segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Atingidos pela Vale

Este fim de semana foi realizado em Belo Horizonte o I Encontro Mineiro dos Atingidos pela Vale. A proposta desta atividade foi reunir e dar voz às comunidades afetadas pela Companhia Vale do Rio Doce em Minas Gerais.

A Vale iniciou suas atividades no Brasil e hoje é a responsável por um legado de destruição social e ambiental registrado em vários municípios de Minas Gerais. Os bens naturais disponíveis no estado e a exploração da mão-de-obra são as fontes da riqueza dessa empresa que está presente nos cinco continentes do mundo. Os resultados dessa ganância são os graves impactos identificados sobre o meio ambiente e a vida das pessoas.
Desde a privatização ocorrida em 1997, trabalhadores e comunidades vêm sendo prejudicados pela ganância desta grande empresa capitalista. Os bens naturais do solo brasileiro devem ser patrimônio do povo e não dos acionistas da Vale! É preciso que o governo federal anule o leilão de privatização - que foi ilegal - e patrocine a reestatização da Vale.
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Você sabia que a Vale:- Atua em 12 Estados brasileiros e detêm direito de lavra de 23 milhões de hectares o que corresponde aos estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte;
- Nos onze anos que se seguiram à privatização seu lucro líquido cresceu 29 vezes;- Seu valor de mercado passou de US$8 bilhões para US$125 bilhões;
- Que sob o argumento da crise econômica mundial a empresa demitiu cerca de 4 mil trabalhadores diretos e 15 mil terceirizados;
- Que a Vale consome, sozinha, 5% de toda energia elétrica do Brasil;
- Que as famílias brasileiras pagam por 100kwh/ mês mais de R$50,00 e a Vale paga pelos mesmos 100Kwh/ mês cerca de R$3,30;
- Nos últimos 12 meses a empresa gastou R$178,8 milhões em propaganda para enganar comunidade e trabalhadores com o falso discurso de desenvolvimento sustentável;
- Trabalhadores e comunidades de várias partes do mundo são explorados por essa empresa;
- Os trabalhadores do Canadá da Vale Inco estão em greve há mais de cinco meses por melhores condições de trabalho e melhores salários;
- A Vale está em Moçambique desde 2004 e seu plano de minerar lugares atualmente habitados e agricultáveis vai obrigar um elevado número
(colaboração Rogério Almeida)

Violência 1

A violência na Sociedade e as Formas de Enfrentamento

Este é o tema de seminario que será realizado pelo Ministério Público nos dias 09, 10 e 11/12, no auditório da secretaria municipal de saúde.

Na conferência de abertura a Drª Flavia Cristina (UFPA) vai proferir palestra sobre a "violência na sociedade contemporânea". Temas como: Analisando as práticas de violência contra criança e adolescente em Marabá, Ações municipais de enfrentamento a problemática das drogas, Direito e Psicanálise, Violencia Doméstica e A responsabilização criminal do agressor serão destaques no evento.

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A violência na região é histórica, basta lembrar dos povos indígenas que foram massacrados desde a chegada do "homem branco civilizador". Aqui mesmo, castanheiros, trabalhadores rurais, indíos e tanots outros foram mortos pela bala do latifúndio, dos coronéis e do próprio Estado ( que devia proteger).

Vamos ao debate!!!

Violência 2

Os indíces continuam apontando Marabá como uma das cidades mais violetas do Brasil.
A cada dia jovens/adolescentes estão sendo assassinados, a maioria vitima do caminho que trilham ( tráfico de drogas). Mais o Estado através do seu aprelho repressor as intituiçoes de segurança pública assistem sentados sem fazer nada. Ai eu pergunto! Quantos casos foram solucionados pela policia? Vila do Rato, Santa Rosa, Liberdade, Km 07, Bela Vista, Bairro da Paz e tantos outras são campeões....
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Enquanto isso a Governadora e sua policia pedem a prisão de lideranças de trabalhadpores que lutam pela Reforma Agrária. Gastam milhões de reais com as desocupações "que serão todas reocupadas".
PELA REVOGAÇÃO DA PRISÃO DE CHARLES TROCATE E MARIA RAIMUNDA JÁ!!!!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Desenvolvimento: È isso ? 1

Essa é a lógica que os aventureiros capitalizados produzem na região!


Ao longo dos anos, o consumo de carvão da mata fez da região de Carajás uma das mais desmatadas da região Norte. O município de Marabá (PA), onde estão instaladas as guseiras paraenses, é o terceiro mais devastado da Amazônia. Dos seus 15 mil quilômetros quadrados, 7,9 mil já foram derrubados, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A área equivale a cerca de cinco vezes o município de São Paulo.
Foto de satélite mostra a devastação ocorrida na região de Marabá (PA) entre 1984 e 2006. O município, onde ficam as guseiras paraenses, é o segundo mais desmatado da Amazônia. (Foto: Inpe/Divulgação)

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Trabalho escravo

Além de prejudicar a floresta, o carvão ilegal do Pará também tem causado danos a trabalhadores. Na última lista empregadores que utilizaram mão de obra análoga à escravidão, publicada pelo Ministério do Trabalho, estão três carvoarias de Goianésia do Pará e Dom Eliseu (PA), ambos municípios fornecedores de carvão para siderúrgicas paraenses.

Desenvolvimento: È isso? 2

As empresas Companhia Siderúrgica do Pará (Cosipar), Sidenorte Siderurgia Ltda e Sidepar Siderurgia do Pará S.A. tiveram ontem (23/11) seus acessos ao Sisflora bloqueados pelo Ibama. As três foram flagradas pela Operação Caça-Fantasma comprando 1.520 metros de carvão ilegal, o equivalente a 26 caminhões cheios, de uma firma de fachada, ou seja, criada apenas para comercializar créditos florestais. Além de autuadas, as siderúrgicas terão os estoques irregulares apreendidos. (Aqui)
(Foto: Ascom/IBAMA)
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Ibama anunciou nesta terça-feira (24) que proibiu três siderúrgicas de Marabá (PA) Pará de comprarem carvão vegetal. Segundo o instituto, elas foram flagradas adquirindo carvão de origem ilegal por meio de um esquema que envolvia falsificação de documentos. Entre as empresas está a maior siderúrgica do Pará, a Cosipar. De acordo com o Ibama, as empresas compraram 1.520 metros cúbicos de carvão de uma empresa de fachada, montada para falsificar documentos que autorizam a movimentação de madeira no sistema de controle estadual, o Sisflora. A Cosipar teria adquirido 1.130 m³, enquanto a Sidenorte teria comercializado 330 m³ e a Sidepar 60 m³. (aqui)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Então...

.... voltamos a nossa normalidade.

Feira do Livro: Resgantado uma tradição


Desde 2006 a Fundação Casa da Cultura tenta resgatar a feira do livro aos moldes que era quando teve início ainda o final da década de 80. Este ano seus organizadores estão animados e com a perspectiva de superação de público. Além dos tradicionais estandes de livrarias, a feira vai oferecer uma ampla programação: palestras, oficinas, mesa de contadores de história, mostra de cinema, salão de charges e muito mais...
O Campus Rural de Marabá estará tambem presente na feira, apresentando suas ações e com uma mesa de contadores de histórias.
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Feira do Livro de Marabá -
Local: Ginásio Renato Veloso (Fl 16)
Dias 26, 27 e 28 de Novembro

Continua enjaulado!

O vice do Malino continua na Mariano Antunes....

mesmo assim sem ter feito nenhuma visita ao seu vice, o alcaide exonerou da secretaria de saúde. Os vereadores ainda tentam sem sucesso a criação de uma CPI para investigar o "rombo" na Saúde.

Roda da'gua




Claber Martins foi o grande vencedor do Fecam 2009.


Dias antes do festival o vencedor apresentou a letra para este poster analisar, e surpreendentemente fiquei feliz ao saber da vitória no festival. Primeiro, porque a letra condiz com a nossa dura realidade, quem não lebra dos meninos do araguaia? Nessa terra onde o sangue continua enxanrcando nosso chão, basta rememorar a luta dos povos do campo e dizer que a musica de Clauber retrata em forma de cântico nossos lutadores. Segundo, porque depois de muito tempo o festival volta com um grande elenco e nada melhor do que um "marabaense" ganhar!!!
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O FECAM de públiuco foi um fracasso total, mas quem estava lá é por que eram os amantes da boa música. O fato de realizar o festival junto com a feira pode até ter sido uma boa idéia para economizar custos, mas bagunçou geral. O local do palco era justamente no local da entrada da praça de alimentação, o que não garantia uma boa concentração e sim uma grande mobilidade. O próprio secretário de cultura estava insatisfeito com o festival, e disse que ano que vem será independente e em grande estilo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Estamos de volta....

...se derrubar é penalte!!!

Depois de uma longa jornada pelos municípios de Nova Ipixuna e Jacundá, mais precisamente nos assentamentos, vilas e rincões do lago de Tucuruí. Estamos de volta!!
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Gente presa, notas de solidariedade, apagão e tantas outras informações, já estamos antenados....

Vice prefeito preso!

Nagilson Amoury e mais três integrantes da secretaria municipal de saúde estão presos desde cedo. Tudo consequência da operação Higéia. Bunito pra cara deste governo!!!

Já se falam em vários nomes para escolha do substituto. Vale lembrar que este é o segundo secretário de saúde a ir pra cadeia, lembramos do caso do secretário Pedro Corrêa da gestão Tião Miranda que também foi preso.
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O vice-prefeito e secretário municipal de Saúde Nagilson Amoury foi ouvido na Polícia Federal, depois conduzido à uma clínica de Marabá para fazer exame de corpo de delito. Por volta das 14 horas, a PF transferiu Nagilson para a Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes (Crama), juntamente com os quatro outros servidores da SESMA, presos no início desta manhã.Por ter curso superior, o vice-prefeito encontra-se recolhido em cela especial. (fonte Blog do Hiroshi)

UFPA manifestou!

Professores do Campus de Marabá emitiram nota semana passada manifestando afavor das lutas e contra o latifúndio.
O Núcleo de Educação do Campo da Universidade Federal do Pará – Campus de Marabá tem desenvolvido parcerias estratégicas de formação com o MST, a FETAGRI, a Via Campesina e outros movimentos, no sentido de construir a autonomia dos sujeitos participantes através da formação de um senso crítico acerca das contradições envolvidas no processo de desenvolvimento pensado para a Amazônia.
Por isso, o Núcleo de Educação do Campo da Universidade Federal do Pará – Campus de Marabá apóia o MST e reforça a necessidade de a abertura de negociação com o INCRA, o MDA e o ITERPA e se coloca completamente contra as prisões recentemente decretadas, pois acredita que a defesa da FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE é algo que a Constituição prevê e deve garantir.
Justiça social no campo só com REFORMA AGRÁRIA
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Não nos calaremos!

Sob um tempo em que algemam flores
Jorge Luis Ribeiro[1]

Não sois leis, homens é o que sois. Mas Charles, Maria Raimunda e outros e outras, podem agora ser presos preventivamente. Há o medo de que as algemas lhes fechem os abraços e que prevaleça a dor dos institutos jurídicos. Charles e Raimunda estão foragidos políticos com prisão preventiva decretada. Quantas prisões serão necessárias para os corpos que gritam liberdade? Como a liberdade da terra aprisionada em farpas da propriedade. Mas a lei do latifúndio, uníssona, absoluta sob as porteiras e cercas da ordem, prevalecem.
O estado de direito que sentencia as prisões campeia na miopia do tempo e para prevenção de quem? De quem planta sonhos? A prisão preventiva previne o que? De quem? Da periculosidade de Charles e Raimunda? Do movimento do povo que inaugura a ação na estát ica do poder? A prisão serve para prevenir de que eles perpetuem desordem na ordem da injustiça? Previne para que não façam apologia ao crime de romper as amarras da terra? Prevenir para que não fujam do distrito da culpa? Culpa de que? Qual o distrito da culpa no território da miséria? Qual a idade da culpa na história da desigualdade? Do que a comoção pública os condena? Quem são os donos da comoção pública?
Quem tem o termômetro da comoção pública? A grande mídia em suas cadeias feudais da informação? O mercado? Os sesmeiros da terra? Quem são os donos da convicção judicial, Excelência? Pode o magistrado pensar por si e pela história, ou padece de juizite, esta patalogia (curável) de poder paranóico sobre vidas, sonhos e corpos. Quem és tu Excelência? Sois homens ou gramática dos códigos, sois história ou motivação alienada, de que matéria humana te constituis se tua sentença lança grades para resolver a ânsia das sementes? Agora no ssos amigos e amigas podem ser presos por sua ordem enquanto a iníqua indignidade ganha asas sob tua letra e o aparato do Estado. Agora nossos irmãos e irmãs estão exilados da terra que sustenta nossos sonhos e os reproduz. E o crime é ser inimigo da ordem latifúndia. E tu decretas a prisão de idéias, utopias e aspirações.
E tu, Exa. despersonificado, é a pessoa do Estado, do Poder, da coerciva mão do decreto, quase absoluto, se não fosse a luz da história a te dizer que tua ordem de denuncia, toda a torpeza argumentativa, perceptiva, jurídica, sensível, contextual, teórica, epistemológica, humana. Esta prisão preventiva te prende nas grades da história e do absurdo. Ela é teu espelho e espelho do Estado. O decreto que arrota poder e advoga direito quando criminaliza a utopia. A memória campesina traz sementes, flores, e pão, porque Charles e Raimunda cultivam um tempo novo em hectares de esperança, ainda que sob a ameaça de cercas, de togas, das far das, do mercado, do poder senhorial, de tudo que nega as germinações e quer encarcerar o pólen.


[1] - Advogado e professor.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

E o DANTAS, o que a Justiça pretende fazer?

A Justiça cega ainda não se manifestou com relação a grilagem de terras e sobre o envolvimento do mega latifundiário Daniel Dantas.


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Para refletir:

"A Maria Bonita é oriunda de antigo castanhal de patrimônio do Estado do Pará, e que não poderia ser alienada sem prévia autorização estatal. As 400 famílias ocuparam a PA 150, na manhã do dia 04 de novembro e estão mobilizadas aguardando que o governo solicite a devolução da terra para o Estado e realize o assentamento imediato”. Para os sem-terra, também as fazendas Espírito Santo e Cedro, da Agropecuária Santa Bárbara, estão na mesma situação de irregularidades e, inclusive, já existe Ação Civil Pública nos casos da Maria Bonita e Cedro.Outras 200 famílias se mobilizaram na ocupação da PA 158 em frente à Fazenda Rio Vermelho, em Sapucaia, do grupo Quagliato, dono da Empresa Quamasa – Quagliato da Amazônia Agropecuária S/A. “A vistoria da terra realizada pelo Incra já confirmou que a área é da União. Além da fazenda ser utilizada de forma irregular, ela esteve durante vários anos na lista das que utilizavam trabalho escravo. Em julho de 2009, o MPF e o Ibama multaram fazendeiros e frigoríficos, dentre as multadas estava a fazenda Rio Vermelho, que deve à justiça mais de R$ 375 milhões de reais”. Por fim, enquanto aguarda negociação com os órgãos estaduais e federais (Incra, MDA, Iterpa, Casa Civil), o MST denuncia “o uso de milícias armadas pelas empresas que especulam a terra na região e as utilizam para outras funções, explorando e devastando a Amazônia. De fevereiro até o atual momento, 18 trabalhadores foram baleados pela escolta armada da Agropecuária Santa Bárbara, bem como as freqüentes ameaças e seqüestros dos trabalhadores acampados”. (NOTA da Coordenação Estadual do MST)

Justiça a favor do latifúndio e dos escravagistas!

Tribunal golpista?
Atendendo pedidos de fazendeiros escravagistas e latinfudiarios grileiros de terras públicas, o Tribunal de Justiça do Estado aprovou a intervenção federal no Pará. Por 21 votos a favor e apenas um contra. Agora é com STF e depois com o Presidente Lula. Quando o estado matou 19 trabalhadores rurais sem terras na "Curva do S" esse mesmo tribunal premiou os mandantes. Depois dizem que a justiça é cega. (Blog do Wanterlor)

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A UDR vem a tona!

Policia pede prisão de trabalhadores rurais!

È o Estado do BEM ESTAR DO AGRONEGÓCIO e CIA....

Belo Monte: Justiça suspende licenciamento

O governo do PT faz todo esforço possível para garantir mais este desastroso empreendimento.


Justiça Federal determina novas audiências para Belo Monte


A ordem suspende o processo de licenciamento para atender a pedido do Ministério Público - Federal e Estadual - e realizar as audiências públicas solicitadas pela população. A Justiça Federal em Altamira ordenou a suspensão do licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte e a realização de novas audiências públicas que “comprovadamente contemplem as comunidades” atingidas pelo empreendimento. A ordem atende um pedido do Ministério Público, que quer ver respeitado o direito das pessoas que moram em regiões isoladas e serão os mais impactados pela hidrelétrica.

O juiz Edson Grillo, que responde pela Vara Federal de Altamira, descartou as alegações do Ibama e da Eletronorte de que as quatro audiências feitas até agora seriam suficientes. - A audiência pública não pode ser considerada, como sustentam os requeridos, mero ato ritualístico encartado no procedimento de licenciamento ambiental. Deve ostentar a seriedade necessária, a fim de que possa fielmente servir à finalidade para a qual foi criada que, no caso presente, é informar custos, benefícios e riscos do empreendimento, propiciando o debate franco e profundo com as populações envolvidas.Mais a frente, a decisão judicial confirma novamente o entendimento do MP: -
Leia mais aqui

Senador defende difusão de livros em Braile


Na última sexta-feira, 06, durante a Feira Pan-Amazônica do Livro, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém, o senador José Nery (PSOL) repassou exemplares em braile da Constituição Federal e da Constituição do Estado do Pará para representantes da Biblioteca Pública Arthur Viana, do Centur. Ele anunciou que estudará a elaboração de projeto que aumente a oferta de livros para cegos e pessoas de baixa visão no Brasil.
Uma das alternativas seria tornar obrigatória a oferta, pelas editoras, de livro acessível aos cegos. Ou estabelecer prazos para o fornecimento do livro, a contar da data de sua solicitação pelo portador de deficiência visual.
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A assessoria do mandato do senador já estar articulando para a distriubuição dos exemplares na XI Feira do Livro de Marabá, que será realizada nos dias 26, 27 e 28 de Novembro no Ginásio Renato Veloso.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Solidariedade a Trocate



Apresso-me.
Tenho uma idade e não posso ser vulgar
Sou homem de partido
Aprendo idéias e considero o lugar do amor
Vai comigo o favo da
[palavra!
Um dia sinto, apodrecerá a madeira da barbárie
Que hoje é arvore no coração do
[homem.
Foto: Blog Ze Dudu

As leis, fetiche!
Acredito, toda a sua defesa morrerá no mar
Obrigação de lucidez revogará o medo como
[meta
Dizer abertamente que a nuvem da ignorância
Não poluirá, política obesa funesta
Não será sombra na cabeça do poema que
[assino
Pão
O mundo rompe o horror
O corpo e seu suor levantam turnos de alegria
A boca
Senti o sabor!
A nado atravesso o rio, a noite quebrou o barco
Impões-me o soluço.
Atravessar o rio
Exige fôlego de classe
Acendo sem culpa a luz dos desterrados
A lanço dizeres plataformas relva escutada uma a uma no coração!
Língua de mim arrastando a gramática da guerra
Governos
[infames.
Comumente
Atiro meu peito num estante que arde clarão dentro da verdade
O poder provável
Arrasta nesse século o precioso combate
Inflamo a carne segredo
A bandeira será de todos
[felicidade
Lição dinamizo
Aprender a suportar a dor
Inventar desaprendendo o egoísmo rimas com o mesmo tom
Para o amor!
Preciso dizer (entendam-me a maneira)
Em mim vai a bomba, a fumaça das palavras...
Para explodir o músculo sufocante
[da opressão
Em mim vai o povo
A idéia dentro do corpo, os pés, a valsa na
[praça
A graça fecunda
Da massa
No amanhecer
Insisto
Será novamente a vida
Que carregamos acesa no umbral de tudo

(Charles Trocate)

Abaixo o Latifúndio!!!!
Leia aqui

CONFLITOS NO CAMPO: Nota do MST

Não vamos nos calar
Parcelas da classe dominante – setores do Poder Judiciário, do Congresso Nacional, do Tribunal de Contas da União, do Ministério Público e da mídia – estão articulando mais uma ofensiva contra o MST e os trabalhadores. Podemos observar essa ofensiva na criação de mais uma CPI para investigar o Movimento, a terceira instalada nos últimos quatro anos. Isso se mostra também pela reação dos meios de comunicação frente aos protestos no Pará.
Além da perseguição policial direta e do Estado atuar como protetor do latifúndio, agora se busca construir uma deslegitimação do movimento camponês, com a intenção de se criar uma repulsa social contra os trabalhadores organizados. Apresentam nosso Movimento não apenas como violento, mas como agente de corrupção.Isso não quer dizer que as antigas fórmulas tenham sido abandonadas. Em diversos estados, os pistoleiros ainda abrem fogo contra os sem-terra, às vezes à luz do dia. Recentemente, podemos lembrar o assassinato de Elton Brum, no Rio Grande do Sul, ou os 18 trabalhadores baleados pela escolta armada da Agropecuária Santa Bárbara, no Pará.
O que os agentes defensores da estrutura agrária do país não querem mostrar é que o Brasil apresenta a pior concentração de terra do mundo.
Nunca fez Reforma Agrária, ao contrário de todos os países desenvolvidos. O agronegócio, que se diz desenvolvido, produz menos de 15% dos alimentos que vão para a mesa da população. Os índices de produtividade estão atrasados desde 1975. Ainda existe latifúndio, agora aliado com transnacionais, e ele ainda mata, tortura, explora e oprime os trabalhadores rurais.O Brasil ainda não respondeu sua dívida histórica com os pobres do campo. E nós não vamos desistir de lutar, de denunciar os crimes que são cometidos dia após dia.
Essas empresas que fazem propaganda na televisão estão roubando as terras da União, como é o caso da Cutrale, em São Paulo. Estão explorando o solo com uma quantidade absurda de agrotóxicos, dando ao Brasil o título de maior consumidor de venenos do mundo. E porque não nos calamos, seguem nos perseguindo.
Estamos fazendo uma campanha internacional para denunciar o processo de criminalização que o MST e os pobres do campo vêm sofrendo. Damos o nome de criminalização às ações de agentes estatais, como os políticos e a mídia, que visam reprimir os movimentos sociais e seus militantes como criminosos, ou criar condições para que a repressão aconteça.Querem nos isolar, retirar o apoio que a sociedade brasileira historicamente deu à Reforma Agrária.
Mas estamos atentos. Recentemente, um manifesto assinado por intelectuais teve a adesão de mais de cinco mil pessoas, que denunciam a criminalização de nossa luta. Agora estamos percorrendo organismos internacionais para que o mundo saiba o que setores retrógrados do Brasil fazem com seus trabalhadores. Fomos à Organização Internacional do Trabalho (OIT), na Suíça, à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, um órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, nos Estados Unidos.E principalmente: nos comprometemos a seguir defendendo a Constituição Federal, que diz que a terra deve cumprir sua função social. Se querem criminalizar a luta por um direito, é nosso dever denunciar as imensas injustiças que forjaram a construção desse país. Não vamos nos calar. Secretaria Nacional do MST

CONFLITOS NO CAMPO: Nota da CPT


TRUCULÊNCIA E DESPREPARO DE CORONEL DA PM E DE DELEGADO GERAL DA POLICIA CIVIL DO PARÁ QUASE CAUSA NOVO MASSACRE EM ELDORADO DOS CARAJÁS

Por pouco não termina em tragédia uma ação das Polícias Militar e Civil do Estado do Pará, na curva do “S”, mesmo local onde ocorreu o massacre de Eldorado em 17 de abril de 1996. O fato lamentável ocorreu na tarde da última sexta-feira, no momento em que mais de mil trabalhadores ligados ao MST faziam uma manifestação pacífica no local.
No início da manhã os trabalhadores interditaram a Rodovia PA 150 como forma de pressão para exigir a abertura de negociação por parte do governo do Estado. Por volta das 11 horas da manhã, sem que a polícia estivesse no local, os trabalhadores decidiram por si mesmos desinterditar a estrada. A situação permaneceu totalmente tranqüila, com o tráfego de veículos restabelecido até por volta das 14 horas, quando chegaram ao local o Delegado Geral de Polícia Civil, Raimundo Benassuly, e o coronel Leitão da Polícia Militar acompanhados de aproximadamente 70 policiais do batalhão de choque.
Demonstrando total despreparo e usando de truculência desmedida, sem dar chance para qualquer tipo de diálogo, o coronel e o delegado partiram para cima dos trabalhadores que se aglomeraram nas imediações da pista, gritando de forma descontrolada que estavam ali para prender quem estivesse à frente. O Delegado Geral, Raimundo Benassuly, sacou uma pistola e ameaçou atirar nos trabalhadores que se aproximavam. Vendo a ação do delegado, outros policiais fizeram o mesmo, e, em seguida prenderam três trabalhadores sem qualquer motivo. O delegado Benassuly é o mesmo que no início do governo de Ana Júlia, quando uma adolescente foi colocada na cela com mais de 15 presos por mais de 20 dias, tentou justificar a ação criminosa afirmando que a adolescente deveria ter algum problema mental. Foi afastado em razão desta declaração, mas, foi reconduzido ao cargo por ordem da Governadora.
O advogado da CPT de Marabá, José Batista Gonçalves Afonso e os Defensores Públicos Rossivagner e Arclébio, que se encontravam no local desde o período da manhã, ainda tentaram acalmar a fúria do Delegado e do Coronel, no entanto, foram empurrados e ameaçados de prisão. As centenas de trabalhadores que, em sua maioria, portavam pedaços de paus e facões, só recuaram mediante aos insistentes pedidos do Advogado da CPT. Enquanto os trabalhadores eram acalmados pelo advogado da CPT e pelos Defensores Públicos, o Coronel e o Delegado continuavam provocando o conflito afirmando que não temiam o confronto e nem se importavam com o fato político que pudesse gerar ali. Que vieram para desobstruir a estrada de qualquer jeito, sendo que, a estrada já estava liberada muito antes de eles chegarem. Ameaçaram ainda quebrar as barracas armadas pelas famílias para se abrigarem do sol. Só não o fizeram porque os trabalhadores decidiram desmontá-los antes. Apavoradas, mulheres e crianças correram para dentro do mato, várias pessoas passaram mal, inclusive, algumas que foram feridas no massacre em 1996.
O advogado da CPT foi categórico em afirmar que, caso ele e os defensores públicos não estivessem no local, uma tragédia poderia ter acontecido, pois os dois policiais chegaram com intenção de provocar o confronto com os sem terra e estavam totalmente descontrolados, sem quaisquer condições de dialogar sequer com o advogado e os defensores. Todos os policiais do batalhão de choque estavam com as tarjas de identificações cobertas. A CPT vai acionar judicialmente o Delegado e o Coronel pelo crime de abuso de autoridade.
A ação desmedida do Coronel, do Delegado e também da Governadora contra o MST se deu devido à destruição, no meio da semana, de casas da fazenda Maria Bonita de propriedade do banqueiro Daniel Dantas. O governo do Estado e os fazendeiros acusam o MST por este fato e há, inclusive, um pedido de prisão preventiva contra Charles Trocate, líder do MST, que nem se encontrava no Estado do Pará quando o fato aconteceu.
O grupo de Dantas já comprou mais de 50 fazendas na região, a maioria das propriedades adquiridas na região de Marabá, incide sobre área dos castanhais, cuja legislação estadual (Lei nº 913/54; Decreto Lei nº 57/69; Decreto Lei nº 7.454/71) impõe aos detentores desses imóveis, dentre outras obrigações, a de manter preservadas as áreas de castanhais, priorizando seu extrativismo, bem como ter autorização do Estado para vender o imóvel a terceiros. O Estado do Pará não foi consultado sobre as vendas para o grupo de Daniel Dantas e, em todos os imóveis, os castanhais foram destruídos e substituídos por capim. Além dessas infrações, em quase todas as fazendas há incorporação ilegal de terra pública aos imóveis. Este fato já foi comprovado na Fazenda Cedro, localizada em Marabá.
A partir de denúncia feita pela CPT de Marabá à Ouvidoria Agrária Nacional, foi requerida uma fiscalização do IBAMA nos imóveis do grupo ocupados pelos trabalhadores sem terra. Em 15.04.09, na fazenda Espírito Santo, fiscais do órgão ambiental registraram que não há cobertura vegetal nos 10.599 hectares que compõe a fazenda. O grupo de Daniel Dantas foi multado em 50 milhões de reais e foi dado um prazo de 120 dias para a retirada do gado. Na Fazenda Maria Bonita, os fiscais identificaram que não existia Licença Ambiental Rural para exercer atividade de agropecuária. O grupo Dantas foi multado em 7 milhões de reais e embargada qualquer atividade na propriedade. Por ter sido detectado a ausência total de cobertura vegetal em 6.316 hectares, o grupo foi multado em R$ 31 milhões de reais. Foi dado também um prazo de 120 dias para a retirada do gado da propriedade. Mesmo com esse rol de crimes em suas propriedades, a governadora e o poder judiciário insistem em manter as terras nas mãos do banqueiro, preso pela Polícia Federal, por duas vezes, por desviar recursos públicos.
De janeiro a outubro do ano corrente, segurança e pistoleiros das fazendas do banqueiro já assassinaram um trabalhador sem terra e balearam gravemente outros 17 sem terra no interior das propriedades. Todos os crimes continuam impunes. Nos dois anos e 10 meses de governo de Ana Júlia, apenas no sul e sudeste do Estado, foram 66 fazendas ocupadas por 10.599 famílias; 101 trabalhadores e lideranças foram ameaçados de morte; 23 trabalhadores foram feridos a bala por pistoleiros e seguranças de fazendas; 17 trabalhadores foram assassinados na luta pela terra e 128 foram presos. Os conflitos agrários no Estado do Pará são problemas sociais da maior gravidade que a governadora, a exemplo de seus antecessores, insiste em resolver com casos de polícia. Enquanto isso, pistoleiros e mandantes dos crimes gozam de total impunidade.

Marabá – PA, 09 de novembro de 2009.
Comissão Pastoral da Terra - CPT do sul e sudeste do Pará

CONFLITOS NO CAMPO: Nota do PSOL

De quem é a Terra ?
No principio,criou Deus os céus e a terra, porém, estava sem forma e vazia. Não havia ainda nenhuma planta do campo, pois ainda nenhuma erva do campo havia brotado;por que o senhor Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo” ( Livro do Gênesis)
A principio toda a terra teve um único dono que segundo as sagradas escrituras a concedeu sob concessão para que as criaturas que nelas habitassem podessem viver em harmonia e com o minimo de dignidade possivel vivendo do fruto que dela brotasse. Entretanto, o ‘Grande’ opositor do Deus todo poderoso quiz sobrepuljá-lo e desceu de sua condição superior para corromper ‘O homem’ a maior obra do criador. A ganância, a ânsia maldita pelo poder de controlar a vida e a morte, o deitar e levantar da mais perfeita criatura do criador supremo ganhou força, pois, o mal neste momento sobrepôs-se ao bem e governa a terra onde Severina vive e morre e nem a cachorrinha baleia tem direito a deitar e levantar com o minimo de dignidade e esperânça por dias melhores.
Quem deu aos Senhores da vida e da morte o direito de abrir a boca e gritar mais alto que os seus semelhantes.(que deveriam ser iguais ) De que tem direitos sobre a terra, que os 8.511.965 Km do território brasileiro lhes pertencem, que devemos baixar a cabeça toda vez que esses senhores usarem o poder das armas para aviltar a dignidade do homem do campo. É lamentavel o papel do Governo Federal que durante decadas e decadas, que se transformaram em séculos, vem bancando essa balburdia, esse lastro de desigualdade com as riquezas do subsolo, o dinheiro do povo e o suor e o sangue do trabalhador brasileiro do campo e da cidade.
É vergonhoso, é inadimissivel que após o periodo de opressão dos governos repressivos, da abertura desastrosa operada pelo Governo collor, da década de entreguismo dos bens públicos sustentada pelo governo FHC. Que o Governo ‘dito’ popular continue dando seguimento ao percurso iniciado por seus antecessores que negavam e ainda negam, a perseguição, o segregacionismo,o ódio e o horror a grande massa , que só serve para alimentar com o suor do seu labor as contas bancarias de uma minoria opressora. Desejamos que o aniversário da queda do muro de Berlim, venha ajudar a derrubar o muro da vergonha que cercam os milhões de hectares de terras griladas no Pará e no Brasil que servem de capital especulativo e para o enriquecimento ilicito de centenas de malversadores do dinheiro público.
Desejamos também que o Estado e a Justiça Estadual comecem a fazer ‘justiça’, mandando para a cadeia os assassinos dos trabalhadores rurais que morreram ,e continuam sem justiça , na Curva do S em Eldorado dos Carajás e muitos outros que pereceram em busca de chão para plantar e minimizar o problema da fome que assola o nosso país. Justiça que clama Irmã Doroty Stang , João Canuto , Paulo Fontelles, Dezinho e muitos outros. Mas sabemos que isso fere de ‘morte’ o estado de direito dos ‘Ruralistas’ e do Latifundio. E por isso a impunidade no campo continua. Que o julgo repressor do Estado não recaia somente sobre o homem do campo e da cidade que atinja também os Opressores do povo.
Nós militantes, filiados e dirigentes politicos do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL – Marabá) REPUDIAMOS veementemente os atos de perseguição Pólitica e Moral impetrados contra os Dirigentes do Movimentos Sociais do Campo e da Cidade, em Especial o MST e seus dirigentes no Estado do Pará.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

28 de janeiro: Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

O dia 28 de janeiro será dedicado ao combate ao trabalho escravo no Brasil. O projeto de lei do senador José Nery (PSOL/PA), aprovado no Senado e na Câmara dos Deputados, foi sancionado nesta quarta-feira,29, pelo vice-presidente da República, José Alencar, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Junto à data, também será instituída a Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.Em 2004, o dia 28 de janeiro foi marcado pelo assassinato de quatro funcionários do Ministério do Trabalho, três auditores e o motorista, quando apuravam denúncia de trabalho escravo na zona rural de Unaí, Minas Gerais. “Além de podermos realizar ações para combater esta mazela em várias partes do país, a data é uma justa homenagem a esses profissionais que acabam arriscando a vida para libertar trabalhadores e fazê-los se dar conta de seus direitos”, afirma o senador. Para Nery, a data pode contribuir para o fortalecimento das fiscalizações e formação de consciência crítica junto è sociedade.



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Nery em Marabá


Em Marabá O senador José Nery que também é presidente da Subcomissão de Combate ao Trabalho Escravo, fez parte da solenidade de entrega da premiação dos trbalhos do Projeto Educar para não escravizar".
As atividades aconteceram na praça Duque de Caxias na ultima sexta feira (30/12). A programação contou com representantes da SEMED, 4ª URE, CPT e Repórter Brasil, todos foram parceiros na execução do projeto.
O senador Nery chamou atenção de várias pessoas que assitiram atentamente seu discurso contra o agronegócio, principal responsável pelo processo de escravização na Amazônia.

Carimbó perde Verequete


Após seis dias de internação, o músico Augusto Gomes Rodrigues, o Mestre Verequete, morreu na tarde desta terça-feira (03), no Hospital Barros Barreto. Verequete não resistiu ao quadro de pneumonia e infecção respiratória. Ele estava no Centro de Terapia Intensiva (CTI) desde domingo (01) e respirava com a ajuda de aparelhos. O músico estava com 93 anos.
Aqui ele aparece ao lado do ex-prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL), um dos estimuladores do filme Chama Verequete: Documentário poético sobre Mestre Verequete, personagem fundamental da história do ritmo raiz do Pará, o Carimbó, que legitimou e divulgou pelos quatro cantos do Brasil.

Provincianismo!

Fechada

Avenida Antonio Maia foi fechada no final da tarde de hoje (03), tudo por conta da inauguração da nova loja do Armazém Paraíba. O trânsito que já é um caos se transformou num borobodó.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Deputados que assinaram CPI contra o MST receberam dinheiro da Cutrale

Quatro deputados federais que assinaram a CPMI receberam doações da empresaque monopoliza o mercado de laranja do Brasil e acumula denúncias na Justiça.
Arnaldo Madeira (PSDB/SP) recebeu, em setembro de 2006, R$ 50.000,00 emdoações da empresa. Carlos Henrique Focesi Sampaio, também do PSDB paulista,e Jutahy Magalhães Júnior (PSDB/BA), obtiveram cada um R$ 25.000,00 parasuas respectivas campanhas. Nelson Marquezelli (PTB/SP) foi beneficiado comR$ 40.000,00 no mesmo período. Os quatro parlamentares que votaramfavoravelmente à CPI integram a lista dos 55 candidatos beneficiados pelaempresa em 2006.