quinta-feira, 28 de março de 2013

O silêncio do Jader!

Suspeitas e silêncio
Ex-presidente do Senado, Jader Barbalho deixou a Casa pela porta dos fundos em 2001, quando renunciou ao mandato para escapar do processo de cassação no Conselho de Ética, após ser acusado de desviar recursos do Banco do Estado do Pará (Banpará), da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Ministério da Reforma Agrária.
Voltou poucos meses depois ao Congresso, dessa vez pela porta da frente, como o deputado federal mais votado do Pará. Com a prerrogativa de ser julgado apenas pelo Supremo, passou dois mandatos em branco na Casa: registrou presença em menos da metade das sessões realizadas nos oito anos. Poderoso nos bastidores do Parlamento e nos governos federal e estadual, não fez um único discurso nem apresentou qualquer projeto de lei no período.
Roteiro que Jader repete, agora, no Senado. Seu último pronunciamento no Congresso foi o da renúncia, 11 anos atrás. Desde então, ele também não apresentou qualquer projeto de lei. No Senado, não relatou proposição.
O silêncio de Jader custa caro ao contribuinte. No ano passado, a Casa ressarciu o senador em R$ 185 mil para cobrir despesas com a divulgação de seu mandato. O senador responde, atualmente, a seis ações penais e quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como falsidade ideológica, quadrilha ou bando, emprego irregular de verba pública, contra a ordem tributária e o sistema financeiro, além de lavagem de dinheiro. (Congresso em Foco)

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Em Marabá o seu principal aliado hoje é o prefeito Joaõ Salame (PPS) que recebeu amplo apoio do senador e ainda tem convites intenso para ir ao PMDB.

Um comentário:

Anônimo disse...

Caro Riba, há varios anos temos assistido à uma campanha de interiorização da imagem dos Barbalho. Agora, com a aquisição do Jornal Correio do Tocantins(falam em RS20 milhões de reais), questiona-se : Donde saiu tanto dinheiro ? Um cara que sempre viveu da política,e detém um imperio de comunicação. Considerando tambem, que a eleição de João Salame foi viabilizada por acordo "costurado" por Jáder, me preocupa o atual cenario, visto que teremos eleição em 2014 e, a "bandeira" de Carajás será novamente hasteada. É no mínimo temerario - se for o caso - a realização de Carajás tendo a frente os Barbalho(leia-se Hélder). Em 29.03.13, Marabá-PA.