sexta-feira, 6 de março de 2009

Trabalho Escravo: Justiça condena Zucatelli

A Justiça Federal condenou o empresário Reinaldo Zucatelli a 06 (seis) anos de cadeia.

O juiz federal Carlos Henrique Borlido Haddad, da Subseção de Marabá, sul do Pará, concluiu nesta quarta-feira o julgamento de 32 processos referentes a trabalho escravo. Em 26 deles, as sentenças proferidas pelo magistrado condenaram 28 réus. Desse total de 26 processos, em seis deles os réus foram absolvidos da acusação de reduzir trabalhadores à condição análoga à de escravo, mas acabaram condenados por outras infrações.

Ao julgar o processo nº 2007.1164-1, a justiça condenou o ex-vice prefeito de Marabá, o empresário Reinaldo Zucatelli pela prática de Trabalho Escravo.

Para ver mais acesse:http://www.pa.trf1.gov.br/noticias/ver.php?id=727

Porque Foi condenado?

FAZENDA SOL NASCENTE: Em Marabá (PA), pertence a Reinaldo Zucatelli e teve 71 trabalhadores libertados. Diz o relatóriodo Grupo Móvel do Ministério do Trabalho: "Banheiros e sanitários não existem, igualando homens a animais que fazem a céu aberto suas necessidades fisiológicas".

4 comentários:

Anônimo disse...

a velha história sobre as práticas de fazendeiros. Essa classe é terrível. Eles só agem com civilismo, quando vão ao governo pedir perdão da dívida com o Estado e, paralelamente, pedir mais dinheiro para a “próxima safra”. No mais, as leis não lhes dizem respeito. O mais incrível é que esse mesmo povinho explorado por eles é que os elege, seja para prefeito, governador, deputado ou senador. Haja burrice! A “Bancada rural”, como se sabe, é o grupo mais poderoso no Congresso Nacional.
Admiro esse juiz. Seria tão menos perigoso “deixar pra lá” como fazem tantos outros magistrados, inclusive no Supremo, como, aliás, já é notório. Temo por esse juiz que “ousou” condenar esses fazendeiros.
Um abraço

Anônimo disse...

Que a Justiça seja feita!!!

Zucatelli na cadeia!

Leonardo disse...

Atualmente há outros processos de trabalho escravo aqui na Vara de Marabá, mas ainda não estão prontos para serem julgados. Provavelmente julgaremos o maior número possível de casos para continuar agilizando os processos", informa o magistrado da Vara Federal de Marabá.

Anônimo disse...

Aponta o dedo para tantos que até já lhe ajudaram e se esquece que ao apontar um dedo, tem tres dedos apontados para sí...foi condenado e continua livre...dinheiro é tudo para esse pessoal, que consegue se livrar de tantos atos absurdos por causa do dinheiro.
Mas um dia a casa ainda caí!!!