domingo, 27 de junho de 2010

A OFENSIVA DO AGRONEGÓCIO CONTRA O POVO BRASILEIRO

O Brasil é alvo de uma ofensiva do grande capital, articulado pelas empresas transnacionais e pelos bancos, dentro de uma aliança com os latifundiários capitalistas, que criaram um modelo de organização da agricultura, chamado de agronegócio.
A partir da segunda metade da década de 90 - e mais ainda depois da crise do capitalismo internacional -, grandes corporações internacionais, financiadas pelo capital financeiro, passaram a avançar sobre a agricultura brasileira: terras, água e sementes, produção e industrialização de alimentos e na comercialização de agrotóxicos.

Nesse processo, o agronegócio tenta impedir o desenvolvimento da pequena agricultura e da Reforma Agrária e consolidar o seu modelo de produção, baseado na grande propriedade, monocultura, expulsão da mão-de-obra do campo com o uso intensivo de máquinas, devastação ambiental e na utilização em grande escala de agrotóxicos. (Boletim MST Informa 185)

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Atauliazação em 29/06 ás 14:35
Em nossa caixa de comentários, uma postagem sobre uma nota enviada a secretaria do MST

Um comentário:

Paulo Pires disse...

COMUNICADO À IMPRENSA


Ref. Matéria: MST Informa, nº 185 de 25/06/2010

Prezado jornalista:

Em relação à matéria publicada no Boletim MST Informa - Ano VIII - no 185 de 25/6/2010 - A Ofensiva do Agronegócio contra o povo brasileiro, a Stora Enso emitiu a seguinte carta:

A Secretaria do MST

Vimos pela presente solicitar a retificação da informação publicada no MST Informa - Ano VIII - no 185 de 25/6/2010 – no texto A Ofensiva do Agronegócio contra o povo brasileiro - onde este informativo diz que um diretor de nossa empresa “admite que houve a criação de empresa para burlar a lei brasileira para a compra de terras em zona de fronteira no sul do país”, informação esta que está errada.

Não houve qualquer admissão nesse sentido, pois a criação da empresa Azenglever (empresa brasileira de capital brasileiro) foi feita de forma legal e transparente. A criação da empresa foi informada aos órgãos da administração pública envolvidos e, posteriormente, teve confirmada sua legalidade pelo arquivamento, por ordem da Justiça Federal, de inquérito policial a respeito.


Atenciosamente,
Paulo S. Pires
Gerente
CL-A Comunicações