sábado, 12 de janeiro de 2013

João: "até pneus de carros roubaram"

  E por que que manteve membros do governo anterior no seu governo?
O prefeito de Marabá no Pará, João Salame Neto (PPS/pt/pmdb), apresentou um balanço (ainda não é integral) do que encontrou na Prefeitura de Marabá e algumas medidas que começou a tomar para reverter o quadro caótico em que se encontra o município.
Ao comentar vários contratos entre a gestão anterior e diversas empresas privadas, Salame afirmou que “havia uma relação de promiscuidade entre a Prefeitura e o empresariado, mas do dia 1º de janeiro para cá isso acabou”, contratos absurdos, secretários com mais de 5 carros locados para a prefeitura, “Coisa de louco”.

Ele informou que ainda está descobrindo a existência de contas da Prefeitura de Marabá e que por último soube que havia uma conta aberta em uma agência bancária de Belém e está verificando o que passou por ela.
Para Salame, a situação é de descontrole e de depredação total do patrimônio público. “Quando vamos às ruas, encontramos valas entupidas, com várias crateras abertas. Quase todos os prédios públicos com problemas elétricos e todos eles com contas de luz, telefone e internet atrasadas e até cortadas”, lamentou.
Além disso, todos os prédios alugados pela Prefeitura estão com aluguéis atrasados, com exceção da SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) que tinha recursos próprios.
Fonte: Folha do Pará

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  Seasp deteriorada

Sem manutenção, o telhado e calhas não resistiram ao tempo e provocam constantes alagamentos. O sistema elétrico, adaptado a uma carga menor, foram ampliadas para várias divisões e agora já não suporta e provoca interrupções de energia.

Praticamente todos os cômodos do prédio têm os mesmos problemas: Forro danificado, infiltrações, ventiladores inativos, iluminação precária, pia da cozinha rasgada, fogão funcionando parcialmente e falta de utensílios básicos. Uma das salas mais conservada, a do Projeto Conviver, tem fios elétricos expostos e somente metade das lâmpadas funcionam.
Há mais de dois anos, com apoio do Governo do Estado, por meio do Navega Pará, foi montado um infocentro na SEASP. Agora, os computadores estão amontoados sobre uma bancada e cobertos com lona plástica para não molhar, porque a sala é invadida por água, proveniente de uma calha nunca recuperada.
O mais grave, a antena de recepção do sinal de Internet foi roubada, mostrando o total desrespeito com o patrimônio público. A SEASP tinha ainda uma segunda sala de informática, onde processava todas as informações dos programas sociais de sua responsabilidade.
Há dois anos, depois de uma interrupção de energia, ao voltar a carga elétrica, foi queimado tudo o que havia nesse espaço tecnológico. Nadjalúcia Lima, assistente social da SEASP, disse ainda que a administração anterior aguardava um laudo dos Bombeiros para recuperar aquele setor, mas nunca houve interesse em cobra isso.
 Fonte: ASCOM /PMM

Um comentário:

Anônimo disse...

Chega de chororo homi vamos tabaia, tu lembrar quando tu fazia aqueles teus discurços emcima de uma carroceria de um caminhão, metendo a lenha na adiministração do Nagib Mutram, falando dos dismando que se encontrava a prefeitura? alertando a população de Maraba sobre as condições em que o Dr. Veloso e Tião Miranda teriam pele frente? pois é né, voces venceram a eleição e tudo que tu denuciavas antes foi feito lembra? refrescando a memoria: antiga praça do pescador, receberam ela demolida logo nas primeira chuvas do ano, Dr. Veloso refes e Tião depois costruiu a orla.
Predio da secretaria de saude, tu dizia em teus discurços que tava mais pra estabulo ou barracões de fazenda do que predios publicos, Veloso e Tião assumiram e hoje é o que é um bonito predio, li em um blog de um professor ele mostrando um colegio sem a minima condições de trabalho escolar, mais fico a me perguntar, sobre aquele colegio que exirtia la na praça são Francisco, tinha pior? Tião derribou sobre protesto dos petistas na época, e costruiu outro la no INCRA, politica é isso mesmo. um dia o politico é caçador, outro dia ele é a caça.