segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

É hora de repensar o modelo de desenvolvimento!

Passado o plebiscito, agora é hora de repensar o atual modelo de desenvolvimento que levou o Pará à estar dividido. Essa segregação acirrada por ânimos nada vai contribuir para melhorar a vida do povo.  O ódio e o sentimento contra os que não aceitaram a divisão deve ser esquecidos, apagados e neste momento propomos a união em torno do Pará.
Um novo debate tem que se iniciar, já que a campanha plebiscitária não serviu para isso, apenas para dividir e deixar algumas sequelas.
Uma mudança é necessária, o atual modelo que o estado brasileiro tem é preciso ser repensado. Uma questão nacional que de fato precisa de uma nova repactuação para transformação desta situação.

Um novo Pará tem que nascer deste debate!

4 comentários:

Anônimo disse...

A verdade é que aproveitarão para fazer disso um novo palanque eleitoral, já pensando em suas reeleições. Dirão alguns que foram os únicos a mostrar a cara a tapa e etc. Amanhã os deputados estaduais favoráveis a divisão, estarão sentados no colo do governador, voltando a serem o que sempre foram: bonecos ventriluquos.

Ulisses Silva Maia disse...

Um "novo" Pará é preciso, mas diante do que se mostra para o futuro, não temos luz no fim do túnel, e sim um led. Ademais, finda a questão sobre a divisão, a única maneira de conseguir um "novo" Pará é mudando o nome, deixando de ser Pará e passando a ser "NOVO PARÁ". E pararia por aí mesmo. Os deputados (federais e estaduais) continuarão os mesmos, o governador o mesmo e os senadores também os mesmos. Aliás, a única diferença é que em 2012 sai a Marinor e entra o Jader (e aí não sei quem é pior). E quanto ao governo municipal, também não sei o que é pior, se o Maurino ou o Tião.

Ou seja: triste futuro que nos espera em Marabá e no Pará.

www.ribamarribeirojunior.blogspot.com disse...

Estimado Ulisses,

Seu comentário sobre a comparação entre Marinor e Jader é no mínimo ríspido. Você sabe sim quem é o pior, aliás o PIOR: CORRUPTO, LADRÃO... que faliu este estado.
A senadora traduz uma outra vertente da política: lutadora social,professora, militante social e tem dedicado o seu mandato a serviço das lutas sociais.
O fato de ter encampado a campanha contra a divisão, não pode ser assemelhada com a banda podre deste estado.

Reflita!

Adir Castro disse...

Fazer a divisão e entregar nas mãos desses políticos que temos aqui na região, não teremos nenhuma chance de melhoria, pois eles não deixariam de ser desonestos.

Atribuo a nossos políticos, eleitos aqui na região, todo o atraso que essa cidade e região é vítima.

E pergunto: os vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais que elegemos como nossos representantes para defender nossos interesses são apenas figuras decorativas? Por que não fazem ou nada fizeram até hoje, por exemplo, pela saúde pública da região que eles dizem que Belém abandonou, quando na verdade eles é que nos abandonaram?

Discursos, discursos, discursos...

Não quero dizer que os políticos de lá são menos nocivos que os nossos, mas os políticos de lá são problemas do povo de lá. Os nossos políticos, que elegemos aqui, são problemas nossos.

A exemplo da nocividade deles, vimos pela lista dos 300 exonerados da prefeitura de Marabá, quando lá constavam pessoas que não precisam daquele emprego e nem daquele salário, mas que não largam as tetas nem no choque elétrico. Isso acontece em todo o Brasil, é verdade. Mas se estamos dizendo que somos diferentes, temos que agir de forma diferente, e não fazendo o que os demais fazem de errado.

Eles são muito bons na formação de cabedais de emprego para os familiares, parentes, amigos, afilhados, grupos políticos; na montagem de esquemas para obras superfaturadas e mal feitas e em qualquer forma que tire dinheiro do erário para que coloquem no nome de seus laranjas e para que no período eleitoral comprem votos com esse dinheiro e se perpeturem no poder... O povo que pague a conta e se dane.

Primeiro expurguemos aos falsos e inúteis representantes, é fácil reconhecê-los, para depois pensarmos na divisão.