terça-feira, 3 de julho de 2012

Sucessão em Marabá - quarta parte

Nas primeiras três postagens sobre a  Sucessão em Marabá, falamos sobre a composição que envolve a candidatura do deputado João Salame (PPS). Agora vamos mergulhar pela trajetória política do prefeito Maurino magalhães (PR) e seus aliados.

Maurino inicia sua carreira política nas comunidades eclesiais de base (CEBs) na antiga PA-70, se envolvendo com a irmã Dorothy Stang em reuniões e em Marabá se torna lider comunitário com apoio da então vice-prefeita Adelina Braglia (PMDB).
  

Disputa sua primeira eleição em 1988 para vereador na chapa com haroldo Bezerra e contra Nagibinho (PDC) e Julia Furtado (PT). Em 1989 por ocasião da posse e eleição do presidente da Câmara, leva uns puxões de orelha e adere a bancada governista. Maurino é reeleito em 1992 na chapa com Plinio Pinheiro (PMDB) e durante o governo Haroldo Bezerra (PSDB) particiap também da bancada de apoio. Novamente reeleito em 1996 pelo PMDB apoiando Cristina Mutran para prefeita. No entanto, no governo do Dr. Veloso, Maurino filia no PSDB e se reelege de novo em 2000, já como tucano. Nas eleições de 2004 é novamente reeleito, dessa vez apoiando Tião Miranda (PTB). Através do Tião chega a presidência da Câmara Municipal e posteriormente assume a prefeitura por cinco meses com o afastamento do prefeito. 

Após se filiar no PL que depois virou PR, Maurino Magalhães "já cansado" de cinco mandatos de vereador, organiza um grupo com pequenos partidos e lideranças das igrejas evangélicas e lança candidatura para prefeito em 2008, tendo como vice o médico marabaense Nagilson Amoury (PRB). Durante a campanha recebe adesão do deputado Asdrubal Bentes (PMDB) que renuncia sua candidatura e leva todo o PMDB.

Com sua eleição à prefeitura mantém a maior parte dos integrantes do governo Tião Miranda, na câmara tem apoio do PMDB de Nagib e o PDT de Julia Rosa e o PHS de Gerson do Badeco  não faz emoposição, assim como os dois vereadores do PTB de Tião, Ismaelka e Ronaldo Yara. Isolados na oposição apenas Toinha (PT), Vanda (PV e depois PSD) e o Edvaldo Mototaxi (PPS).


Maurino é candidato a reeleição, aparece nas pesquisas em terceiro lugar. Não conseguiu formalizar um grande arco de aliança. A única adesão que pode agregar é a do PP de Miguelito, que aliás deixou de cumprimr boa parte doseu mandato para assumir a superintência de Desenvolvimento Urbano (SDU). Miguelito chegou a ensaiar sua pré-candidatura a prefeito, mas não decolou. Vale ressaltar, que o vice Nagilson (PRB) já rompeu e apoiará o ex-prefeito Tião Miranda (PTB).

Até ontem (02/07) ainda não tinha vice definido.


















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