quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Nota de apoio!


Caro Ribamar: 
Quando Ouvi falar dessa pataquada,liguei logo para um número que havia no meu celular,que achei que era seu, para alerta-lo,entretanto quem atendeu foi o Macedo. Fiquei passado. Fiquei mais revoltado ao saber de onde partira essa idéia nefasta. O que posso dizer nestas linha,e falo por mim. Que estou solidário a sua pessoa e o que ocorrer de ofensas gratuitas e tentativas de ilações contra vossa senhoria fere a nós Psolistas,tanto os que defendem quanto aqueles que são contra a divisão de "Nosso estado",estamos juntos. Mas para finalizar, deixamos aqui o nosso desagravo ao Senhor Wilson Teixeira "Wilsão", que tenta aqui,em 'nossa' querida Marabá reproduzir o estado Xenofóbico tão repudiado pelo ativistas Sociais em todo o Planeta. Que o não comparecimento do 'Povo pobre' de Marabá tenha servido de resposta para esse ato "Impensado" liderado por alguém que deveria educar "o povo que carrega consigo" a ter uma atitude de respeito aos que não tem o mesmo pensamento da "elite Burguesa" deste Municipio. 

Edivaldo viana
Membro do Diretório Municipal do PSOL/Marabá 

3 comentários:

Anônimo disse...

Gostaria de saber por que o Pará está à frente apenas do Piauí no índice de desenvolvimento nacional? Também gostaria de saber, por que o Pará não consegue pagar o piso salarial dos professores, bem como tem um dos piores salários de policiais do País? Gostaria de saber por que nossas ESTRADAS SÃO TODAS ESBURACADAS? Vicinais de chão maltratam menos nossos carros. Gostaria de saber, por que nossa população tem um dos piores atendimentos médicos do Brasil? Por que quase 7 milhões de paraenses vivem abaixo da linha da pobreza? Por que menos da metade da população tem direito a água encanada e quase nada de esgotamento sanitário? Poderia encher de por quês. Caso não aconteça o desmembramento, os conservacionistas devem apresentar uma nova ordem, um novo plano de governo. E não apenas mamar e encher seus bolsos de dinheiro, fazendo de sua vida pública uma maneira de possuir cargos no governo estadual e abocanhar os poucos recursos de que esse Estado dispõe. Vou soltar mais um por que. Por que diabos nossos alunos tem que sair do estado para estudar ou fazer pós-graduação? Nosso sistema universitário é extremamente deficitário e centralizado em Belém. Respondam-me isso!!

Vi isso em um blog e achei interessante. Diga-me professor Ribamar, como fazer para solucionar esses problemas. Apenas lembre-se que em 400 anos isso não foi possível, e o pior, cada vez mais o Pará declina e se afunda. Há, e sem essa de políticos corruptos. Fosse assim, São Paulo não seria o que é, com Malufs e Celsos Pitas por toda PARTE. espero que sua resposta tenha consistência.

Aurismar Lopes Queiroz disse...

Faço-me solidário ao companheiro Ribamar no que diz respeito ao ato rasteiro que ele tentado contra a sua loberdade de expressão. Concordo que o senhor Wilson Teixeira é arrogante, oportunista e representa outros interesses que não o da classe trabalhadora dessa região. No entanto, companheiro Edvaldo Viana,acho você uma pessoa esclarecida o bastante para observar que as pessoas que defendem uma maior aproximação do estado ao seu cidadão, mesmo que para isso seja necessária uma divisão territorial, de um estado continental como o Pará, mal administrado, entregue nas mãos de bandidos, corruptos, não são todos "xenófobos" ou representantes da "elite burguesa", muitos deles são pessoas esclarecidas, como vossa senhoria é, são pessoas que estão no embate dia-a-dia em defesa do trabalhador, ao seu lado até, fazendo parte do mesmo grupo político.Esse "Nosso estado", como você diz, está falido porque sempre esteve nas mãos de pessoas descompromissadas com o seu desenvolvimento. A divisão em si não vai mudar em nada essa situação porque os políticos que defendem o NÃO na sua maioria são iguais a maioria dos que defendem o SIM, todavia, um federação menor, o povo mais próximo do governo, é uma chande que temos para tentar mudar essa situação de coisas que tem se instalado aqui, se há algum algum xenofobismo não é contra o povo querido da nossa região, mas contra a política corrupta e metropolitana desse estado.

Um grande abraço.
professor Aurismar Queiroz
Coordenador do Sintepp Marabá
Membro da Executiva do PSOL Marabá

www.ribamarribeirojunior.blogspot.com disse...

Prezado anônimo 09:03

A primeira obra da devastação, promovida pela economia desmatadora forasteira, aconteceu nos Castanhais do rio Tocantins. O estrativismo, a colheita e venda da castanha até e principalmente para a Inglaterra, foi substituida pela derrubada e queimada indiscriminada dos castanhais. E de sua substituição pelos capinzais. O que era a economia de uma população, com a colheita e transporte, pois os castanhais eram do Estado do Pará, passou a ser economia de poucos fazendeiros.

O desmembramento de Macapá, de Roraima, de Rondonia comprovaram que dividir, não tráz progresso. Além do que, aquelas divisões não foram feitas nesta nossa época do "se dar bem". Conscientemente foram quotas de sacrifício. O objetivo era proteger o território nacional, para o Brasil (ao contrario de separá-lo do Brasil , como a Raposa Serra do Sol e outras), entregando à União Federal, primeiro como Territórios Federais e depois como Estados, quando jamais desenvolvidos, aqueles pontos totalmente despovoados de nossas fronteiras. Quanto a parte que nos toca, Macapá, mesmo esgotando o manganês da Serra do Navio, esperimentou com a separação, apenas na capital, desenvolvimento menor do que Santarém, ou Castanhal, ou outras cidades, Assim mesmo, graças a Zona Franca do Sarney.
A questão não é simplesmente de apontar uma SOLUÇÃO. È necessário mudança, com transformação do atual modelo de gestão, com inversão de prioridades, além do propagado novo pacto federativo é preciso um novo pacto de gestão descentralizada. Implementar o taxamento das grandes empresas que saqueiam as nossas riquezas e aqui nada deixam.
Temos que fazer uma limpeza no atual quadro de politiqueiros deste estado - de ponta a ponta....