sábado, 30 de junho de 2012

Lampião a bola da vez!

LAMPIÃO PROCURA MARIA BONITA EM MARABÁ NO PARÁ

Quem passa pela feira de camelôs da Avenida Getúlio Vargas, no Centro Comercial de Marabá, pode deparar-se facilmente com um homem trajado ao estilo de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, o qual desperta muita curiosidade pública por imitar o figura do lendário e outrora temido cangaceiro nordestino.

Trata-se de Vicente de Paula, 61 anos, um relojoeiro, dublê de poeta de cordel, que exerce o seu mister naquele logradouro público. Com o exercício da façanha, Vicente de Paula tem conseguido chamar a atenção das pessoas, particularmente, daquelas interessadas em saber por que ele resolveu virar personagem do secular cangaceiro. “As pessoas me param na rua e querem saber detalhes dos meus trajes”, conta o poeta-relojoeiro, crente de que a ideia vai lhe render muito sucesso.

Ele, inclusive, pretende criar em Marabá um grupo de dança do folclore nordestino voltado para as tradições e costumes de Lampião e seu bando. Vicente de Paula já tem escolhido o nome do grupo de dança que vai se chamar “Bando do Lampião”. O relojoeiro aproveitou a conversa com o repórter deste CORREIO para convidar simpatizantes interessados na cultura nordestina para se unir a ele. "Para juntos realizarmos esse projeto fantástico", propaga.
Maria bonitaO cordelista também quer criar a personagem de Maria Bonita, a parceira de Lampião e igualmente tão temida quanto ele. Para tanto, Vicente de Paula lança o desafio “Lampião Procura Maria Bonita”, e está disposto a se corresponder com mulheres com idade acima dos 30 anos afeitas a Literatura de Cordel e que se disponham trajar réplicas das roupas usadas pela bonita mulher do “Rei do Cangaço”. “Pretendo formar com a futura pretendente o casal Lampião e Maria Bonita”, desafia Vicente de Paula, colocando o telefone (94) 8802-6586 para contato.

O Lampião de Marabá, aliás, era uma das figuras atrativas presentes no sábado passado no “São João da Gol de Placa”, ostentando toda a parafernália que o cangaceiro usava, inclusive uma réplica da bacamarte, a inseparável arma de Viruglino Ferreira da Silva. (Da Redação)
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