domingo, 24 de fevereiro de 2013

Recado de um marabaense por adoção

Não nasci em Marabá, mas disso não me envergonho. Estou aqui cerca de 30 anos. Mas o que eu acho que o indivíduo precisa fazer para ser um marabaense ou qualquer outro gentílico em sua cidade de nascimento ou de domicílio, entre elas está: não colaborar com a sujeira das ruas; não viver como parasita dentro da máquina administrativa, sem nada fazer para justificar o salário, que imerecidamente ganha, e tão somente por ser afilhado de algum político está ali tirando o leite das crianças, os poucos recursos da saúde pública e com isso ajudando no número de óbitos nesse sistema; é não tirar o dinheiro da educação para que os futuros cidadãos que ali estão tenham ao menos perspectivas de dias melhores, e não saindo das escolas apenas na condição de analfabetos funcionais; é não se apropriar, se valando da amizade dos gestores e políticos, de logradouros públicos para lá instalar ramificações de suas empresas e negócios; é não ser um filho ingrato e ao assumir um cargo público não encher a mala de dinheiro e ir embora para bem longe de sua terra natal, deixando seus concidadãos na dificuldade, como tem acontecido. Existem pessoas desprovidas de caráter, que na primeira oportunidade metem a mão no que não lhes pertence.
Enfim, é se comportando de forma a colaborar no bem-estar da coletividade que seremos bons gentílicos e Marabá uma grande cidade como ela merece ser.
Quem ama cuida.
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Adir Castro

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