terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Servidores da SEMA divulgam

COMO É QUE O ATUAL GOVERNO FAZ A GESTÃO AMBIENTAL NO ESTADO DO PARÁ

Você sabia?



- Que entre os servidores da Servidores das Regiões Norte e Nordeste do País, o Pará é o Estado que pior remunera seus profissionais da área ambiental e é o Estado mais rico entre eles!

- Que se a área total do Estado do Pará fosse dividida fosse dividida pelo número de fiscais da SEMA responsáveis pela defesa da rica fauna e flora da região, cada fiscal ficaria “responsável” por uma área de cerca de 4x a Ilha do Marajó!

- Que os profissionais que analisam projetos e autorizam retiradas de madeira em valores próximos à um milhão de reais são remunerados com salários próximos a mil reais!

- Que para fiscalizar, fechar empreendimentos poluentes, apreender motosserras, e outras ações de punições aos agressores do meio ambiente, os servidores não recebem risco, periculosidade e não tem qualquer seguro de vida, além de na maioria das vezes serem obrigados a viajar sem respaldo de publicação no Diário e pior sem recursos das diárias, tendo que arcar com seus próprios recursos com todos os custos pessoais da viagem!

- Que a SEMA, (mesmo tendo demitido vários temporários de mais de 10 anos de casa sem direito a nada) recebe cada vez mais contratados e não convoca servidores devidamente aprovados em concursos!

- Que vários planos de manejo e projetos minerários de milhões são analisados por “colaboradores eventuais” pessoas convidadas pelas chefias dos setores, substituindo os servidores efetivos e que tem de direito “fé pública”!
- Que quando grandes empresas pagam à parte para a SEMA (fora a taxa de licença) diárias e custas de viagem, os servidores são obrigados a dar preferência para aquele empreendimento, deixando para depois os projetos de pequenos produtores, e isto tudo foi amparado por Instrução Normativa IN-26 criada pelo Gabinete da Secretaria!
- Que o laboratório da Sema, fundamental para checar a qualidade das águas, ar e solo e monitorar as empresas poluidoras, está sofrendo desmonte, seus equipamentos (caríssimos) serão doados e os funcionários desta área (concursados) já foram repassados para outros Órgãos, por não terem onde trabalhar, enquanto o setor que cuidava do monitoramento (reduzido a pouco mais de 3 funcionários) tem que aceitar (e acreditar!) o auto monitoramento que as próprias empresas fazem de si mesmas e encaminham a SEMA para serem licenciadas!
- Que o atual secretário de Estado de Meio Ambiente Aníbal Picanço não recebe os servidores da Secretaria para dialogar e quando reinvindicam uma audiência usa força policial para garantir a falta de diálogo, chegando-se inclusive a acontecer agressão física à servidor dentro da própria Secretaria, mas por outro lado recebe os grandes empresários do setor madeireiro e mineral de portas abertas!
Diante dessa pequena amostra de irresponsabilidades e total falta de compromisso com o serviço público, com a população do Estado e com o Meio Ambiente, analise você mesmo como vêm sendo tratada a questão ambiental no Estado do Pará!!!

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