procura!
 Acaso feitura
 Não sou de Tupá!
 Se algum dentre os homens de mim não se esconde:
— "Tu és", me responde,
 "Tu és Marabá!"

— Meus olhos são garços, são cor das safiras,
— Têm luz das estrelas, têm meigo brilhar;
— Imitam as nuvens de um céu anilado,
— As cores imitam das vagas do mar!

Se algum dos guerreiros não foge a meus passos:
 "Teus olhos são garços",
 Responde anojado, "mas és Marabá:
 "Quero antes uns olhos bem pretos, luzentes,
 "Uns olhos fulgentes,
 "Bem pretos, retintos, não cor d'anajá!"

— É alvo meu rosto da alvura dos lírios,
— Da cor das areias batidas do mar;
— As aves mais brancas, as conchas mais puras
— Não têm mais alvura, não têm mais brilhar.

Se ainda me escuta meus agros delírios:
— "És alva de lírios",
 Sorrindo responde, "mas és Marabá:
 "Quero antes um rosto de jambo corado,
 "Um rosto crestado
 "Do sol do deserto, não flor de cajá."

— Meu colo de leve se encurva engraçado,
— Como hástea pendente do cáctus em flor;
— Mimosa, indolente, resvalo no prado,
— Como um soluçado suspiro de amor! —

"Eu amo a estatura flexível, ligeira,
 Qual duma palmeira",
 Então me respondem; "tu és Marabá:
 "Quero antes o colo da ema orgulhosa,
 Que pisa vaidosa,
 "Que as flóreas campinas governa, onde está."

— Meus loiros cabelos em ondas se anelam,
— O oiro mais puro não tem seu fulgor;
— As brisas nos bosques de os ver se enamoram
— De os ver tão formosos como um beija-flor!

Mas eles respondem: "Teus longos cabelos,
 "São loiros, são belos,
 "Mas são anelados; tu és Marabá:
 "Quero antes cabelos, bem lisos, corridos,
 "Cabelos compridos,
 "Não cor d'oiro fino, nem cor d'anajá,"

————

E as doces palavras que eu tinha cá dentro
 A quem nas direi?
 O ramo d'acácia na fronte de um homem 
 Jamais cingirei:

Jamais um guerreiro da minha arazóia
 Me desprenderá:
 Eu vivo sozinha, chorando mesquinha, 
 Que sou Marabá!


IMAGEM: CASA EM QUE GONÇALVES DIAS PASSOU SUA INFÂNCIA EM CAXIAS (MA)




A primeira Edição da Revista Fé já está na cidade... Pré-lançamento na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Congregação Folha 9, domingo (dia 31), a partir das 19h30. Estão todos convidados!!!
A primeira Edição da Revista Fé já está na cidade... Pré-lançamento na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Congregação Folha 9, domingo (dia 31), a partir das 19h30. Estão todos convidados!!!

Contraponto no Centenário


O Blog Contraponto & Reflexão lança oficialmente nas comemorações do "centenário de Marabá". Pautado na reflexão de que a cidade de 115 de fundação, comemora os 100 anos de emancipação politica e territorial.

Artigos serão publicados imagens e lembranças de acontecimentos, porém sem perder a ternura da resitência indígena, camponesa e operária do município e da região.

 
Tendo como pano de fundo a profunda crise econômica que a Amazônia viveu pós o declínio da borracha, o comercio da castanha foi sustentáculo das oligarquias em Marabá. Deodoro de Mendonça com aval do Governo do Estado se apropriou de extensos castanhais, controlava além da compra, o transporte e as concessões de terras por meio de arrendamentos. De fato esse controle estava ligado ao esquema de subordinação e lealdade à oligarquia dominante.
 
Assim a cidade foi constituída pela força da mão de obra barata e sazonal, escrava e dos povos desterritorializados. Com uma economia pujante para poucos e a força da classe trabalhadora que neste centenário, serão esquecidos.

quinta-feira, 28 de março de 2013

O silêncio do Jader!

Suspeitas e silêncio
Ex-presidente do Senado, Jader Barbalho deixou a Casa pela porta dos fundos em 2001, quando renunciou ao mandato para escapar do processo de cassação no Conselho de Ética, após ser acusado de desviar recursos do Banco do Estado do Pará (Banpará), da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Ministério da Reforma Agrária.
Voltou poucos meses depois ao Congresso, dessa vez pela porta da frente, como o deputado federal mais votado do Pará. Com a prerrogativa de ser julgado apenas pelo Supremo, passou dois mandatos em branco na Casa: registrou presença em menos da metade das sessões realizadas nos oito anos. Poderoso nos bastidores do Parlamento e nos governos federal e estadual, não fez um único discurso nem apresentou qualquer projeto de lei no período.
Roteiro que Jader repete, agora, no Senado. Seu último pronunciamento no Congresso foi o da renúncia, 11 anos atrás. Desde então, ele também não apresentou qualquer projeto de lei. No Senado, não relatou proposição.
O silêncio de Jader custa caro ao contribuinte. No ano passado, a Casa ressarciu o senador em R$ 185 mil para cobrir despesas com a divulgação de seu mandato. O senador responde, atualmente, a seis ações penais e quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como falsidade ideológica, quadrilha ou bando, emprego irregular de verba pública, contra a ordem tributária e o sistema financeiro, além de lavagem de dinheiro. (Congresso em Foco)

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Em Marabá o seu principal aliado hoje é o prefeito Joaõ Salame (PPS) que recebeu amplo apoio do senador e ainda tem convites intenso para ir ao PMDB.

Jader e João Lyra, os mais ausentes do Congresso

O ex-presidente do Senado e o parlamentar mais rico do Congresso foram os que mais acumularam ausências no Senado e na Câmara no ano passado. Além das faltas, os dois têm algo mais em comum: problemas na Justiça

Agência Brasil/PSD
Jader Barbalho e João Lyra apresentaram justificativa para a maioria de suas ausências
Com patrimônio declarado de R$ 240 milhões, o deputado João Lyra (PTB-AL) começou a legislatura como o parlamentar mais rico do Congresso, segundo declaração apresentada à Justiça eleitoral. Mas o usineiro alagoano terminou o seu segundo ano de mandato como um homem de negócios à beira da falência e o deputado mais ausente da Casa. João Lyra compareceu a apenas 29 (32%) das 91 sessões destinadas a votação em 2012. No Senado, ninguém faltou mais que Jader Barbalho (PMDB-PA). O senador que só tomou posse em dezembro de 2011, após ser beneficiado com o adiamento da vigência da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2012, registrou presença em somente 69 (55%) das 126 sessões destinadas a votação ao longo de todo o ano. Os dados são de levantamento da Revista Congresso em Foco.
CICLO DE ESTUDOS HISTÓRIA DA ÁFRICA

OBJETIVO: Discutir temas de história(s) da(s) África(s) reconhecendo-a como uma grande vertente (num sistema relacional) da formação histórica e da(s) identidade(s) brasileiras

INSCRIÇÕES: até dia 19 de abril, por email ou pessoalmente no N’UMBUNTU. O pessoal da Educação do Campo pode enviar solicitação de inscrição (nome, vínculo institucional, comunidade-município, dados para contato) para o email:idelmasantiago@gmail.com

CERTIFICAÇÃO: 40h, com leitura dos textos propostos
BIBLIOGRAFIA: disponível para cópia na primeira tenda mais próxima ao Tapiri, na pasta ciclo de história da África.

1 CICLO: DIA 27 DE ABRIL DE 2013
Auditório da UFPA
Hora: 08:30 h a 16:00 h
TEMA: Nosso olhar e interesse sobre África: a importância da história da África para os sistemas de ensino brasileiro
Coordenação: Prof.  Ivan Costa Lima, Profa. Gisela Villacorta

2 CICLO: DIA 25 DE MAIO DE 2013
Auditório da UFPA
Hora: 08:30 h a 16:00 h
TEMA: África, invenção e reinvenções (em construção)
Coordenação: Profa. Idelma Santiago, Prof. Ivan Lima e Prof. Bruno Malheiro
 
3 CICLO: DIA 22 DE MAIO DE 2013
Auditório da UFPA
Hora: 08:30 h a 16:00 h
TEMA: Línguas e literaturas africanas (em construção)
Coordenação: Profa. Eliane Pereira e outros (em construção)

REALIZAÇÃO: N'UMBUNTU, NECAMPO, LPEC... 
UFPA/ Campus de Marabá

Justiça no centenário

Assassino e mandante do assassinato do  casal que lutava contra a extração de madeira  em Nova Ipixuna serão julgados na semana que vem, os irmãos acusados por esse crime de repercussão internacional deram entrevista domingo na Record.

http://r7.com/OPQJ

quarta-feira, 27 de março de 2013

Mural Indígena

      EDUCANDOS DO CURSO TÉCNICO EM AGROECOLOGIA DOS POVOS INDÍGENAS DO SUDESTE PARAENSE, DO INSTITUTO FEDERAL DO PARÁ ENCERRARAM O 8º TEMPO ESCOLA  DO I CICLO COM BASTANTE ÊXITO, no período de 26 de fevereiro a 21 de março de 2013, estiveram com várias produções, entre elas os murais com croqui das aldeias.

          

            

















fonte: Mara Pereira

Seminário: Dois temas e vários debates

Acontece no dia 18 de abril de 2013 de Ciclo de palestras "Uso dos recursos naturais no sudeste do Pará"

- "Extração de argila em Marabá: impactos e implicações sócio-ambientais", Dra. Andréa Hentz (PDTSA/UFPA) e Sr. Edmilson Lacerda do Sindicato das Cerâmicas Vermelhas de Ma-rabá (SINDCERV)
- "Mineração, Trabalho e Conflitos Amazônicos no Sudeste do Pará" (PDTSA/UFPA).
Horário: 14:30 às 17:00 h
Local: Campus II - UFPA Marabá, Sala 11

A atividade é aberta ao público

Abril Indígena!



Seminário Nacional dos Povos Indígenas do Brasil, organizado pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, no contexto do Abril Indígena 2013, a fim de estudar e aprofundar questões políticas sérias e relevantes para a vida e os direitos dos povos indígenas do Brasil, será realizado no período de 15 a 19 de Abril de 2013, no Centro de Formação Vicente Canãs, Luziânia, Goiás, do Conselho Indigenista Missionário, reunindo mais de 500 lideranças indígenas de todo o território nacional.

Vergonha: Governo do PT aciona Guarda Nacional para proteger interesses econômicos

PA: MPF pede que Justiça suspenda operação da PF em reserva indígena Munduruku

Operação Tapajós tem o objetivo de garantir a realização de estudos de impacto da construção de usina; para MPF, há risco de conflito

1. Governo Federal mandou 250 homens da Força Nacional, PF e Exército para Itaituba (Pará) dizendo que era para combater o desmatamento;
2. Mas estes homens estão se dirigindo neste momento para a Terra Indígena Munduruku para garantir estudos de hidrelétricas que índios se opõe;
3. Na região o governo Dilma pretende construir 5 grandes hidrelétricas e não há nenhum registro de desmatamento nos últimos 12 meses
4. Diferente do envio de tropas para o Mato Grosso e para Belo Monte, o governo não fez publicar qualquer portaria sobre a ação no Diário Oficial da União.
5. Na mesma região, um cacique foi recentemente morto em Operação da Polícia Federal;
6. Quando estiveram em Brasília pedindo providências para apuração do crime e para dizer que eram contra as hidrelétricas, os mundurukus ouviram da Presidente da Funai que "A Funai é governo";
7. Os indígenas avisaram ao governo que não aceitam as hidrelétricas em suas terras;
8. O MPF pediu à Justiça Federal a suspensão da ação de entrada das tropas na Terra Indígena.

http://candidoneto.blogspot.com.br/2013/03/pa-mpf-pede-que-justica-suspenda.html


 MPF pede que Justiça suspenda operação da PF em reserva indígena Munduruku
Operação Tapajós tem o objetivo de garantir a realização de estudos de impacto d...a construção de usina; para MPF, há risco de conflito

1. Governo Federal mandou 250 homens da Força Nacional, PF e Exército para Itaituba (Pará) dizendo que era para combater o desmatamento;
2. Mas estes homens estão se dirigindo neste momento para a Terra Indígena Munduruku para garantir estudos de hidrelétricas que índios se opõe;
3. Na região o governo Dilma pretende construir 5 grandes hidrelétricas e não há nenhum registro de desmatamento nos últimos 12 meses
4. Diferente do envio de tropas para o Mato Grosso e para Belo Monte, o governo não fez publicar qualquer portaria sobre a ação no Diário Oficial da União.
5. Na mesma região, um cacique foi recentemente morto em Operação da Polícia Federal;
6. Quando estiveram em Brasília pedindo providências para apuração do crime e para dizer que eram contra as hidrelétricas, os mundurukus ouviram da Presidente da Funai que "A Funai é governo";
7. Os indígenas avisaram ao governo que não aceitam as hidrelétricas em suas terras;
8. O MPF pediu à Justiça Federal a suspensão da ação de entrada das tropas na Terra Indígena.

http://candidoneto.blogspot.com.br/2013/03/pa-mpf-pede-que-justica-suspenda.html

14 anos de resistências



 
Assentamento 26 de março fez aniversario de 14 anos de ocupação. na oportunidade foi realizada a culminância do Projeto de Apoio a Docentes (Prodocencia) do Campus Rural de Marabá, que apresentou os videodocumetários produzidos pelos alunos.

terça-feira, 26 de março de 2013

NÃO VEM!

Depois do grande alarde anunciado a vinda da presidente Dilma (PT), o governo Salame (PPS) calou!!

A programação oficial não informa nada sobre a vinda da presidente, a assessoria do Governo Municipal também ainda não se manifestou.

Censura

Em Rondon do Pará os blogs da cidade não podem falar mal da prefeita. A denúncia chegou junto a este blog para que fortaleça a campanha pela liberdade de expressão.

Justiça!

Mais um cidadão honesto, trabalhador, educado e o mais importante - do bem - foi brutalmente assassinado. Acabei de chegar do velório e estou perplexo diante do fato. Tô aqui inundado de revolta e sentimento de impotência. Dentre muitas cabeças de gente que pensa, a partir de hoje, infelizmente, não poderemos mais contar com a do @[100003202414506:2048:Edivan Alves Pereira]. Dele, tiraram a vida. Da Educação de Marabá, tiraram uma parcela considerável de contribuições positivas...condolências à família do Edivan!
Mais um cidadão honesto, trabalhador, educado e o mais importante - do bem - foi brutalmente assassinado. Acabei de chegar do trabalho e ter a informação e estou perplexo diante do... fato. Tô aqui inundado de revolta e sentimento de impotência. Dentre muitas cabeças de gente que pensa, a partir de hoje, infelizmente, não poderemos mais contar com a do Edivan Alves Pereira. Dele, tiraram a vida. Da Educação de Marabá, tiraram uma parcela considerável de contribuições positivas...condolências à família do Edivan!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Weliton Moreira Ribeiro lança livro

Olá amigos do face, boa noite!
Participe

Postura!

Vereador Gilsim Silva (PP) estará apresentando na Sessão de amanhã na Câmara Municipal , Req. 1283/2013, Que Solicita ao Executivo através do Departamento de Postura , a Desocupação das Calçadas, que hoje estão ocupadas pela maioria dos estabelecimentos nos núcleos Comerciais de Marabá .

Um bom debate para um tema de relevância. Basta olhar para a calçada do Supermercado Valor na Folha 27 e tantos outros estabelecimentos.

domingo, 24 de março de 2013

Moradia em debate


UFPA DEBATE  PROJETO MORADIA CIDADÃ EM TOMÉ-AÇU E IPIXUNA DO PARÁ

 

A Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio da Comissão de Regularização Fundiária, começa nesta segunda-feira, 25, no município de Tomé-Açu, o debate sobre o Projeto Moradia Cidadã, que  promoverá a legalização de 744 lotes existentes em 73,3 hectares  da  localidade Vila Portelinha  no município, onde residem mais de  três mil moradores. Em seguida, nos dias  26 e 27 de março, em Ipixuna do Pará,  o poder público municipal e universidade discutirá a regularização fundiária dos 1.364 lotes existentes em 173,3 hectares de terra onde moram mais de 5.700 famílias.

O projeto é desenvolvido em parceria com as prefeituras, o Ministério das Cidades e a Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) e desenvolve ações de regularização em áreas de ocupações existentes e consolidadas sobre terras federais, as quais foram ou estão sendo transferidas aos municípios, com base na Lei Federal nº 11.952, de 2009, que dispõe sobre a regularização fundiária rural e urbana na Amazônia Legal, por meio do Programa Terra Legal.

Nestes municípios, a UFPA compartilhará informações sobre os objetivos e etapas do Projeto Moradia Cidadã e fará a coleta de informações estruturantes sobre as cidades. Debaterá um plano de ação a ser desenvolvido para regularizar as áreas, além de criar grupos de trabalho como forma de garantir a transferência de conhecimento e a participação social. Serão criados grupos de Coordenação Técnica, envolvendo engenheiros, arquitetos, assistentes sociais, especialistas em informática e gestores do setor  administrativo da UFPA, além dos Grupos de Trabalhos Municipais e dos Grupos das Comunidades.

Os grupos de trabalho municipais serão nomeados por decretos do Poder Executivo e compostos  por um coordenador municipal, dois técnicos da área jurídica, dois da área social, um da engenharia, um de urbanismo, um apoio administrativo e dois representantes da sociedade civil, indicados pelos moradores beneficiados no projeto. O Conselho de Política Urbana e a Câmara Municipal terão dois representantes cada. As comunidades beneficiadas elegerão os seus representantes.

Caberá aos grupos de trabalhos com o respaldo técnico da UFPA, constituir um plano de ação avaliando os aspectos urbanos sobre a ocupação do solo, pavimentação, abastecimento de água, instalação de energia elétrica, drenagem, esgotamento sanitário, coleta de lixo, postos de saúde, escola, tipologia habitacional, recursos naturais de rios e igarapés. “Este perfil é fundamental para o processo de regularização dos lotes, pois ele revelará a ocupação do solo, o crescimento das cidades e os seus efeitos frente à legislação brasileira”, explica Myrian Cardoso, coordenadora  operacional do Projeto Moradia Cidadã.

Segundo ela, consolidadas estas etapas, será  feito o levantamento topográfico, o cadastramento físico dos imóveis, a pesquisa socioeconômica familiar, entre outras diversas ações territoriais, urbanísticas e socioambientais inerentes ao projeto. “Em seguida, a comunidade será convocada a assinar os títulos para receber a escritura  do lote regularizado, após o registro no cartório. É uma tarefa árdua, de médio e longo prazo, porém com resultados que fortalecem a cidadania dos moradores”, assinala.

O Projeto Moradia Cidadã será executado em 17 meses. Neste período, a UFPA fará a transferência de  conhecimentos técnicos e científicos e  a metodologia de trabalho sistematizada  será apropriada pelo poder público municipal. “Com autonomia, além da racionalização de recursos públicos e dos benefícios para o desenvolvimento municipal, os prefeitos poderão decidir, junto com a comunidade, quais as melhores áreas para a expansão urbana e garantir mais qualidade de vida  para a população”, finaliza.

 

Kid dos Reis

Mtb: 15.633 - SP-SP

Assessoria de Comunicação

Juventude é o tema do Grito 2013

Grito dos Excluídos 2013

O tema do Grito dos excluídos de 2013 já foi definido, e esse ano a Juventude está no centro dessa manifestação que acontece em 07 de setembro. “Juventude que ousa lutar, constrói o projeto popular” é o lema do 19º Grito dos Excluídos definido pela a coordenação do Grito que acolheu sugestões de vários grupos, comunidades, dioceses, movimentos, sindicatos, para a escolha.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. É realizado em um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira.

O Grito é parte do processo da 5ª Semana Social Brasileira e no ano passado trouxe o lema: Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população! O Próximo encontro nacional dos articuladores e articuladoras do Grito acontecerá nos dias 26 a 28 de abril , em São Paulo. Em Belo Horizonte o próximo encontro de articuladores acontece no dia 13 de maio às 15h, na rua Além Paraíba, 208 - Lagoinha - BH.

Mais informações: (31) 3428-7943 (Wagner ou Fred)
Grito dos Excluídos 2013

O tema do Grito dos excluídos de 2013 já foi definido, e esse ano a Juventude está no centro dessa manifestação que acontece em 07 de ...setembro. “Juventude que ousa lutar, constrói o projeto popular” é o lema do 19º Grito dos Excluídos definido pela a coordenação do Grito que acolheu sugestões de vários grupos, comunidades, dioceses, movimentos, sindicatos, para a escolha.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. É realizado em um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira.

O Grito é parte do processo da 5ª Semana Social Brasileira e no ano passado trouxe o lema: Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!