sábado, 26 de fevereiro de 2011

Mapa da Violência: Analisando os objetivos (1)

Os dados também indicam que ainda nos encontramos em uma situação de equilíbrio instável. Esses notórios avanços na contenção da violência homicida estão sendo contrabalançados por fortes crescimentos em outras áreas, num movimento rumo às cidades do interior, que o estudo identifica como
 interiorizar e espalhar as políticas de contenção e enfrentamento da violência.
É inegável que essa situação de equilíbrio instável vai exigir esforços redobrados tanto dos Governos quanto da sociedade civil, no sentido de também

Contrapondo

Que situação de equilíbrio? Onde estão os avanços no combate a violência? È apenas no Gavião 4 ( Helicóptero da PM) ?

Podemos reconhecer que as autoridades expôe suas preocupações. No entanto, há um limite entre o combate real a criminalidade e os feitos concretos pelos que devem cumprir essa tarefa.

A corrupção cancerigêna no seio dos órgãos do Estado tem  efeito dominó. Em determinado momentos se trabalham com os dados em outros com suposição, enquanto os fatos não são devidamente esclarecidos. Dos assassinatos em 2010 ocorridos em Marabá, quantos foram solucionados? Quais os casos que estãos endo investigados? Como este Estudo do Mapa da Violência pode se transformar num instrumento de catalisador para as politicas públicas e novos métodos de apuração dos casos já ocorridos?

Na nossa região ( Sul e Sudeste do Pará) pela sua dinãmica de ocupação e reordenamento do espaço, o processo de violência semrpe foi interiorista - na perspectiva de consideramos que os grandes centros urbanos dessa região se foca em apenas 4 cidades ( Marabá, Parauapebas, Tucuruí e Redenção). E levando em consideração também os conflitos ocorridos pela disputa da terra e a conformação em áreas de assentamentos.

Os dados do Mapa da Violência nos revela o que todos nós já sabemos, mas não nos importamos. Seja as autoridades que não cumpre com seu papel, seja a sociedade que vive anestesiada por também ser vitima deste processo.

Vamos ao debate!

interiorização. Ou também rumo a Estados até o momento considerados de baixo ou médio potencial, num processo que o trabalho denomina espalhamento. Em ambos os casos, a resultante foi um deslocamento dos pólos dinâmicos da violência rumo a locais com menor presença do Estado na área de segurança pública.

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