terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Bernardo Sayão

Hoje, 15 de janeiro, é aniversário de morte de Bernardo Sayão. De algum modo, é momento de lembrar também de Geraldo Virgínio -- que, a esta altura,  já deve ter se (re)encontrado com o engenheiro agrônomo que semeava estradas e colhia cidades.
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 Com o aval de seu tempo de vida e de ofício, o cronista Geraldo Virgínio transcreveu, na primeira pessoa, o que sua memória e seus apontamentos guardaram ao longo dessa variada existência. O autor foi prático de farmácia e auxiliar de enfermagem. Porteiro e padeiro. Fiscal de luz e secretário de prefeitura. Adjunto de promotor e comerciante. Trabalhou na Rodobrás, a empresa responsável pela construção da rodovia Belém—Brasília. Assistiu a Bernardo Sayão em seus momentos finais, após o trágico acidente que pôs termo à vida do intrépido engenheiro. Como funcionário da Funai (Fundação Nacional do Índio), Geraldo Virgínio foi atendente de enfermagem e chefe de posto, tendo auxiliado nas frentes de atração a índios não pacificados.

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