quarta-feira, 18 de março de 2009

Novos políticos envolvidos em Pedofilia

Em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Combate à Exploração Sexual de Crianças de Adolescentes no Pará, da Assembleia Legislativa, a delegada Socorro Marques, confirmou o envolvimento do ex-deputado e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estdao (TCE), Cipriano Sabino (DEM); do ex-prefeito de Barcarena, Laurival Cunha; e do músico Yuri Guedelha em casos de pedofilia. Os três casos continuam tramitando na Justiça e devem ser os próximos investigados pela CPI da Assembleia Legislativa.

Segundo, Socorro Marques disse faltar conscientização na população sobre o crime de pedofilia, que cresce assustadoramente no Estado. “Existe uma cultura, principalmente em alguns municípios, que seria normal as crianças serem abusadas, dentro da própria família”.

5 comentários:

Anônimo disse...

Esse democratas eimmm

Anônimo disse...

cadeia e pouco pra esses monstros!!!!

Paty disse...

As mães precisam redobrar o cuidado com seus filhos, precisam prestar atenção nos sinais, no comportamento delas, enfim usar a linguagem maternal para orientá-las.
Sempre dizer que elas nunca deixem ninguém pegar em suas partes íntimas. Há uma forma cautelosa de orientação, ams a melhor é não deixálas sozinhas.
Patricia Torres

Jorge disse...

CPI da Pedofilia inocentou o músico Yuri Guedelha das acusações que sofreu. Técnicos da comissão avaliaram as denúncias, observaram contradições da acusadora - a ex mulher - e as reações da criança, que não via o pai há tres anos.
Está fora da CPI. (blog Quinta Emenda) recentemente

Anônimo disse...

Franc Antes de julgarem e pensarem que toda a acusação de abuso sexual é verdadeira!!!!Não e nãpo!!!!! Hoje é cada vez mais estudado um fenome que vem aparecdndo nos tribunais: “síndrome de alienação parental” ou “implantação de falsas memórias”.
Este tema começa a despertar a atenção, pois é prática que vem sendo denunciada de forma recorrente e irresponsável. Muitas vezes, quando da ruptura da vida conjugal, um dos cônjuges não consegue elaborar adequadamente o luto da separação e o sentimento de rejeição, de traição, faz surgir um desejo de vingança. Desencadeia um processo de destruição, de desmoralização, de descrédito do ex-parceiro. O filho é utilizado como instrumento da agressividade. É levado a rejeitar o outro genitor, a odiá-lo. Trata-se de verdadeira campanha de desmoralização.
A criança é induzida a afastar-se de quem ama e que também a ama. Isso gera contradição de sentimentos e destruição do vínculo entre ambos. Restando órfão do genitor alienado, acaba identificando-se com o genitor patológico, passando a aceitar como verdadeiro tudo que lhe é informado.
Neste jogo de manipulações, todas as armas são utilizadas, inclusive a assertiva de ter havido abuso sexual. O filho é convencido da existência de um fato e levado a repetir o que lhe é afirmado como tendo realmente acontecido. Nem sempre consegue discernir que está sendo manipulado e acaba acreditando naquilo que lhe foi dito de forma insistente e repetida. Com o tempo, nem o genitor distingue mais a diferença entre verdade e mentira. A sua verdade passa a ser verdade para o filho, que vive com falsas personagens de uma falsa existência, implantando-se, assim, falsas memórias.
.Tevemos ser cauteloso andes de julgar e taxar as pessoas como criminososa nem todas as acusação principalmente em caso de litigio envolvendo filhos é verdadeirae se for uma falsa denúncia traumática será a situação em que a criança estará envolvida, pois ficará privada do convívio com o genitor que eventualmente não lhe causou qualquer mal e com quem mantém excelente convívio. Mas como o juiz tem a obrigação de assegurar proteção integral, reverte a guarda ou suspende as visitas e determina a realização de estudos sociais e psicológicos. Como esses procedimentos são demorados – aliás, fruto da responsabilidade dos profissionais envolvidos –, durante todo este período cessa a convivência do pai com o filho.
O mais doloroso é que o resultado da série de avaliações, testes e entrevistas que se sucedem às vezes durante anos acaba não sendo conclusivo. Diante da dificuldade de identificação da existência ou não dos episódios denunciados, mister que o juiz tome cautelas redobradas. Deve buscar identificar a presença de outros sintomas que permitam reconhecer que está frente à síndrome da alienação parental e que a denúncia do abuso foi levada a efeito por espírito de vingança, como meio de acabar com o relacionamento do filho com o genitor. Para isso, é indispensável não só a participação de psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais, com seus laudos, estudos e testes, mas também que o juiz se capacite para poder distinguir o sentimento de ódio exacerbado que leva ao desejo de vingança a ponto de programar o filho para reproduzir falsas denúncias com o só intuito de afastá-lo do genitor.
É preciso se ter presente que esta também é uma forma de abuso que põe em risco a saúde emocional e compromete o sadio desenvolvimento de uma criança. Ela acaba passando por uma crise de lealdade, o que gera um sentimento de culpa quando, na fase adulta, constatar que foi cúmplice de uma grande injustiça.
A estas questões devem todos estar muito atentos.
Este tema começa a despertar a atenção, pois é prática que vem sendo denunciada de forma recorrente e irresponsável!!!!!!isco advogado