quarta-feira, 24 de agosto de 2016

EMATER ELABORA PROJETO PARA FINANCIAMENTO DE TRATOR EM SÃO JOÃO DO ARAGUAIA




A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado Pará (EMATER – PARÁ) através do Escritório Local de São João do Araguaia, elaborou projeto de crédito rural via Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural ( PRONAMP ), tendo como agente financeiro o Banco do Brasil (Agência São Domingos do Araguaia) tendo como beneficiário o produtor Francisco Edmir Silva da Costa, do Projeto de Assentamento Veneza, no valor de R$ 384.000,00 (trezentos e oitenta e quatro mil reais) para aquisição de um trator de pneus e atividade agropecuária leiteira.
O crédito deferido destina -se ao financiamento para aquisição de 1 (um) trator de pneus e traçado, construção de 3 km (três quilômetros) de cercas, aquisição de uma grade aradora, 1 (uma) plaina agrícola dianteira com lâmina e concha e 45 (quarenta e cinco) vacas mestiças. 
A entrega simbólica do trator contou com a participação do produtor rural Francisco Edmir Silva da Costa, do Diretor Técnico da EMATER – PARÁ Rosival Possidônio do Nascimento, da Supervisão Regional de Marabá: Francisco da Silva Ferreira “França” e Carlos Eduardo Soares Rodrigues e da Equipe Local da EMATER.
 Segundo o técnico em agropecuária Aguiberto Rodrigues Alves – Coordenador Local da EMATER “A empresa já elaborou diversos projetos agropecuários, porém este é o primeiro com a finalidade de aquisição de trator e seus implementos” Avaliou “ Que o Banco do Brasil, Agência de São domingos do Araguaia, que tem sido parceira do Escritório Local da Emater no Município de São João. Entendemos que esta parceria deve se fortalecer cada vez mais, para que possamos cumprir o nosso papel social e assim melhorar a vida das famílias que vivem do campo e no campo produzindo alimentos.”
Para o técnico em agropecuária Paulo Cesar Rodrigues da Silva responsável pela elaboração do projeto (fase inicial) “O produtor rural ficou muito feliz com a aprovação do projeto técnico, e garante que agora está preparado para trabalhar seus sistemas de produção. ” Vale ressaltar que contou com a colaboração do engenheiro agrônomo Carlos Eduardo Soares Rodrigues (Supervisor Adjunto da Emater Regional Marabá) como responsável técnico do projeto.
Ascom/Emater

Eles fizeram por onde

Ódio contra o PT vira 'cortina de fumaça'

Por Nicolau Soares, na revista Fórum:
Às vésperas da votação no Senado do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, ganham volume as notícias a respeito de propostas do governo interino de Michel Temer que retiram e alteram direitos trabalhistas históricos. De reformas na Previdência até mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que ameaçam direitos como 13º e férias, a intenção do governo parece clara em atender demandas antigas do empresariado e jogar para os/as trabalhadores/as o ônus da crise econômica.

Em reação, oito centrais sindicais realizaram nesta semana um Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e Garantia de Direitos. CUT, CTB, CSP, CGTB, Força Sindical, Intersindical, NCST e UGT chamaram atos nas 27 capitais brasileiras. “Assim como a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) avisou que não pagaria o pato, os trabalhadores também não vão. Os trabalhadores querem seus empregos garantidos, não permitiremos que esse governo golpista avance nos nossos direitos. Nosso aviso está dado: se mexer com a classe trabalhadora, nós vamos parar esse País”, alertou Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT, no ato em São Paulo, que reuniu seis mil pessoas em frente ao prédio da Fiesp, apoiadora de primeira hora da queda de Dilma.

Para Antonio Augusto de Queiroz, analista político e diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), ainda que não tenha alcançado a dimensão que se esperava em termos de participação popular, os atos foram importantes, em especial, por terem conseguido a unidade das centrais sindicais. “Entre as maiores centrais, apenas uma não participou. Esse é o primeiro passo para organizar essa luta de resistência contra essa agenda. Sem isso, ficaria complicado. Os atos tiveram participação das lideranças, das bases dos sindicatos e o movimento já tem essa clareza de que ou age unitariamente ou não conseguirá reagir”, analisa.

A resistência será fundamental para enfrentar a agenda colocada. “O governo de Michel Temer assumiu em sua plenitude a pauta do mercado, fiscalista, visando cortar gastos e enxugar o Estado, com corte de gastos com programas sociais, e a agenda neoliberal de desregulamentar direitos e reduzir a intervenção do Estado na economia, especialmente direitos trabalhistas”, alerta o pesquisador.

A lista de ameaças inclui a liberação da terceirização em todos os setores, sem restrições; mudanças na lei para que o resultado das negociações entre patrões/oas e empregados/as tenha prevalência sobre as leis trabalhistas, permitindo que direitos como férias, 13º salário, jornada de trabalho e outros possam ser modificados; e uma reforma da previdência dura, implantando idade mínima de aposentadoria de até 70 anos para homens e mulheres, no setor público e privado, aumentando o tempo mínimo de contribuição e garantindo regras de transição apenas para trabalhadores/as com mais de 50 anos.

O risco do momento atual é agravado pela configuração do Congresso. Toninho explica que, até o governo Dilma, as forças conservadoras estavam divididas, parte compondo a administração petista e outra na oposição. “Havia uma contradição, com um grupo defendendo esse tipo de mudança e outros contrários. Agora, a esquerda ficou na oposição a Temer e as forças conservadoras estão alinhadas com o governo, que vai tentar implantar essa agenda.”

Mas, mesmo com uma base mais coesa, o radicalismo das propostas abre espaço para que a pressão dos movimentos tenha efeito no Congresso. “Se for desse jeito, certamente haverá resistência na própria base do governo.”

O analista considera que a maioria da população ainda não está atenta aos riscos destes projetos, em grande medida por conta de uma “cortina de fumaça” erguida pela mídia tradicional, usando a disputa em torno do impeachment. “A ficha ainda não caiu. Hoje, a população está dividida em a favor ou contra o impeachment, a favor ou contra o PT. Isso contamina o entendimento do debate. A mídia está conseguindo capitanear o ódio ao PT como uma cortina de fumaça para defender mudanças que prejudicam a população, que não percebe porque está envenenada, identifica como uma ‘despetização’ do governo, das políticas públicas”, analisa. “Superada essa etapa do impeachment, seja com Temer ou com a volta da Dilma, vai cair a ficha de que, independente do governo, tem essa agenda perigosa e ela vai precisar ser discutida”, completa.

Para isso, é fundamental a ação dos movimentos, até para furar o bloqueio imposto pelos grandes meios de comunicação ao discurso crítico às propostas do mercado. “A capacidade de unidade de ação vai permitir que esses movimentos voltem à condição de interlocutores privilegiados de setores importantes da sociedade”, conclui Antonio.
* Artigo publicado originalmente no site do Observatório da Sociedade Civil.

EMATER REALIZA ENTREGA DE CAR EM SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA




A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado Pará (EMATER – PARÁ) através do Escritório Local de São Domingos do Araguaia, realizou na última sexta-feira (dia 19) uma solenidade pública para entregar 14 (catorze) Cadastro Ambiental Rural (CAR) para agricultores/as familiares. Ao todo 45 participantes prestigiaram o evento.
A ação contou com a participação do Diretor Técnico da EMATER – PARÁ  Rosival Possidônio do Nascimento, da Supervisão Regional: Francisco da Silva Ferreira “França” e Carlos Eduardo Soares Rodrigues, do Gerente do  Banco do Brasil, de representantes das Secretarias Municipais de Agricultura e Meio Ambiente,  dos dirigentes dos Sindicato dos/as Trabalhadores/as Rurais (STTR), Sindicato dos/as Trabalhadores/as na Agricultura Familiar (SINTRAF) e Associações dos Projetos de Assentamentos e Áreas Rurais do município. Considerando este conjunto de organizações os dirigentes da EMATER ressaltaram a importância da parceria em do/a beneficiário: o/a agricultor/a.
Os técnicos EMATER realizaram uma Palestra sobre questão ambiental, destacamos: o que é o CAR? “é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente - APP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país. Criado pela Lei 12.651/2012 no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente - SINIMA, o CAR se constitui em base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais. ” Trata de uma exigência legal exigida para agricultor/a na comercialização dos seus produtos, bem como financiamentos nos agentes financeiros.
Sob a liderança do novo coordenador local da EMATER o técnico em agropecuária Rudinei Magalhães, os dirigentes da empresa constataram um trabalho em equipe desenvolvido em conjunto com Raimunda Maria, Paulo Cesar (setor técnico) Mara Elizabeth e Irismar  Araujo (administrativo/apoio).
Ascom/Emater

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Editais 2017 UFPA





👉 Mestrado Profissional em Letras: http://ow.ly/RyVa303vq8i
👉 Mestrado em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável: http://ow.ly/ejJ1303vqBi
👉 Mestrado em Comunicação, Cultura e Amazônia: http://ow.ly/WEEg303vruh
👉 Mestrado em Ciências Políticas: http://ow.ly/as88303vrSG
👉 Mestrado e Doutorado em Sociologia e Antropologia: http://ow.ly/tj9E303vshn
👉 Doutorado em em Ecologia Aquática e Pesca: http://ow.ly/GD0h303vqqU

Entidades sindicais podem passar a prestar contas ao TCU



O senador tucano Ricardo Ferraço é o autor do projeto que autoriza o TCU a fiscalizar a aplicação dos recursos da contribuição sindical
Entidades beneficiadas com a contribuição sindical deverão prestar contas anualmente ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a aplicação dos recursos transferidos a seus cofres pelo governo, estabelece projeto (PLS) 211/2016, do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), em pauta na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor, Fiscalização e Controle (CMA), na terça-feira (23).
A contribuição sindical é compulsória e tem natureza tributária, com existência prevista na Constituição. É recolhida uma vez ao ano tanto por empregadores quanto por trabalhadores, além de profissionais liberais. Também chamada de “imposto sindical”, serve para custear sindicatos e centrais sindicais, federações e confederações das categorias econômicas profissionais e das profissões liberais.
Para Ferraço, a natureza tributária da contribuição sindical é fato inquestionável, tanto que sua cobrança tem caráter impositivo perante trabalhadores, empregadores e profissionais liberais. Por isso, conclui o senador, os responsáveis pela gestão dos recursos recebidos devem estar sujeitos à competência fiscalizatória do TCU.
— Não se percebe aqui nenhuma diferença quanto à natureza do imposto sindical e a de qualquer outro tributo cobrado pelo Estado brasileiro — afirma.
O relator da matéria, Ronaldo Caiado (DEM-GO), recomenda a aprovação da proposta, que tramita em decisão terminativa. Desse modo, poderá seguir diretamente para análise na Câmara dos Deputados se aprovada na CMA, a menos que haja recurso para que a votação final seja em Plenário.
Segundo dados da Caixa Econômica Federal citados por Ferraço na justificativa do projeto, as entidades beneficiadas com a contribuição sindical - sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais - receberam R$ 11,3 bilhões entre 2009 e 2013.

Release enviado pela UGT

EXPERIÊNCIA ÊXITOSA NA PRODUÇÃO DE FRUTAS EM MARABÁ





Na ultima quinta-feira dia (18) em visita à Marabá o Diretor Técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado Pará (EMATER – PARÁ)  Rosival Possidônio do Nascimento, participou com sua equipe dos Escritórios Local e Regional de uma roda de conversa com agricultor Jovair Soares maior produtor de abacaxi do município.
Um pouco da história: desde 2006, a família se estabeleceu no Projeto de Assentamento Belo Vale, localizado a 18 Km da sede do município de Marabá. Iniciaram as atividades com a produção e comercialização de hortaliças, mas a perspectiva da família era a cultura do abacaxi, que foi implantada naquele mesmo ano, em uma área inicial de 05 ha, atualmente a cultura ocupa 08 hectares da propriedade.
Além do abacaxi carro chefe da propriedade, são produzidas outras frutas: tangerina pokan, laranja, limão, coco e piqui em uma área de 12 hectares e geram uma renda bruta anual de aproximadamente R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais). Além de outras culturas que completam a renda e alimentação da família, tais como o milho, a melancia e hortaliças. Toda produção é comercializada no local e na Feira da Laranjeiras (Núcleo Cidade Nova –Marabá).
A família foi beneficiada em julho de 2015, através do filho Jovailton Soares com um financiamento para aquisição de um caminhão através do Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), linha de créditoPronaf Mais Alimentos, elaborado pela EMATER e contratado pelo Banco da Amazônia, que foi essencial para garantir a comercialização da produção sem a necessidade de atravessadores.
Ressaltamos que esta experiência de agricultura familiar é exitosa, já foi realizado em maio de 2014 um dia de campo sobre a cultura do abacaxi em parceria com a Embrapa; recebem visitas constantes de agricultores/as e técnicos/as. Recentemente sediou uma aula prática sobre plantio de abacaxi para os estudantes do curso de agronomia da UNIFESSPA e técnico em agropecuária do IFPA Campus Rural no âmbito do Encontro Regional de Ciências Agrárias (12º ERA).
Ascom/Emater
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Esta matéria não reflete a opinião deste blog

sábado, 20 de agosto de 2016

Em tempos de machismo

Algum problema com o número 24 fez o senador Dário Berger (PMDB-SC) pedir para trocar o número de seu gabinete, na ala Teotônio Vilela, para o 26. A ordem tem causado estranheza a quem circula por ali. A sequência numérica ficou embaralhada: 22 – 23 – 26 – 25. A assessoria do senador foi contatada, mas não enviou explicações.
Fonte: Estadão

Notícias da Emater



DIRETOR TÉCNICO DA EMATER VISITA REGIONAL DE MARABÁ

A visita do Diretor Técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado Pará (EMATER – PARÁ)  Rosival Possidônio do Nascimento, tendo como objetivos principais: avaliar as ações de ATER e articular as condições mínimas de trabalhos mesmo diante da crise política e econômica em curso no Brasil.
No dia (18) logo pela manhã visitou o Escritório Local de Marabá onde realizou uma reunião coletiva e ouviu extensionistas rurais da EMATER, posteriormente respondeu os questionamentos sobre a gestão da empresa. “Enquanto não se resolve o problema administrativo, não resolvemos o problema técnico” por isso trabalhamos integrado em regime colaborativo, explicou Possidônio.
Rosival reafirmou que “o retorno da taxa de ATER para os Escritórios Regionais e Locais (campo) é um compromisso, está garantido e vem sendo cumprido pela Diretoria da EMATER, no percentual de 20%, reconhece que o ideal seria de 50 %”.
Algumas ações estão sendo estruturadas na EMATER em âmbito central: uma coordenação de crédito rural; equipe de captação de recursos financeiros; e regularização para cobranças de serviços prestados pela empresa: declarações, elaboração de projetos e outros.
Foi recomendado que a Diretoria da EMATER busque parcerias com as empresas que desenvolvem grandes empreendimentos na área de mineração e energia: Vale e Eletronorte. Exemplo: no regional de Altamira já foi estabelecido convênio com a Norte Energia para construção de escritório e equipamentos.
Em relação à construção ou reforma do prédio da EMATER em Marabá o Diretor Técnico se comprometeu de incluir no orçamento de 2017, bem como a possibilidade de articular uma emenda parlamentar.
Na programação da visita em Marabá foram realizadas: entrega de um viveiro de mudas em parceria com Ideflor no Projeto de Assentamento Escada Alta, onde tem a ação de implantação de um Sistema Agroflorestal (SAF) em desenvolvimento; conversa com agricultora Jovair Soares - maior produtor de abacaxi do município; avaliação in loco da estrutura da Escola Família Agrícola (EFA) e de um empreendimento de produção de hortaliças em sistema de hidroponia (bem na entrada da cidade de Itupiranga).