terça-feira, 7 de junho de 2011

3 anos!


(1933) - ( 2008)
Apesar das justas lágrimas, o alento  é saber que viver, para os que ficam, não é morrer. Sob essa perspectiva, certamente são indeléveis as doces lembranças legadas José Ribamar Virgínio Ribeiro. Lembranças que se sobrepõem a ausência física e fazem de Ribamar uma perene presença na vida de cada um daqueles aos quais sempre estiveram atados pelos indestrutíveis laços de amor e/ou amizade, parentes ou não.
Cada um à sua maneira, com idiossincrasias certamente distintas e mapas de crenças possivelmente diversos, José Ribamar Virgínio Ribeiro tinha como denominador comum o humor e o amor de fazer florescer  aos filhos. No seu papel,  sempre foi, para os seus e para todos aqueles aos quais eram caros, a bússola que orienta, o braço que ampara, o colo que reconforta e o coração transbordante em generosidade, como é próprio dos que têm o privilégio de experimentar o amor com início e sem fim.
Como o amor transcende a finitude da vida, José Ribamar Virgínio Ribeiro permanece entre nós, ainda que invisível, porque diluídos no coração e na mente de cada um daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-los e usufruir da sua intimidade, ou proximidade. O que acaba por corroborar a lição do poeta: “(...) mas as coisas findas, muito mais que lindas, estas ficarão (...)


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