sexta-feira, 5 de março de 2010

Um bilhão de árvores?

Engraçado como a propaganda do governo não condiz com a prática. Agora mesmo com a reforma da tradicional escola Plínio Pinheiro (escola que estudei a maior parte de minha vida e que minha mãe trabalhou por mais de vinte anos), ás arvores foram derrubadas. Àrvores que ajuda no clima da escola, faziam sombras e melhorava o ambiente.

Uma escola que passou durante boa parte de sua história sob direção autoritária, e justamente agora com uma nova direção eleita democraticamente, coisas como essas ainda acontecem.

E o Governo do Pará com suas obras sem a devida fiscalização deixa adeus dará!

------------------------------------
Atualização: após o primeiro comentário.

Isso é discurso!
Quando o governo Ana julia lançou o PTP - Planejamento Territorial Participativo, a idéia era que além de fazer a consulta pública sobre as prioridades do governo, também se criava as COFINS - Comissões de Fiscalização de obras do governo, onde membros da sociedade civil organizada participariam da fiscalização das obras.
Hoje, nada de PTP, e nem de Cofins! O governo só lembra de fazer acordos para se manter no poder através da reeleição de 2010. E as obras mesmo sendo pequena, como essa da reforma da escola, em nehum momento a comunidade foi chamada para acompannhar, fiscalizar e participar de fato.

Isso não é discurso?

2 comentários:

Anônimo disse...

Ribamar, você é uma pessoa inteligente. E há de convir que a governadora não tem bola de cristal para saber o que acontece no lado norte, sul, leste e oeste do Estado. E isso não tem nada a ver com as dimensões geográficas de seu território. Você sabe que é assim, não é?

Se há alguma pessoa responsável pela reforma, e com certeza há, ela que deveria ser indagada quanto a derrubada das árvores. Mas daí jogar para o governo a culpa por uma privada entupida em uma de suas repartições espalhadas por todo o Estado, é demais.

Se você estivesse governando essa cidade, com certeza não saberia dizer o que o responsável pelo cemitério local estaria fazendo; não saberia o que os chefes dos garis estaria fazendo.

Há coisas que se tem que cobrar, e há coisas que se deve relevar.

Vou fazer uma sugestão: junte-se com outras pesssoas que também estudaram lá e que são contra esse crime e protestem... subam nas árvores, se amarrem nelas... façam alguma coisa e saia do discurso.

Anônimo disse...

Não há nenhuma prática sem um bom discurso ou teoria ( Theodor Adorno)