quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Obra inacabada: de quem é a culpa?


Denunciada construtora do Campus Rural

Dia 17 de dezembro marcou o terceiro aniversário de construção do Campus Rural de Marabá (IFPA) no terreno doado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) no assentamento 26 de março, em Marabá. Na oportunidade, o diretor geral do campus, Antonio Cardoso, fez breve prestação de contas das ações desenvolvidas em 2011 e suas perspectivas para 2012.
A programação também contou danças (indígenas), poesia e música, apresentação de grupo de capoeira.
Fato relevante, logo após o encerramento das atividades, foi o fechamento do portão de entrada e saída do campus por trabalhadores da empreiteira Conexão, de Belém. Segundo eles, há três anos a empresa os engana a cada final de ano deixando-os sem pagamento de férias ou décimo-terceiro e até mesmo de salários mensais. No campus, é visível o atraso das construções, principalmente se comparadas com as do campus da UFPA, em andamento às margens da Transamazônica e do Igarapé Tauarizinho, iniciadas este ano pela mesma empresa. Os trabalhadores sequer conseguiram informar o endereço da Conexão para ser ouvida.
O impasse durou cerca de duas horas, até uma reunião – sem qualquer representante da Conexão – com a diretoria do campus. Enquanto isso, entre alunos, professores, representantes do MST e convidados, ficaram retidos a deputada estadual Bernadete ten Caten, o chefe de gabinete da SR-27, Luis Carlos Pies, o diretor Antônio Cardoso e outros que vieram de Belém para a solenidade.(Blog Quaradouro - Ademir Braz)

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Este poster que também é professor nessa instituição tem dedicado  a luta em defesa de um campus democrático e que mantenha os princípios do Projeto Político Pedagógico. Em outras oportunidade  tem destacado a inoperância dessa construtora e também da direção que nada fez para que os prazos fossem cumpridos.
A obra que era pra ser entregue desde outubro de 2010, vem se arrastando de lá pra cá com várias deficiências. Um relatório enviado a reitoria por uma comissão de servidores até hoje não teve resposta.
Por outro lado, fui surpreendido na semana passada com abertura de uma sindicância feita a pedido do direitor geral contra minha pessoa: PERSEGUIÇÃO POLÍTICA!

Em janeiro vamos iniciar um amplo movimento pela democracia no CRMB!

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