sexta-feira, 9 de março de 2012

Às mulheres....


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Voto, logo existo! Afirma uma companheira do mandato. O voto foi o ensaio para a liberdade...A mulher se afirma, sem perder a ternura, o sorriso, o charme, a alegria de ser e viver, complementa outra parceira do dia a dia.
A cidadania brasileira comemora 80 anos da conquista das mulheres pelo direito ao voto. Essa luta, que é anterior à proclamação da República, ganhou maior expressão a partir da organização de mulheres em movimentos e partidos políticos. Sob a liderança de Bertha Lutz, outras sufragistas como Almerinda Gama, Carmen Portinho, Maria Luisa Bittencourt, Josefina Álvares de Azevedo, Jerônima Mesquita, Chiquinha Gonzaga e Natércia da Silveira protagonizaram a conquista do voto.
As Nações Unidas calculam que, mantido o ritmo atual de evolução da participação feminina em cargos de representação, o mundo levará 400 anos para chegar a um patamar de equilíbrio de gênero. Nesse cenário, o Brasil está entre os 60 países com o pior desempenho no que se relaciona à presença de mulheres no parlamento pouco mais de 10% nos espaços Legislativos.
Organizações feministas têm se posicionado na perspectiva de uma reforma política que corrija distorções da democracia representativa e amplie a democracia participativa. Uma de suas bandeiras é a votação em lista fechada e com paridade e alternância de sexo.
Mas é no dia a dia que as mulheres travam outra árdua batalha. Na luta por direitos básicos, pela igualdade, e contra todos os tipos de a violência contra elas. Estamos nesta luta. A nota de nosso partido expressa o mundo que queremos construir com elas.
Não há vida digna para as mulheres com violência e sem direitos.







FÉ NO QUE VIRÁ

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