domingo, 31 de julho de 2011

Esclarecimento!

Caro Ribamar, só gostaria de esclarecer o seguinte:
O Jornal Opinião foi quem primeiro noticiou em Marabá a construção da misteriosa ponte no Rio Itacaiúnas. Foram duas notas na coluna “Coisas da Política”. A primeira nota foi publicada na edição 2.065, do dia 26, e a segunda publicação foi na edição anterior (2.066)
de quinta-feira, dia 28. Somente depois disso é o assunto virou destaque nos outros meios de comunicação, inclusive na blogosfera.
Aliás, na primeira publicação, pensava-se que a obra havia partido da Vale. Mas no dia seguinte, após contato da Assessoria de
Imprensa da Vale, a informação foi consertada.
Abraço.
Pedro Gomes

sexta-feira, 29 de julho de 2011

NOVOS NOMES NA LISTA SUJA DO TRABALHO ESCRAVO

  A "lista suja" do trabalho escravo, como ficou conhecido o cadastro de exploradores de mão de obra em condições desumanas, jamais teve tantos nomes. Com a atualização semestral desta quinta-feira (28), a soma total de empregadores alcançou a marca de 251 nomes.

Foram incluídos 48 nomes na relação mantida pelo governo federal. Outros cinco foram excluídos. A "lista suja" é mantida pela Portaria Interministerial 2/2011, assinada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR).

A quantidade expressiva de inserções é um reflexo da conclusão do grande volume de processos administrativos iniciados nos últimos anos. O MTE instaura esses procedimentos a partir das situações análogas à escravidão encontradas pelo grupo móvel de fiscalização e pela atuação das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTEs).

Só entre 2007 e 2009, houve cerca de 4,9 mil libertações por ano. Nesse mesmo período, a média anual de operações registradas ultrapassou 140; mais de 280 estabelecimentos foram inspecionados, em média, a cada 12 meses.


Inclusões e exclusões da "lista suja" do trabalho escravo
Entraram em 28/07/2011
Antônio Carlos Françolin* - 627.916.998-72
Antônio Carlos Lassi Lopes - 073.063.421-34
Antônio Joaquim Duarte - 004.761.536-20
Ari Fogaça da Silva Sengés - 07.918.470/0001-88
Bell Construções Ltda. - 03.096.643 0001-79
Benedito Manoel da Silva
- 734.667.780-34
Cássia Regina Felipe Caparroz - 169.753.888-65
Cleber Carlos de Brito - 491.753.511-53
Cleiton de Souza Benites - 356.110.061-91
Danilo Marcolino Faccio - 031.830.259-49
Diogo Antônio de Lima - 774.703.112-20
Dorival Cardoso de Oliveira - 014.074.901-25
Ervateira Linha Alegre Ltda. - 05.591.323 0001-10
F.Braga de Souza (Samauma Agrosilvipastoril)-00.542.903/0001-02
Frederico Maia Martins - 034.256.573-72
Gilmar José Mocelini - 568.403.069-68
Irene Batista Aquino - 310.880.821-49
Jair Perillo - 002.836.301-91
João Carlos Petrucci - 353.243.921-20
Joel Lucas Malanski - 816.365.479-15
José Ramalho de Oliveira - 623.733.316-91
José Rolim Filho - 095.565.913-20
Jurandir Sia e Outros - 136.257.568-20
Juvenil José Martins - 591.746.418-91
L. Schmaedecke Comércio e Indústria Ltda. - 84.933.969/0001-05
Labib Adas - 152.248.808-15
Luiz Pedro Serafim - 246.364.369-20
Madepar S/A - Indústria e Comércio - 47.614.177/0003-03
Marisio Vicente da Silva - 027.109.271-87
Masa Construção Civil Ltda. - 10.214.332/0001-22
Maxiplast Agropecuária Ltda. - 78.272.125/0003-44
Nilton da Cruz - 260.377.341-00
Novo Norte Agropecuária Ltda. - 09.172.857/0001-63
Oesteval Agropastoril Ltda. - 25.629.833/0002-28
Onilton Antônio Mattedi - 308.729.876-04
Paulo Cezar Segala - 734.667.780-34
Reflorestamento e Agropecuária VPG S/A - 10.317.458/0001-22
Renato Pedro Ferreira - 028.003.949-27
Renato Rodrigues da Costa - 497.543.861-53
Samuel Jorge ME - 72.086.382/0001-29
Sebastião Roelto Andrade - 055.749.956-97
Usinas Itamarati S/A - 15.009.178/0001-70
Valdeci dos Anjos Brito - 146.207.316-68
Vicente de Paula Costa - 265.386.286-72
Vicente Pereira de Souza Neto - 171.503.536-49
Vieira Cardoso Embalagens Ltda. - 10.519.491/0001-35
Wilson Dissenha - 008.783.838-91
Wilson Luiz de Melo - 711.254.188-34
Saíram em 28/07/2011
Ivan Domingos Paghi - 016.837.008-56
José Nilo Dourado - 07.041.102/0001-02
Renê Moreira de Souza - 319.347.061-91
Rosana Sorge Xavier - 993.277.0886-49
Salomão Pires de Carvalho - 024.354.897-49

FONTE : Repórter Brasil

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 A Madepar recorreu à Justiça do Trabalho para sair do cadastro de empregadores flagrados com mão de obra escrava, a chamada “lista suja”. O nome da empresa e de seu diretor presidente Wilson Dissenha, incluídos na relação em julho de 2011, foram excluídos em 30 de novembro de 2012 por determinação da justiça. A decisão final sobre o caso foi tomada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, a qual não cabe recurso. De acordo com assessoria jurídica da empresa, "Estamos a disposição para fornecer os documentos comprobatórios que dão suporte a afirmação acima".  Gilberto Dai Prá 11-5033-4866 ramal 119 gilberto.daipra@madepar.com.br em

MINISTÉRIO PÚBLICO EMBARGA CONSTRUÇÃO DE PONTE!

AQUI NÃO É CASA DE MÃE JOANA!!!!!

Após denuncia postada no Blog do Hiroshi:

Ministério Público embargou a construção de uma ponte sobre  o rio Itacaiúnas, durante fiscalização in loco, nessa manhã, depois da matéria postado neste blog.
Ato de embargo foi acompanhado de intimação dos proprietários da obra, e da  construtora encarregada de erguer o empreendimento, na próxima segunda-feira, na sede do MP, em Marabá.

QUEM AUTORIZOU A CONSTRUÇÃO DA PONTE?

O BLOG DO HIROSHI posta grande matéria sobre a construção de uma ponte "particular" que talvez não tenha Licença Ambiental e até mesmo o desconhecimento das autoridades.

Veja imagens abaixo:



Cabeça da ponte em construção ao lado direito do rio, na sede da fazenda Volta Grande.

Operários trabalham em balsa, no meio do Itacaiúnas, fazendo sondagens.

Lado esquerdo do rio, gabarito da obra em ascenção na área do Loteamento Mirante do Vale.



Imagens: Hiroshi Bogea

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Grandes empreendimentos para serem erguidos tem necessariaemnte que ser aprovado no Conselho Gestor do Plano Diretor de Marabá. No entanto, não chegou até agora nenhum projeto da Ponte apra fosse analisado.

Afinal quem vai fiscalizar??


O QUE É A PRESENÇA DO ESTADO?

Respondendo o Zé Dudu

"A frente contra Carajás e Tapajós contratou o publicitário Orly Bezerra pra fazer a campanha pelo Não. Penso que deveriam ter contratado os Caça-fantasmas, eles talvez encontrem a presença do Estado na região" Zé Dudu

Primeiro deixo claro que não gostaria de fazer a defesa dos governos e de seus agentes, muito menos do Estado enquanto instituição que está presente ou ausente. Mas gostaria de contribuir neste debate a partir da reflexão: O que é mesmo a presença do Estado?

Neste debate em torno da divisão, falase muito em ausência do Estado! Não é verdade que o Estado esteja ausente! Mesmo que haja uma grande insatisfação com a tal ausência do Estado, o Estado não é materializado apenas pelas instituições. Segundo Aristóteles, todo Estado é uma sociedade que tem como objetivo algum bem. A sociedade política se propõe ao maior bem possível. Aristóteles acredita que para conhecer melhor as coisas compostas é necessário decompô-las para analisá-las nos seus elementos mais simples. Portanto, ele propõe-se a decompor o Estado nos seus elementos constitutivos, analisando cada um deles separadamente. Em resumo, o Estado é a sociedade em que vivemos, é toda sociedade que tem como meta alguma vantagem final, que é ser feliz. Logo a percepção que temos é que na nossa análise, temos que compreender para quem o Estado está a serviço?
Desde o século XVIII que o Estado materializado pelas suas instituições, no caso sua força repressora age na região, foi assim com a implantação de um forte no município de São João do Araguaia, para fazer a defesa da região contra a provável "evasão de divisas" para o Estado do Goiás a partir do Rio Araguaia. Portanto, o sentimento de abandono vivenciado por todos nós está na lógica da gestão pública, dos governos, das elities econômicas e políticas que sempre dirigiram este Estado. Está no enriquecimento ilícito de Jader Barbalho, está na apropriação indevida das grandes áreas de castanhais, está na omissão e conivência dos políticos aqui mesmo da região, inclusive os que defendem a divisão como Giovanni Queiroz, Asdrubal Bentes que sempre estiveram como aliados dos governos.
Este discurso vázio de ausência do Estado precisa ser melhor analisado, para não cairmos na teia da mesmiçe. Ora, não vejo uma discussão sobre os impactos dessa ausência do Estado com a perca que o Estado do Pará inteiro tem com a Lei Kandir. Por que que a cambada de politiqueiros não questionam a Lei  que isenta as empresas mineradoras e outras de pagar impostos?
Não é com Carajás, Tapajós ou mesmo com o atual Pará que vai se mudar, que vai ter mais estradas, se não questionarmos que o atual modelo de desenvolvimento, que exportam as nossas riquezas, que concentra terra, que desteritorializa as populações de origem a troco de um chamado progresso para poucos, que vamos ter a tão sonhada presena do Estado.
E olha que estamos bem guarnecido com a presença de sua força repressora, quarteis do exercito, policia militar para proteger patrimônio de fazendeiros que saquearam as terras dos trabalhadores e do próprio Estado.
Volto a repetir não adianta criarmos outra unidade da federação se o Estado vai continuar a serviço da Vale, da Agropecuária Santa Bárbara, Alpa e das grandes empresas...

Só quem vai ganhar são investidores que vão continuar mais ricos e cada vez mais sonegando impostos, devastando, e atrelado a isso macunados com a violência que assola o campo.

Vamos á luta!!


Referências Bibçiográficas:
Fonte: http://pt.shvoong.com/law-and-politics/politics/1814511-da-origem-estado-pol%C3%ADtica/#ixzz1TUybD9DY

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Geografia Agrária em debate!

V Simpósio Internacional de Geografia Agrária - 07 a 11 de novembro de 2011

V Simpósio Internacional de Geografia Agrária -  07 a 11 de novembro de 2011
Questões Agrárias na Panamazônia No Século XXI: usos e abusos do território é o tema que orientará as reflexões do V Simpósio Internacional de Geografia Agrária e do VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária, que acontecerá em Belém, Pará, no período de 7 a 11 de novembro de 2011, na Universidade Federal do Pará Campus do Guamá. Neste curto período é impossível contemplar o amplo e diversificado leque temático que se abre quando pensamos a heterogeneidade dos espaços agrários da panamazônia. O professor e sociólogo Ribamar Ribeiro Junior será um dos apresentadores de trabalho neste evento, representando o Campus Rural de Marabá (IFPA).

Divisão territorial em debate! 1

Muitas razões para votar NÃO no dia 11 de dezembro

Divisão do Pará ameaça Unidades de Conservação (Blog Lingua Ferina)

Para especialistas, novos Estados podem revogar preservação de áreas; Tapajós já nasceria com 73% de terras protegidas

Karina Ninni*

Os 7,5 milhões de habitantes do Pará vão decidir em plebiscito, no dia 11 de dezembro, se querem ou não a divisão do território do Estado em três. Se for aprovado, o fracionamento dará origem a duas unidades da federação: Tapajós e Carajás. O impacto econômico da divisão para a União tem sido estudado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp). Mas poucos se debruçaram sobre o efeito ambiental do fracionamento (veja mapa abaixo). 


"Posso dizer que a divisão deverá ser muito impactante do ponto de vista ambiental", diz o diretor do Museu Paraense Emílio Goeldi, Nilson Gabas. Ele enxerga um grande problema: a quebra das unidades de conservação (UCs) estaduais. 

"O que se desenha é o seguinte: um Estado recém-criado que precisa se desenvolver e imensas áreas preservadas por UCs em nível estadual – só que protegidas por um Estado que já não existe. E como vai se desenvolver o novo Estado? É provável que pela derrubada de mata e plantio de soja ou criação de gado", raciocina o diretor do museu. "Acredito que assistiremos a tentativas de revogação de UCs estaduais no Tapajós." 

Segundo Gabas, na partilha o Pará deve concentrar o setor de serviços, a criação de gado e, talvez, o plantio de dendê para extração de óleo de palma. Já Carajás ficaria com a mineração e a criação de gado e Tapajós com o setor energético – o que inclui a Usina de Belo Monte e o complexo hidrelétrico Tapajós –, além da mineração, das florestas e do plantio de grãos.

Divisão territorial em debate! 2

Assembleias
Para o professor e consultor jurídico Cândido Paraguassú Éleres, o risco de alteração das unidades de conservação é real. "Basta que as Assembleias Legislativas mudem", afirma o jurista. "Em princípio elas não podem ser revogadas porque são atos definidos e isso poderia gerar muitas ações populares. Mas certamente os Estados poderão dar outra destinação às reservas. Até porque a mentalidade das pessoas que estão à frente dessa divisão é desenvolvimentista." 

De fato, se o Pará for repartido, a maioria das suas unidades de conservação, tanto federais quanto estaduais, ficará localizada no Tapajós, que seria considerado o Estado mais verde da federação. Para ter uma ideia, 73,5% dos 732.568 quilômetros quadrados do Tapajós são áreas protegidas federais e estaduais. Dos cerca de 21 milhões de hectares de UCs estaduais do Pará, mais de 13 milhões estão na área do Tapajós.

O Pará remanescente ficaria com poucas matas. "Nós teremos fragmentos de florestas e o Centro de Endemismo Belém, região onde, de acordo com levantamento do programa Biota Pará, concentra-se o maior número de espécies ameaçadas do atual Estado", resume Gabas. 

Desmatamento
Os novos Estados terão de criar políticas próprias contra o desmatamento, especialmente se houver mudanças nas UCs. O ritmo da derrubada de árvores em Tapajós dá uma boa amostra do imbróglio que se avizinha. Embora a área afetada na região até 2009 tenha sido menor que nos dois vizinhos, entre 2008 e 2009 Tapajós registrou o maior aumento da taxa de desmatamento entre os três. Ao todo foram cortados 53,9 quilômetros quadrados, segundo o Idesp. 

"A taxa tem de ser relativizada por conta do tamanho da área. É preciso ver se esse impacto é maior ou menor do que aquele nos Estados já muito desmatados", explica a economista Lucia Cristina de Andrade, do Idesp.

As dúvidas provocadas pela proposta que será votada em plebiscito levaram o Goeldi a organizar um seminário no mês que vem sobre a divisão territorial. Para Gabas, além da questão das áreas de conservação, a partilha provocará falta de financiamento à pesquisa. Hoje, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa) recebe 1% da receita do governo

Divisão territorial em debate! 3

Otimismo
O engenheiro florestal Jackson Fernando Rego Matos, professor da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), com sede em Santarém, Tapajós, discorda da avaliação pessimista feita por Gabas e Éleres. Ele coordena um grupo de estudo que avalia dados sobre a criação do Estado e nega que sua constituição represente uma ameaça às UCs. 

"Isso (UCs) é nossa grande riqueza. Receberemos as áreas instituídas, falta implementá-las de fato", diz. "Como a maioria das unidades de conservação, elas não saíram do papel." 

"A Floresta Nacional do Tapajós (Flona Tapajós) tem uma experiência de manejo copiada pelo Brasil inteiro. A conservação interessa muito ao novo Estado: conseguiremos manter o que já existe e até ampliar." 

Divisão territorial em debate! 4

Tocantins
O último exemplo de divisão territorial no Brasil foi o surgimento do Tocantins, desmembrado de Goiás em 1988. "Quando a área era parte de Goiás, não existia ali nenhuma unidade de conservação estadual. Depois da criação do Tocantins foi feito um zoneamento ecológico-econômico e a identificação de áreas que poderiam se transformar em UCs", conta o biólogo e consultor ambiental Fábio Olmos. "Desse processo nasceram os Parques do Jalapão e do Cantão."

Olmos admite que, embora tenha sido exemplar do ponto de vista administrativo, a estratégia hoje sofre com problemas de execução. "A política é muito ditada pelos grandes produtores rurais e o processo de criação de novas UCs acabou ficando congelado", lamenta.

MAURINO QUER TERCEIRIZAR CEMITÉRIOS

Mais uma do prefeito MAUrino Magallhães (PR), o terceirizador do município - depois de terceirizar a Merenda Escolar (só deu cagada), a Limpeza Pública (mais outra cagada com fedor de chorume nas ruas da cidade), agora o dito cujo quer PRIVATIZAR  cemitérios.

Veja AQUI


Ops: Vale lembrar que os serviços de manutenção da Iluminação Pública também é terceirizado.

FECAM: Tá chegando a hora!



Com a presença de Fafá de Belém e Oswaldo Montenegro como convidados para mais uma edição do FECAM – Festival da Canção de Marabá –, que tem início nesta sexta-feira (29) e se estende até 31 de julho. O evento, que acontece na Praça São Félix de Valois (Marabá Pioneira), é uma realização da Prefeitura de Marabá, através da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), responsável por eventos durante o veraneio.
 
Bronca:
 
Concorrentes reclamam do jurado escolhido para o festival, todos são da capital. A preocupação tem lógica, pois a maioria dos participantes serão de Belém. Muitos acham que foi pressão do governo do estado qu eentra na parceria, inclusive com a transmissão via TV Cultura.

Noite Afro no Campus Rural de Marabá

"África em Nós"
Hoje (28) a partir das 20 horas no Campus Rural de Marabá, acontece a primeira noite Afro, uma Organização da turma de Licenciatura Plena em Educação do Campo - LPEC/ CRMB/IFPA..

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sal, faz mal!


Trinta por cento da população brasileira é hipertensa e uma das razões é o consumo excessivo de sal, que está em todos os alimentos, em todos os produtos que compramos em supermercados e nem sempre com quantidades bem indicadas e esclarecidas. A OMS - Organização Mundial de Saúde diz que  5 gramas diárias é a quantidade certa de consumo de sal. no Brasil, cada brasileiro, cada brasileira consome em média 12 gramas por da, mais que o dobro do necessário.
Como estes dados são alarmentes, o Ministério da Saúde e a Agencia Nacional de Vigilância em Saúde (ANVISA) acaba de lançar campanha pela redução do SAL.
Será intensa e conscientizadora, principalmente para aqueles que adoram dar umas pitadas de sal na cerveja.

AMIGOS!

Loucos e Santos
 Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
 Fico com aqueles que fazem de mim ...louca e santa. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
 Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
 Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigaos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
 Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

 (Oscar Wilde)


Enviado por:
Tatiana Mendes
IFPA/CRMB

Goianesia pede socorro!

Leitor anônimo escreve:


Bem realmente Goianesia estar uma vergonha, estar uma cidade sem lei, com grupo de esterminio,ate onde isso vai chegar? a população sem educação e muito menos sem saude, e uma vergonha o hospital de goianesia,com pessoas desqualificadas, despreparadas para atender a populção, traz pessoas de outros estardo para aprender nos cidadões de goianesia, sem da oportunidade as pessoas nascidas de goianesia, o prefeito colocar so a familia dele, acho que isso e proibido, as que mora em goianesia ele usa so pra ser laranja mesmo, agora chega uma ambulacia do SAMU pra desfassa pois não tem serventia de nada, nem gente qualificado tem pra uma urgencia, os idoso não recebi as medicação da pressão porque não tem simplismente acabou, aonde os recusos que vem para o municipio estar indo? aaaaa ja sei e pra compra as fazendas e os veriadores,e paga os capangas, agora estar entendido. Simplismente GOIANESIA PEDE SOCORRO

terça-feira, 26 de julho de 2011

COMMAM VAI ADVERTIR FRIGORÍFICO JBS/BERTIN

O Conselho Municipal de Meio Ambiente decidiu que vai advetir o Frigorífico JBS -antigo Bertin, por continuar exalando mau cheio. A advetência tem caráter de deteminar o tempo para readequação dos equipamentos para evitar que se exale o odor pela cidade.

Vale ressaltar que desde a implantação do referido empreendimento que as autoridades do meio ambiente vem questionando o figorífico, algumas multas já foram aplicadas, porém nada foi resolvido.

E o odor continua nos quatro canto da cidade!

Mais uma do Edir!

Edir Macedo propõe abstinência de lixo da TV, mas a Record exibe 'A Fazenda'

O bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, propôs aos fiéis em seu blog a realização de uma abstinência de lixo audiovisual nos primeiros 21 dias de agosto. “Será um jejum de toda e qualquer informação secular: TV, internet, jornais, revistas, radio, enfim, de tudo o que não for de Deus.”
Nestes dias, a quarta temporada do programa “A Fazenda”, da TV Record, emissora do bispo, deverá estar a todo vapor. Na busca de audiência a qualquer preço, esse reality show tem se equiparado em baixo nível com o Big Brother Brasil, da TV Globo.
No ano passado, "A Fazenda" ficou em segundo lugar no Ranking da Baixaria na TV, de acordo com levantamento da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Só perdeu para o “Pânico na TV”, da Rede TV!  A classificação foi feita com base em denúncias de telespectadores.
"A Fazenda" deste ano começou na terça-feira (19) e terá duração de 85 dias. Por enquanto, os participantes estão se conhecendo melhor.  O Compadre Washington, líder do grupo de pagode "É o Tchan", por exemplo, já avisou Monique e Dinei que ele é feio, mas de uma coisa tem certeza: “Eu faço gostoso, a pegada aqui é boa”.
Se o Compadre e outros participantes cumprirem o que falam, o reality show terá boa audiência, recompensando o pesado investimento da emissora.
Uma das fontes de receita da Record, que possibilita investimento como esse, é a Igreja Universal, que compra o horário da madrugada da emissora a peso de ouro. O que vale dizer que os dizimistas que aderirem à abstinência do lixo televisivo estarão financiando as “pegadas” do Compadre Washington.
Em seu blog, Edir Macedo disse que não adianta ser religioso, obreiro, pastor e bispo se o fiel não estiver disposto a vencer “os espíritos das trevas” com iniciativas como a do jejum de lixo secular.
Mas o próprio bispo, pelo que fica subentendido, poderá não se submeter a tal jejum porque, como destacou, ficará dispensado quem trabalha ou depende de informação.

Espera-se, agora, que um dia o bispo Macedo promova jejum de hipocrisia.
Com informação do blog do Edir Macedo
Fonte: Alex Acioli -Macapá

Era só o que faltava!

Igreja Universal colocará fieis devedores no SPC e no SERASA

 A Igreja Universal vai enviar para o SPC/SERASA os fieis que estão com o pagamento do dízimo em atraso. A medida tomada pelos bispos com o objetivo de reduzir a inadimplência por parte dos fiéis. O departamento de finanças e arrecadação da Igreja, não informou a quantidade de inadimplentes, mas estima-se que os maus pagadores estão causando um prejuízo mensal de quase 1 bilhão de reais.
Quem estiver devendo o dízimo e não quiser ter o nome incluso no SPC/SERASA deve entrar em contato com a Universal para renegociar a dívida, podendo parcelar no cartão de crédito o débito, com taxa de juros de 7% ao mês.
Além da inclusão dos devedores no SPC/SERASA, a diretoria financeira pretende também cobrar multa pela rescisão de contrato caso um fiel troque a Universal por outra igreja.
José da Silva Rodrigues Pimenta Pereira, disse que acha justa a medida da Universal, pois vai fazer com que os fieis sejam pontuais com o dinheiro de Deus. “Eu ganho 500 reais, e pago 200 reais pra Universal, nunca atrasei um pagamento, e tem gente que ganha muito mais que eu e atrasa, não acho justo, a Universal tem que tomar uma medida mesmo”, disse José ao repórter de G17.

Fonte:
http://www.g17.com.br/noticia.php?id=75

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ruralistas são os principais patrocinadores da "divisão" (1)

Na blogosfera a informação sobre a criação do Estado de Carajás tem focado os ruralistas como os principais fomentadores da divisão. Veja AQUI - abaixo postagem do To Sabendo sobre o desejo dos ruralistas.


Após a confirmação da data do plebiscito sobre a divisão do Pará, as campanhas a favor e contra a divisão do Pará em três Estados, com a criação de Carajás e Tapajós, ganharam voz oficial.  A consulta será realizada no dia 11 de dezembro.
A campanha de criação do Estado de Carajás será patrocinada, principalmente, por igrejas evangélicas e associações de criadores e produtores rurais das 39 cidades da região, além de prefeitos, vereadores e líderes políticos da região - que terão a chance de disputar novos cargos em na futura Assembleia Legislativa, Câmara dos Deputados, Senado e Tribunal de Contas. Do lado contra a separação, a luta pela preservação do Estado do Pará do tamanho atual coloca lado a lado associações empresariais, ONGs e sindicatos de trabalhadores.

O presidente da Comissão Brandão, uma das entidades que lideram o movimento separatista no Pará, José Soares de Moura e Silva, afirma que existe um "anseio popular" pela criação do novo Estado. Entre as entidades que apoiam o projeto estão as associações de produtores, as centenas de igrejas evangélicas da região, o Rotary Club em Marabá e a Maçonaria, por exemplo. ?Ainda não falamos em custos, mas o projeto de criação do novo Estado é um projeto de todos?, afirmou. ?Cada um vai dar uma ajuda financeira nessa campanha?, complementou Silva.
O presidente da Associação dos Municípios do Tocantins e Araguaia (AMAT), outra entidade que lidera as discussões dos separatistas, Luciano Guedes, afirma que nesse momento até mesmo partidos adversários estão unidos. ?Não existe uma bandeira partidária. Existe uma bandeira pró-Carajás. Nessa causa, temos apoio de gente do PT, do PSDB, do DEM, do PTB, de vários partidos. Existem empresários que já se manifestaram em nos dar ajuda financeira com esse projeto", diz ele. "Se você fizer uma pesquisa aqui, quase 100% dos moradores são a favor da idéia?, conclui.
Os líderes argumentam que, com a divisão do Estado, será mais fácil a implementação de políticas públicas nos 39 municípios que farão parte de Carajás em saúde, educação e principalmente segurança. Quem é contra a separação rebate essa idéia e afirma que a divisão do Estado vai criar uma máquina pública insustentável.

Ruralistas são os principais patrocinadores da "divisão" (2)

Contra
Do lado contrário à separação do Estado estão entidades como a Associação Comercial do Pará (ACM-PA), a Federação das Indústrias do Pará e os sindicatos de trabalhadores e associações de classes. Nesta semana, foi protocolada a criação de um comitê de defesa do Pará para evitar a divisão do Estado. Eles pretendem apresentar números mostrando a inviabilidade do projeto.
?Nós teremos estruturas administrativas que vão consumir as receitas dessa divisão. Com a divisão, você não aumenta as políticas diretas à sociedade. Você não aumenta a quantidade de médicos nos hospitais, por exemplo. Você aumenta uma estrutura de custeio de máquina administrativa. Dois governos, duas assembléias, dois Tribunais de Contas, entre outros?, pontuou Zenaldo Coutinho, secretário da Casa Civil do governo paraense e líder da frente antisseparatista no Pará.

Ruralistas são os principais patrocinadores da "divisão" (3)

Entidades sociais também criticam o projeto de divisão do Estado. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), oficialmente, ainda não tomou uma posição sobre a divisão do Pará. Mas a coordenadora estadual do MST, Maria Raimunda César, critica a idéia. Ela afirma que um dos principais gargalos na região, os conflitos agrários, não será resolvido simplesmente com a divisão do Pará em três. ?Temos problemas estruturais e somente se atacando esses problemas estruturais resolveremos questões como a violência agrária e rural?, disse. ?A divisão foi impulsionada mais por grupos políticos e menos pela população?, afirma ela.
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Com a divisão, você não aumenta as políticas diretas à sociedade. Você não aumenta a quantidade de médicos nos hospitais, por exemplo. Você aumenta uma estrutura de custeio de máquina administrativa?, diz líder contra a separação
O diretor do Conselho Nacional de Populações Extrativistas (CNS), Atanagildo de Deus Matos, também afirma que os custos de criação de um novo Estado são altos e que, ao contrário do que os separatistas proclamam, a divisão territorial não resultará em políticas públicas mais efetivas. ?Quem determina se a política pública chega ou não à população é o modelo de gestão, não a dimensão geográfica?, apontou Matos.
Pelo projeto de desmembramento do Pará, o Estado de Carajás terá 25% do território paraense e 39 cidades. O Estado herdaria o pólo de mineração da Vale e também o pólo de siderurgia de Marabá, um dos grandes focos na disputa entre separatistas e antisseparatistas. A população de Carajás seria de 1,4 milhão de habitantes e teria uma área de 289 mil km². Tapajós teria 58% do território e Pará ficaria com 17% do território atual. Hoje, o PIB de Carajás corresponde a 28% da riqueza de todo o Estado do Pará.
Fonte do rss

Lançada a Frente do NÃO!!!!

Frente “Não Carajás. O Pará Ninguém Divide” foi lançada em Belém


Unir forçar contra o retalhamento do Pará e evitar a criação dos estados do Tapajós e Carajás é a principal diretriz da Frente “Não Carajás. O Pará Ninguém Divide”, que deu largada na luta contra a divisão do estado na tarde da última quinta-feira (21), no Hotel Crowne Plaza, em Belém. Estiveram presentes ao evento vereadores que fazem parte da Frente, representantes de movimentos sociais, associações, lideranças comunitárias e cidadãos que valorizam o estado.
Na abertura, o publicitário paraense Glauco Lima, que vai coordenar de forma voluntária a campanha de marketing contra a divisão do Pará, apresentou uma peça publicitária feita pelo publicitário baiano Duda Mendonça, que mostrava a luta pela não divisão do estado da Bahia. No vídeo, a cantora Maria Bethânia recita um texto de Duda com referências culturais da Bahia que seriam separadas com a divisão, e faz um apelo para que isso não aconteça. Já no Pará, Duda Mendonça é o responsável pelo marketing da campanha separatista. Glauco destacou ainda algumas páginas na internet de sites de relacionamento mostrando a indignação dos paraenses, incluindo o da cantora Fafá de Belém, que fez várias postagens em seu Twitter contra os que querem a divisão do Pará.
Em um dos trechos do vídeo exibido, a cantora Maria diz: “Parece impossível, mas querem dividir nosso estado. Querer dividir o nosso estado é invadir o seu lar, dividir a sua casa. Separar para sempre irmão de irmã. Não é hora de dividir, é hora de somar, multiplicar”. A frase do publicitário Duda Mendonça também foi usada para abrir o discurso do coordenador da Frente, Sergio Pimentel, ex-secretario de saúde de Belém. “Vocês acabaram de ver um vídeo brilhante, de um publicitário também brilhante. Duda Mendonça fez uma campanha impecável naquela ocasião, dizendo que dividir um Estado é como dividir uma casa, separar irmão de irmã. Parece que isso não vale no caso do Pará”, argumentou Pimentel, alegando que a contratação do publicitário baiano para coordenar a campanha das Frentes Pró Estado do Tapajós e Pró Estado do Carajás é uma contradição de ideologia.
Pimentel ressaltou que a campanha pela união do Pará será feita em site, rede sociais e através de palestras em universidades e espaços comunitários. “Vamos também fazer divulgação boca a boca, que será uma das estratégias usadas para mobilizar as pessoas. Queremos que o nosso Pará continue unido e vamos buscar isso na campanha, vamos fazer uma grande mobilização para que este absurdo que é a proposta de divisão do Pará não vá em frente”, completou o coordenador Sergio Pimentel, lembrando que o único fato concreto na divisão é a criação de novos cargos executivos e empregos públicos que terão um alto custo para a população. “Com a divisão, as minas de bauxita do Rio Norte (Oriximiná), de Juruti e a polêmica Usina de Belo Monte (a 40 quilômetros de Altamira) passariam a pertencer ao estado de Tapajós. O que beneficiariam os que estivessem à frente”, ressaltou.
Ele lembrou ainda que a divisão do estado do Pará não elucida quais as melhorias imediatas para a população. Além disso, não são explícitos os gastos que a população deverá pagar pela criação de dois novos aparatos burocráticos. O vereador Walter Arbage, do PTB, é um dos políticos que já aderiu à Frente Não Carajás. Para ele, consultar a população em um plebiscito é um direito legal, no entanto, ele avalia que apenas os paraenses devem estar envolvidos nesta discussão. “Nosso Estado deve decidir o que quer, e não achamos certa a interferência de pessoas de outros estados que estão vindos para defender apenas interesses que não são para a maioria”, frisou.
Quem também já está na luta pela não divisão é o vereador Pio Neto, do mesmo partido.
Para ele, os separatistas ainda não deram nenhum argumento convincente de que a divisão do Pará será melhor para todos. “Infelizmente, o que vemos é que esta divisão só vai beneficiar alguns segmentos, como por exemplo, alguns políticos que estão visando a ocupação de cargos nos novos estados. Mas, com esta Frente, vamos colocar o ‘bloco na rua’ para mostrar que a divisão não vai trazer benefícios, pelo contrário, vai trazer gastos que serão sentidos pelos contribuintes”, acredita.
Para reforçar a campanha, o publicitário responsável pela coordenação de marketing apresentou para os presentes as peças disponíveis para a mobilização. Foram entregues adesivos, camisas, informativos com a bandeira e as cores do Pará, que são o mote das peças, além do slogan “O Pará ninguém divide!”, que reforça a ideia da união. “Queremos mostrar que o Pará é uma família e não pode ser dividido”, afirma Glauco, para quem a Frente deverá trabalhar com base na informação. “Nossa campanha tem que mostrar que dividir o Estado não é a solução dos problemas”, destacou.
Algumas lideranças comunitárias também se manifestaram contra a divisão do Pará durante a apresentação da campanha. Larissa Borges, que esteve presente no lançamento, mostrou sua insatisfação pela divisão. “Não vejo necessidade dessa divisão, não será com isso que vamos acabar com os problemas. Os problemas estão nos políticos corruptos” declarou.
Prevista para iniciar no dia 13 de setembro, a campanha contra a divisão do Pará será registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE-PA), no dia 12 de agosto, mas só em novembro que poderão começar as ações em rádio, televisão. De acordo com o TSE, todos os eleitores paraenses são obrigados a votar, como em qualquer eleição.
Texto: Gleydson Souza
Fonte: Soul Comunicação

PPA Estadual em debate!

A Associação dos Municípios do Araguaia/Tocantins (AMAT) está convocando os prefeitos dos 15 municípios que compõem a região sul do Pará, para participarem da reunião da SEPOF no dia 3 de agosto, das 8 às 14h, em Redenção, com objetivo de promover a participação da sociedade na elaboração do Projeto de Lei do Plano Plurianual (PPA) do Governo do Estado referente ao quadriênio de 2012 a 2015.  É o que diz o Blog do Edmar Brito, apesar de ser uma boa iniciativa, a discussão deveria ser ampliada para sociedade civil organizada. Claro que não deve repetir o erro do PTP do governo da Ana Júlia (PT), mas um governo que se preze a fazer uma gestão democrática, no minímo deve ouvir o  povo, compartilhar as decisões.
 
Será  que o Jatene topa???

I FORUM DE SAÚDE INDÍGENA DO ACRE, SUL DO AMAZONAS E NOROESTE DE RONDONIA

Apesar da imensidão de recursos que existem para o cuidado da população em geral (na qual se incluem também os indigenas) e apesar da infinidade de recursos/profiissionais/projetos... que existem para o cuidado específico da saúde da população indígena poucas são as ações que realmente chegam até as aldeias ou as populações indigenas urbanas que vivem marginalizadas. Sabemos que não é do conhecimento de todos, mas diariamente dezenas de crianças, adultos e idosos indigenas (aldeiados ou não) estão morrendo por causa de doenças de amplo conhecimento e até tratamento; estão morrendo devido a redução da imunidade causada por falta de uma simples palestra sobre a importancia de uma alimentação equilibrada (quantitativa e qualitativamente); estão morrendo devido a falta de uma simples conversa acerca dos fatores "não culturais" (alcool, drogas, alimentos enlatados...)  impostos pelos que tentavam explorá-los a fim de destruí-los e tomar sua terra e cultura; estão morrendo pelo simples fato de terem que se deslocar de canoa de fabricação propria com um doente durante dias no inverno, ou não se deslocar no verão, até o "posto de saúde" mais proximo, tendo as vezes que enterrar os seus filhos a beira da praia ou na aldeia por não conseguir chegar lá com ele vivo devido a simples falta de um barco com motor, inda que velho; MUITOS INDIGENAS ESTÃO MORRENDO PORQUE SEQUER SÃO OUVIDOS NEM ORIENTADOS NOS COIDADOS DE SUA PROPRIA SAÚDE...


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A SAÚDE INDIGENA MERECE UM CUIDADO ESPECIAL! ajude-nos a realizar este sonho!

Para que você possa entender melhor a idéia e ideal do Fórum de saúde indígena, e assim sugerir mudanças no projeto, agendar uma visita das lideranças indigenas para melhor explicarem o mesmo, ou ainda para que você possa ajudar de alguma forma solicitamos que acesse o a página do I Fórum de Saúde Indígena - Acre, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia (http://saudeindigena.wordpress.com/i-forum-de-saude-indigena-acre-sul-do-amazonas-e-noroeste-de-rondonia/) nesta página online estão o projeto do Fórum e um folder, em formato pdf.
Para maiores informações:
Ninawa (José Carméio)
Presidente da Fephac (Federação dos Povos Hunikui do Acre)
Membro do MIU (Movimento Indígena Unificado)
Conselheiro de Saúde no Estado do Acre
federahunikui@hotmail.com ou
http://www.saudeindigena.wordpress.com/
(68) 9995-7727/81195049/81124989

Adriel Lima Guimarães
Presidente da comissão em prol da saúde indígena
Acessor de saúde e Membro do MIU (Movimento Indígena Unificado)
Coordenador Geral do DAFRAM (CA de medicina da Ufac)
(68) 9978-2381/8115-2389
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001227865757 ou
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=15487954962246803263 ou
http://www.saudeindigena.wordpress.com/ ou
http://www.adriellg.wordpress.com/ ou
http://www.dafram.wordpress.com/ ou
dafram@ufac.br ou
adriel_lg@yahoo.com.br

Obs1.: Caso você deseje saber mais acerca do Fórum de saúde indígena ou fazer alguma doação (alimentos/materiais/recurso...) para o mesmo pode nos procurar em nosso Kupxawa, cabana de reuniões, que está montado no pático da Funasa, Av. Antônio da Rocha Viana, em frente à tv gazeta.
Obs2.: CASO TENHA GOSTADO DESTA INICIATIVA, POR FAVOR REPASSAR PARA AS PESSOAS/INSTITUIÇÕES/ONG'S QUE VOCÊ CONHECE.

Direito ás cliclovias

       Quando for concluída a duplicação da Rodovia Transamazônica na área urbana de Marabá, um verdadeiro movimento dos ciclitas deverá ser criado. Aguardem!!!

Abaixo texto da vereadora Heloisa Helena (PSOL)


   Quem vivencia as cidades brasileiras - vivendo no sentido intenso da palavra, sem se acomodar apenas com sua vidinha pessoal – conhece a importância das Bicicletas como modalidade de transporte urbano, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental como diante da precariedade dos transportes coletivos e da necessidade de redução no orçamento doméstico das extorsivas tarifas. Milhões de trabalhadores pobres brasileiros saem das suas casas nas madrugadas e alvoradas, com bicicletas velhas, sem equipamentos de proteção pessoal, levando uma pequena quantidade de alimento para todo o dia de trabalho exaustivo, sem técnicas de alongamento e submetidos a grandes distâncias que ultrapassam os limites físicos, temerosos da violência cotidiana e angustiados com a possibilidade – tantas vezes já visualizada – de acidentes, mutilações e mortes no trânsito!

sábado, 23 de julho de 2011

Campanha do NÃO já tem marketeiro!

Duda Mendonça comanda a campanha publicitária do “SIM” e Orly Bezerra assume o comando da publicidade do “NÃO”. A campanha plebiscitária promete ser uma mais emocionantes para convencer o eleitorado sobre a tal emancipação.

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77 - Não
55 - Sim

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Procura-se peixe, procura-se trabalhador!!!

Fato inusitado aconteceu em Palestina do Pará, a empresa que venceu a licitação para construção de uma creche na cidade não conseguiu contratar mão de obra local. O problema foi circunstaciado pela eminência de escassêz de trabalhaodores aptos ao registro na construção civil.
Acontece que o número de pescadores registrados e que recebe Seguro-Defeso é muito grande, e isso impossibilita que os mesmos possam "fichar" em outras atividades.
O pior de tudo é que existe quase 2 mil pescadores registrados na colônia de pescadores e ningúem encontra um kilo de peixe para comprar.

Cadê os peixes?

COMUNICADO: Projeto de Extensão de Empreendimentos Solidários

 O  Projeto de Extensão Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Solidários do Sul e Sudeste do Pará, por meio de sua coordenação, torna público que está recebendo propostas de educadores (as) interessados (as) em ministrar formações na área de Economia Solidária a serem destinadas a grupos (associações, cooperativas, grupos informais, entre outros) que desejam organizar suas ações tendo em vista a constituição e/ou fortalecimento de Empreendimentos Econômicos Solidários.

O Projeto iniciará as atividades atendendo três grupos distintos: Associação de Mulheres de Marabá (AMMA) localizada na área urbana de Marabá, Associação de Mulheres Organizadas da Reforma Agrária (AMORA), zona rural de Marabá e Grupo Indígena Suruí, localizado no município de São Domingos do Araguaia a 100 Km de Marabá e a cada um desses grupos será ofertado um curso com a alocação de 40 horas semanais

PROPOSTA GERAL DE FORMAÇÃO

• Curso: Trabalho e Cidadania – CH: 40 horas.
• Curso: Economia Solidária e Meio Ambiente - CH: 40 Horas.
• Curso: Gestão e Planejamento de Empreendimentos Solidários - 40 horas.
• Curso: Informática – Inclusão Digital – 40 horas.
• Curso: Elaboração de Projetos Sociais – 40 horas
• Curso: Comercialização e Mercados – 40 horas.

2.  Documentos necessários:

O Candidato deverá entregar a documentação (Cópia do RG, CPF, Comprovante de Residência, Currículo, Proposta de Orçamento (Anexo), Comprovante de PIS ou NIT* e Certidão Negativa*)

 Observação:
* Certidão negativa-  Pessoa Fisica: http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/ATSPO/Certidao/CndConjuntaInter/InformaNICertidao.asp?Tipo=2
se vc já possue o numero do PIS ou NIT, mas não tem comprovante é possivel gerar na página
http://www1.dataprev.gov.br/cadint/sp2cgi.exe?sp2application=cadint

Nota da CPT sobre as decisões judiciais que favorecem matadores do casal extrativista

DECISÕES DE JUIZ BENEFICIAM MATADORES DE CASAL EXTRATIVISTA DE NOVA IPIXUNA-PA.

                        Após quase dois meses dos assassinatos de José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva, a polícia civil do Pará concluiu as investigações e apontou como mandante dos crimes o fazendeiro José Rodrigues Moreira e como executores, os pistoleiros Lindonjonhson Silva Rocha (irmão de José Rodrigues) e Alberto Lopes do Nascimento.  Mesmo identificando os executores e um mandante do crime, nenhum deles foi preso, todos encontram-se livres em lugar não sabido, graças a decisões do juiz Murilo Lemos Simão da 4ª vara penal da comarca de Marabá. No curso das investigações, a polícia civil pediu a prisão temporária dos acusados, mesmo com parecer favorável do Ministério Público o juiz negou o pedido. De posse de novas provas sobre a participação dos acusados a polícia ingressou com um segundo pedido, dessa vez, requereu a prisão preventiva de todos, o pedido chegou novamente às mãos do juiz com parecer favorável do MP e, mais uma vez, o juiz negou o pedido. Na semana passada, no final das investigações, a polícia civil ingressou com um terceiro pedido de prisão e, até o momento da divulgação do nome dos acusados em entrevista coletiva, o juiz não tinha decidido sobre mais esse pedido.
                         Ao negar a decretação da prisão dos acusado por duas vezes, o juiz contribuiu para que esses fugissem da região e, mesmo que sejam decretadas suas prisões, a prisão do grupo se torna ainda mais difícil. O mesmo juiz, decretou o sigilo das investigações sem que o delegado que presidia o inquérito ou o Ministério Público tenha solicitado. Muitos outros crimes de grande repercução já ocorreram no Estado do Pará (Gabriel Pimenta, Irmã Adelaide, massacre de Eldorado, José Dutra da Costa, Irmã Dorothy) e, em nenhum deles foi decretado segredo de Justiça. As decisões do juiz Murilo Lemos constituem mais um passo em favor da impunidade que tem sido a marca da atuação do Judiciário paraense em relação aos crimes no campo no Estado.
                        Desde o início das investigações as testemunhas ouvidas já indicavam a possível participação de José Rodrigues como um dos mandantes do crime, ao lado de outros fazendeiros e madeireiros do município. José Rodrigues pretendia ampliar sua criação de gado para dentro da reserva extrativista. No entanto, a área que ele dizia ter comprado já estava habitada por três famílias extrativistas. Na tentativa de expulsar as famílias, José Rodrigues levou um grupo de policiais entre civis e militares até o local, expulsou os trabalhadores, ateou fogo em uma das casas e levou um trabalhador detido até a delegacia de Nova Ipixuna. Na delegacia o trabalhador foi pressionado pelos policiais e José Rodrigues a assinar um termo de desistência do Lote. José Cláudio e Maria além de denunciarem a ação ilegal dos policiais ao INCRA apoiaram a volta dos colonos para os lotes.  
                        Meses antes de suas mortes José Cláudio e Maria denunciaram as ameaças que estavam sofrendo e apontavam fazendeiros e madeireiros como os ameaçadores. As dezenas de depoimentos colhidos durantes as investigações apontam para a participação de outras pessoas na decisão de mandar matar José Cláudio e Maria. Razão pela qual as entidades abaixo relacionadas defendem a continuidade das investigações. As entidades esperam ainda que o inquérito presidido pela Polícia Federal, e não concluído ainda, possa avançar na identificação de outros acusados pelos crimes.
                        Pelo exposto exigimos: a decretação das prisões de todos os acusados e suas prisões imediatas, o fim da impunidade e a conclusão das investigações das mortes dos trabalhadores assassinados na região após a morte de José Cláudio e Maria.

Marabá, 19 de julho de 2011.

Comissão Pastoral da Terra – CPT Marabá.
FFETAGRI Regional Sudeste

quarta-feira, 20 de julho de 2011

É assim que eles tratam a Questão de MORADIA em Marabá!

Grupo Tático, Polícia Federal e Postura durante reintegração



Avião efetuando manobra de pouso passa bastante baixo


Gabriel Feitoza, o Bruce Lee, líder sem teto enquadrado pela PF


Sem teto sendo conduzidos até a Delegacia da PF em Marabá


Ten. Cel. Monteiro: "Se voltarem podem ser presos"


Delegado Wilson Ramos: "Líderes podem ser responsabilizados"


Máquina usada para derrubar barracos em terreno invadido

(Postagem e Imagens do Blog do Ednaldo Souza)

Cumprindo ordem judicial, agentes da Polícia Federal, da Polícia Militar e do Código de Postura, cumpriram, ontem pela manhã mandado de reintegração de posse em terreno pertencente à Infraero, em Marabá. O mandado foi expedido pelo juiz federal, Marcos Silva Rosa.

O terreno de aproximadamente 50 hectares, localizado entre o bairro “Newton Miranda” e a rodovia Transamazônica integra a Área de Segurança Aeroportuária (ASA) e está dentro da chamada Zona de Ruído, portanto, imprópria para moradia.

Neste cumprimento do mandado, foram mobilizados pelos menos 50 agentes, inclusive até mesmo a cavalaria foi usada para “enxotar” os sem teto, que estavam ocupando o terreno há cerca de duas semanas.

Foram necessárias duas incursões para convencer aos sem teto saírem do local. Cinco pessoas foram presas. Estas teriam desobedecido a ordem judicial, uma vez que pela manhã, por volta das seis horas, foi dado o primeiro cumprimento da ordem judicial e por volta do meio dia os sem teto retornaram.


Piçarra - É deste terreno que a Prefeitura e uma empreiteira que está construindo a duplicação da rodovia Transamazônica, no perímetro urbano de Marabá retiram piçarra para aterramento da obra.

Após a ocupação, sem teto, literalmente expulsaram as máquinas do local. Após o cumprimento do mandado judicial, as máquinas retornaram a tirar o aterro do terreno.


Retorno - No caso deste terreno da Infraero, é voz corrente entre os sem teto retornar pra área, uma vez que alegam não ter onde morar.
Enquadra-se neste contexto o ancião, José Anchieta Alencar 65 anos. “Moro agregado na casa de um filho meu, nunca tive uma casa, por isso arrisco aqui na invasão”, comenta.

A dona de casa Maria de Lourdes Ferreira de Lima, 42, tem como maior patrimônio uma prole de sete filhos que cria com muita dificuldade e até recentemente o marido estava desempregado. “Moro na casa do meu sogro, pois não temos condições de pagar o aluguel”, garante.

Outra história não menos triste é do idoso Genésio Gomes dos Santos 72 anos. “Moro de aluguel numa humilde casa cheia de filhos e netos, mas estou tentando conseguir um terreno pra morar”, afirma.




Liberdade aos Presos que lutam por Moradia, JÁ!!!


Divino José Rodrigues de Souza
Gabriel de Souza Feitoza (Bruce Lee)
Luiz Ribeiro de Souza
Patrick Roberto Veras Lima
Adolescente de 17 anos
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E a piçarra, vai continuar sendo retirada????

Tribunal mantém Marinor!


Clique na imagem abaixo para melhor visualização e Leitura.



terça-feira, 19 de julho de 2011

Seminário Regional de Desenvolvimento Territorial e Educação do Campo

CONSTRUÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ESCOLA FAMÍLIA AGRICOLA

25 e 26 Agosto de 2011 LOCAL – Parque de Exposições de Tucuruí

OBJETIVOS

1. Proporcionar uma reflexão sobre integração da concepção de desenvolvimento territorial e educação do campo, visando à elaboração da proposta pedagógica da escola família agrícola;

2. Realizar discussão sobre critérios de seleção dos estudantes e gestão pedagógica da escola Família Agrícola do Território Entorno do Lago de Tucuruí;

3. Garantir uma reflexão sobre currículo, Educação do Campo e Políticas Públicas. Tendo como referência a pedagogia da alternância e outras experiências de educação do campo.

 
JUSTIFICATIVA

O território do entorno do Lago de Tucuruí, composto pelos municípios de Tucuruí, Breu Branco, Goianésia, Novo Repartimento e Jacundá, foi contemplado com PRONAT 2007, cuja meta é a construção de um prédio para a futura instalação de uma EFA. Esse seminário tem como objetivo a discussão sobre os critérios de seleção dos estudantes, as normas de funcionamento, administração, manutenção, ou seja, o currículo da EFA, na perspectiva de construir uma escola, tendo como referencia a Pedagogia da Alternância e outras políticas públicas para a Educação do Campo.
 
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No Parque de Exposições???
 
Bonito pra cara de vocês........

O Estado é laico, mas Prefeitura de Marabá não!!

O que é o Estado laico?

 Um Estado secular ou estado laico é uma nação ou país que é oficialmente neutro em relação às questões religiosas, não apoiando nem se opondo a nenhuma religião. Um estado secular trata todos seus cidadãos igualmentes independentes de sua escolha religiosa e não deve dar preferência a indivíduos de certa religião. O contrário de um estado secular, ou seja, um estado onde há uma única religião oficial, é denominado estado teocrático.
Em Marabá a prefeitura tem realizado culto professando o cristianismo, que nesse caso configura-se como religião, e não as denominações (igrejas) todas juntas como bem quer o prefeito no seu gabinete para cultuar.
Não convidados os membros das comunidades afros, budistas, maómeistas e outros

Prefeitura realiza culto todas as segundas feiras
Leia aqui

Biomedicina em Marabá

A Universidade Estadual do Pará (Uepa) lançou ontem o edital para o processo seletivo de 2012. Este ano serão ofertadas 3.230 vagas nos 26 cursos dos 15 campi da instituição. A grande novidade são dois novos cursos que serão ofertados: licenciatura plena em letras com habilitação em libras, em Belém; e biomedicina em Marabá.
“Há uma necessidade de se implantar o curso com libras, pois existe uma procura muito grande por esse profissional. E no caso de biomedicina, será um preparativo para a implantação do curso de medicina na cidade”, explicou o diretor em exercício da Diretoria de Acesso e Avaliação da Uepa, Delmo de Oliveira. Este ano serão ofertadas 400 vagas a mais do que em 2010. Os dois novos cursos serão responsáveis por 60 dessas vagas.
O edital já traz a data do início da inscrição, no dia 4 de agosto, e os dias das provas para Processo Seletivo (Prosel) e Processo Seriado (Prise). A universidade não pretende usar, mais uma vez, as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). De acordo com Delmo, o Enem é um tipo de acesso e a Uepa já tem o seu método de inserção. “Não pretendemos adotar agora. É preciso ainda haver discussões sobre o assunto, para depois decidirmos o que é melhor”. As notas do Enem já serão usadas pelas Federal Rural da Amazônia e Federal do Pará. 
INSCRIÇÕES
O edital encontra-se disponível no site da Uepa (www.uepa.br). As inscrições iniciam dia 4 de agosto e vão até 8 de setembro e poderão ser realizadas no mesmo site. As provas serão realizadas nos meses de novembro e dezembro, com o resultado previsto para janeiro de 2012. (Fonte: Diário do Pará)

Prefeito contra os blogueiros

Postado por Patrick

Leia AQUI

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Nossas estradas!

Resultado do Roubo no DNIT

O noticiário das últimas semanas converteu o Ministério dos Transportes numa via de mão dupla: os ladrões entram no orçamento e as verbas saem pelo ladrão.

Nas estradas brasileiras, a via é única e conduz ao caos. Dados colecionados pelo Dnit no ano de 2010 indicam:

De um total de 1,5 milhão de quilômetros de estradas, apenas 212 mil quilômetros (13%) estavam asfaltados. O resto (87%) não tinha pavimentação.  Fonte:  Blog do Josias

Com tanto dinheiro de nossos suados impostos entrando no Ministério dos Transportes, esperava-se que tivéssemos uma melhor rede de estradas, já que a maioria do que produzimos é transportado por nossas rodovias.

Porém a quadrilha instalada no governo não permite. As verbas destinadas a melhoria das condições do povo têm sido sistemáticamente roubadas pela elite lulo petista que detém o poder em Brasília.

Atenção SEMA!!!!

Estão acabando com a Praia do Porto em Palestina do Pará. Duas dragas retiram areia inverno e verão, este ano a praia ficou minuscula devido a dragagem que está sendo feita.

Como falta fiscalização, os donos do poder deitam e rolam com o dinheiro da venda da areia.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Adeus Saneatins!!

A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) finalmente chegou a um acordo com a prefeitura de Marabá, renovando o contrato para abastecimento de água do município por 30 anos. Esse prazo era o entrave que vinha amarrando o acerto da renovação do documento, já que as pendências técnicas e de obrigações por parte de ambos os lados haviam sido acordados.
A prefeitura de Marabá, não obstante o prazo de 30 anos incluído no contrato, pode a qualquer momento rescindí-lo, caso a Cosanpa deixe de cumprir certas obrigatoriedades.
Por conta da renovação do contrato, no meio da tarde desta quarta-feira, 13,  técnicos da Cosanpa e da prefeitura inspecionavam área, na Cidade Nova, onde deverá ser construído um elevatório de água para reforçar o abastecimento naquele núcleo populacional.(blog do Hiroshi)

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A intenção da empresa tocantinense foi por água abaixo..................

Internet é um direito de todos (i)

Mas governo federal lança plano que deixa o acesso à banda larga nas mãos das empresas

Depois de muita negociação com as empresas de telecomunicações, o governo decidiu por um novo Plano Geral de Me­tas de Universalização (PGMU) para a telefonia fixa totalmente a favor delas.
O novo PGMU deveria tornar pos­sível a imposição de metas de qualidade e serviço para a telefo­nia fixa capazes de crescer de fato o acesso à in­ternet. Não se levou em conta a importância do crescimento da infraestrutura a ser utilizada também para a banda larga.
Ao invés disso, o governo a­briu mão de cláusulas essenciais para garantir metas de ampliação da banda larga, tirou a sociedade civil da decisão e ainda ignorou a nossa principal reivindicação: serviço de banda larga prestado em re­gime público com metas de uni­ver­salização, qualidade, continuidade e reversibilidade.
O novo PGMU reduziu a cobrança de im­­­­­­­­­plan­tação de telefones públicos e não criou nenhuma me­dida concreta para fornecer inter­net para a área rural. Entre os equívocos do plano estão:

Velocidade baixa de download – franquia cres­cente para os usuários (para a Telefônica, elas come­çam em 300 Mb por mês na rede fixa e 150 Mb na rede móvel; para a Oi, co­meçam em 600 Mb) com a previ­são equivocada de que apenas até 2014 esse limite chegue até 1 Gb e 500 Mb. Esta velocidade equivale a menos de um filme baixado por mês. Isso sem falar que o serviço po­derá ter a velocidade reduzida temporariamente após o uso da franquia. Esses limites impedem o uso satisfatório da internet.

Limite de velocidade de upload em até 128 kbps – Isso equivale a duas vezes a velocidade de uma conexão em linha discada. Na prática, vai dificultar que o usuário publique fotos, vídeos etc, o que censura consideravelmente a sua capacidade de comunicação.

Internet é um direito de todos (ii)

Venda Casada – Embora o ministro das Comunicações, Paulo Ber­nardo, tenha afirmado que o pacote de R$ 35,00 não estaria condicionado à venda casada, o termo de compromisso permite essa prática na banda larga fixa, com teto de R$ 65,00 para o combo (Te­­lefone fixo, internet e TV a ca­bo). Já o pacote de R$35,00 sem ven­da casada, só é obrigatório na banda larga móvel.
O Plano Nacional de Banda Larga não pode ser apenas retórico. Defendemos a reativação de espaços de diálogo com a sociedade (co­mo o Fórum Brasil Conectado, formado por representantes de todos os setores da sociedade com o intuito de analisar e ajudar nas decisões do governo sobre o serviço).
É fundamental que a sociedade civil fique atenta e se mobilize para cobrar do Ministério das Comunicações a democratização do serviço e a participação nas decisões sobre os rumos da banda larga no país. Internet é um direito de todos.
______________________________________________________________________________________________
Fale Rio - Frente Ampla pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação do Estado
do Rio de Janeiro.

Sobrancelhudo tem liminar negada!

 Presidente do STF nega liminar para Jader Barbalhohttp://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=184396
 O ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar em Mandado de Segurança (MS 30735) no qual Jader Barbalho pedia o deferimento de seu registro de candidato ao cargo de senador pelo Estado do Pará, garantindo com isso sua diplomação e posse.
A defesa do candidato sustentava que Jader teve seu Recurso Extraordinário (RE 631102) negado pelo Pleno em outubro de 2010. Mas que decisão posterior dos ministros do STF, no julgamento do RE 633703, em março deste ano, definiu que a chamada Lei da Ficha Limpa não se aplica às eleições gerais de 2010.
Os advogados, então, interpuseram um recurso contra decisão do relator do caso – ministro Joaquim Barbosa, que negou pedido de retratação da decisão da Corte no RE de Jader Barbalho. Na sequência, opuseram embargos de declaração no RE 631102, e ajuizaram ação cautelar, visando garantir o deferimento do registro, tudo com base no entendimento da Corte sobre a Lei da Ficha Limpa.
Essa cautelar foi negada pelo ministro Ricardo Lewandowski, substituto do relator, que se encontrava de licença médica. Contra mais essa negativa, agora do ministro Lewandowski, a defesa propôs agravo regimental.
Mas, a defesa sustenta no mandado de segurança que a demora para o julgamento desse recurso de agravo regimental, devido ao recesso forense, estaria sacrificando de modo irreversível o direito líquido e certo de Jader Barbalho ser diplomado e exercer o mandato parlamentar. Por isso, pedia a concessão de liminar para garantir a diplomação e posse do político paraense no senado