segunda-feira, 19 de julho de 2010

Giro nos blogues


Quando o deputado federal Índio da Costa (DEM/RJ) foi anunciado como vice de José Serra, andou se falando que o motivo seria a notoriedade supostamente adquirida como relator da Lei da Ficha Limpa.

Para mim continuava um desconhecido, e bem pouco ilustre. Tive de buscar informações sobre ele nos Googles e Yahoos da vida. O mais significativo foram suas contribuições ao folclore político:
(i) discursou na Câmara Federal pedindo a proibição de coxinhas e pirulitos em cantinas escolares;
 (ii) apresentou na Câmara Municipal carioca projeto de lei para que fossem multados os cidadãos que dessem esmola a pedintes;
(iii) tentou proibir o comércio ambulante nas ruas do Rio, o que eliminaria da paisagem carioca os tradicionais vendedores de mate e biscoito de polvilho.

Logo conclui que não passava de um novo Enéas Carneiro.

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PANCADARIA EM INAUGURAÇÃO DE COMITÊ NACIONAL DE DILMA

“Não tenho mais candidata. Agora não quero mais saber de Dilma”, afirmou Edivaldo Freitas, candidato a deputado distrital pelo PMDB. Ele levou uma gravata de um segurança da campanha da petista ao tentar entrar na área vip destinada a políticos no evento de inauguração do comitê nacional do PT, em Brasília. Ele disse que apanhou por não ser um “engravatado”. O candidato estava sem gravata.

O vidro da porta de entrada do comitê foi quebrado com a confusão antes mesmo do espaço ser lançado. A organização colocou uma faixa com o nome de Dilma para disfarçar o estrago no local.

Edivaldo Freitas deixou o evento e chamou os militantes de sua chapa para acompanhá-lo. O megafone que ele estava usando para gritar a favor de Dilma mudou de função. E serviu para que ele protestasse contra a petista.
O secretário de comunicação do PT, André Vargas, justificou o ocorrido dizendo que o espaço estava apertado e candidatos distritais não foram chamados.

Fonte: Luciana Marques, de Brasília - Portal Veja.Com

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