domingo, 3 de março de 2013

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Polícia investiga morte de uma grávida em Marabá, PA

Ela morreu logo depois do parto no Hospital Materno Infantil da cidade.
Família registrou Boletim de Ocorrência.







A polícia Civil e a Secretaria de Saúde de Marabá, no sudeste do estado, investigam as causas da morte de uma grávida de 27 anos. Ela morreu logo depois do parto no Hospital Materno Infantil da cidade.
Maria Elitânia Marques estava na sua segunda gravidez. Segundo a família, a cirurgia cesareana estava prevista para acontecer na última quarta-feira (27). Já sentindo dores, neste dia ela foi encaminhada para o Hospital Materno Infantil, às 7h.
A família diz que a cirurgia só foi feita depois de mais de 10 horas da entrada ga drávida no hospital. "O médico falou que faltou material na hora que ele entrou na sala para operar", disse José Raimundo Marques, marido da vítima.
A mãe de Elitânia, Maria da Conceição Souza, disse que a filha passou mal depois do parto e morreu por volta de 20h. Ela conta que a outra filha, ao ver a irmã, foi atrás de um médico. "Ela disse que a Elitânia tava nas últimas, que ia morrer. Ela foi, olhou, e chamou um médico, que aplicou uma injeção na veia dela. E aí, ela morreu", contou.
No velório, amigos e familiares estavam inconformados. O atestado de óbito aponta como causa da morte hemorragia abdominal, em consequência de uma perfuração no útero. A família, sem entender o que aconteceu, registrou um boletim de ocorrência na delegaciad e Marabá.
A polícia aguarda agora o laudo de necropsia do Instituto Médico Legal (IML) que deve ser entregue num prazo de dez dias. No documento deve constar se houve negligência médica ou não, durante a cirurgia.
No hospital, ninguém quis falar sobre o assunto. O secretário de saúde de Marabá, Nagib Mutran Neto, disse que um processo administrativo foi aberto para apurar o caso. "Se aconteceu alguma falha do hospital, de um médico, ambos vão responder", disse

G1 (Portal de notícias da Globo)

Um comentário:

Anônimo disse...

Esse fato vai cair no esquecimento como outras mortes que aconteceram no HMI de Marabá.Sai Maurino e entra Salame só não sai é a morte dos corredores desse hospital.